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A parceria com a líder mundial em aprimoramento de performance institucional permite ao Grupo comercializar os produtos da marca no Brasil
Com o objetivo de colaborar com o desenvolvimento do setor de franquias, o Grupo BITTENCOURT, consultoria brasileira com atuação internacional, especializada no desenvolvimento, gestão e expansão de redes de negócios e franquias, é o mais novo parceiro da FranklinCovey, uma empresa especializada na melhoria de performance com atuação em 160 países. Para selar essa novidade a empresa fará, no dia 10 de março, um webinar online e gratuito com o tema CHANGE: Gestão de Mudança, para dar o ponta pé na entrega de conteúdo relevante e oportuno para o mercado de franquias brasileiro. O webinar acontecerá às 9 horas e vai contar com abertura de Claudia Bittencourt, sócia fundadora e presidente do conselho consultivo do Grupo BITTENCOURT e Atílio Andrade Júnior, diretor de franchising na Franklin Covey Brasil e vai ser ministrado por Alexandre Barbosa, especialista em treinamentos profissionais de alta performance.
Com foco no desenvolvimento profissional e educacional, o Grupo será responsável pelos produtos da FranklinCovey para o mercado de franquias. “Nós sempre acreditamos na importância do cuidado com a educação para amadurecer o setor como um todo e essa parceria com a FranklinCovey consolida nosso posicionamento”, conta Claudia Bittencourt, sócia fundadora e presidente do conselho consultivo do Grupo BITTENCOURT.
A empresa, que tem como foco principal potencializar a performance e o desenvolvimento profissional em escala, também está otimista com a parceria estabelecida com a consultoria brasileira e animados para o webinar de lançamento. “Nós propomos uma combinação única de capacitação e consultoria que busca produzir resultados altamente significativos para impactar profundamente o modo como as pessoas no mundo todo vivem, trabalham e alcançam seus propósitos. Acreditamos que juntamente ao Grupo BITTENCOURT nós vamos conseguir alcançar ainda mais pessoas e estamos ansiosos para lançar oficialmente essa parceria durante um webinar tão relevante”, relata Paulo Kretly, CEO & Chairman da FranklinCovey Brasil.
A FranklinCovey tem mais de 30 anos de experiência no mercado, investiu mais de R$ 1 bi em pesquisa e desenvolvimento e atua focada em três áreas: Contribuição individual, Liderança e Resultados Estratégicos. A companhia se propõe a auxiliar na execução de iniciativas estratégicas para alcançar altos níveis de lealdade ao cliente, melhorar o desempenho de pessoas e de equipes de vendas, assegurar líderes prontos em todos os níveis, desenvolver habilidade de eficácia e outras atividades que exigem mudança em grande escala no comportamento humano.
A partir da parceria com o Grupo BITTENCOURT, os franqueadores brasileiros terão acesso a uma série de soluções como “Os 4 papéis dos líderes”, “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes”, “As 5 escolhas para uma produtividade extraordinária” já validados em mais de 100 países e desenvolvidos por nomes como Ram Charam, Jim Collins, Jack Welsh, Stephen Covey entre outros.
Os interessados em participar do webinar gratuito devem inscrever-se pelo site:
Ultimamente temos observado com bastante frequência a adesão de artistas e personalidades, como YouTubers, por exemplo, entrando para o mundo dos negócios, em especial, no mercado de franquias. Isso porque franquias com sócios famosos chamam bastante atenção, afinal, quem não quer ter a chance de empreender com aquela personalidade que tanto admira?
Sem dúvida o fato de ter uma pessoa conhecida do grande público ajuda a trazer mídia para um negócio, mas existem outros pontos a serem levados em consideração, ao passo que apenas ‘nome’ não é a garantia de um negócio de sucesso.
É importante destacar que a minha intenção, em nenhum momento, é desqualificar franquias que possuem famosos envolvidos em seus processos, mas sim desmistificar algumas ideias rasas e alertar que para gerir uma franquia, assim como qualquer outra empresa, é preciso uma série de habilidades que exigem profissionalismo e estudo.
Certamente a associação da imagem de um famoso ao negócio pode potencializar vendas e gerar credibilidade, o que pode fazer os olhos de muitos empreendedores e investidores brilharem, mas o ponto chave para o sucesso de qualquer empreendimento, seja ele uma franquia ou não, é olhar para o negócio em si e não somente para o artista, para não acabar em frustração e com um prejuízo sem precedentes. Afinal, o tempo mínimo de contrato para uma franquia é de cinco anos, então é preciso embarcar em um projeto de forma racional e não apenas na emoção.
Principais pontos que devem ser avaliados por quem está interessado em investir no franchising:
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Com certeza nos últimos tempos você ouviu esse termo e pode não ter entendido do que as pessoas estão falando tanto. É algo novo, diferente e disruptivo. O metaverso, uma nova realidade que chega para ficar e está impactando a forma com que as empresas tem pensado no futuro dos negócios.
Afinal, como um mundo totalmente virtual, que replica o mundo físico de forma realista, com uma experiência imersiva e surpreendente vai mudar a forma com que nos relacionamos e como gerimos nossos negócios.
Há quem diga que agora vamos viver num mundo tridimensional. Em que não teremos apenas um universo binário de físico e virtual, mas algo que faz a intersecção entre os dois mundos, o metaverso. A terceira dimensão, o terceiro lugar que passaremos a ocupar. E com isso, também um terceiro canal de vendas.
E isso muda tudo no varejo e também para as redes de franquia.
Com essas interações multidimensionais as oportunidades passam a ser quase que infinitas. Imagine oferecer a experiência de uma loja física para mercados em que não há potencial de implantação de lojas? E não, isso não é oferecido pelo e-commerce – uma abordagem fria, sem conexão e simplesmente transacional. No metaverso, as empresas conseguirão oferecer conexão real, interações pessoais sem barreiras geográficas.
Para a expansão de redes de franquias, o metaverso também traz possibilidades muito interessantes. Imagine colocar os candidatos em contato com a realidade da operação sem sair do lugar. Fazê-los sentir a vivência do negócio antes mesmo da rede e do candidato se comprometerem contratualmente – e melhor, sem os custos de fazer isso no mundo físico, mas sem perder o contato com a realidade. Isso passa também pela capacitação das equipes, transformando o treinamento em uma experiência realmente imersiva no conceito e que pode também incluir doses de gameficação com recompensas e fases para evolução no processo.
Ainda no contexto das expansões, já pensou em vender uma franquia no metaverso? Os territórios se ampliam de forma exponencial (a revolução no real estate será gigante). Já temos exemplos de marcas que vendem produtos virtuais com investimentos reais – roupas, acessórios e até mesmo casas já passaram a ser vendidas no metaverso, e porque não franquias?
E não podemos aqui esquecer dele que é o centro de tudo, o consumidor. Chegaremos na era do Direct to avatar commerce, ou seja, no metaverso o consumidor pode ser quem ele quiser. A construção dos avatares e suas características construídas conforme os desejos individuais vai suprir as necessidades aspiracionais provocadas pelas redes sociais e dos mais diversos lifestyles que são exibidos nas redes. Então, a complexidade do relacionamento com o consumidor passa a ir além. Como lidar com um perfil de consumidor no mundo físico e outro perfil no virtual? Tudo indica que iIremos descobrir muito em breve.
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Se você achava que o espaço para criar cargos de C-level nas empresas já havia atingido o seu nível máximo, saiba que enquanto houver mercado, haverá espaço para um novo “C” nas empresas.
Estou dizendo isso porque recentemente li sobre a criação do cargo de Chief Customer Officer, ou CCO em empresas como McDonald’s, Under Armor e CVS e outras. Imagino que essa lista por si só ressalta que isso não é modismo ou apenas algo para o “mercado ver”.
De fato, a seriedade dessas empresas demonstra que elas estão buscando acompanhar o consumidor na velocidade e no ritmo que ele muda. Tarefa que não é simples e, por isso, exige um cargo executivo exclusivo.
Há quem diga que “na empresa, o olhar para o consumidor deve ser de todos”. E não tiro razão. Mas na prática, se não houver alguém incentivando e sendo o influenciador desse pensamento/atitude, a chance de ficar só no discurso é grande.
Ainda que se tenha alguém específico para olhar para o consumidor, e acompanhar suas nuances a dificuldade é grande. Coletar dados, analisar tendências, observar comportamentos é um dos papéis desse novo executivo que tem como desafio oferecer melhores experiências e criar conexões e laços mais estreitos com o consumidor. Desafios esses, que segundo pesquisa da IBM Institute com 3 mil CEO’s ao redor do mundo, foram considerados as duas maiores prioridades para os próximos anos.
Ao longo da minha experiência e contato com diversas empresas já vi alguns cargos inusitados como Chief Culture Officer, ou Chief Experience Officer, e por aí vai…mas acho que a perfeição do timing (um quase-pós pandemia com um consumidor altamente mutante) faz para mim a criação dos cargos de CCO muito sentido.
Com a facilidade das interações digitais e a multiplicidade de pontos de contato que as empresas precisam monitorar devido à complexidade que as jornadas dos consumidores atingiram – físicas, digitais e hibridas-, ter alguém que esteja alinhado com marketing, vendas, digital, mas que tenha um olhar exclusivo para toda a experiência e para as necessidades do cliente na companhia pode efetivamente fazer com que a conversão de todos esses insights em estratégias e atitudes práticas, aconteça.
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT
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Quem atua no varejo e no franchising tem uma missão muito clara: diminuir a distância entre a marca e o consumidor. E isso se torna uma missão complicada cada vez que a confiança do consumidor cai e as incertezas no cenário econômico ficam cada vez maiores.
Por mais que o que temos visto nas empresas seja uma leve melhora na perspectiva dos próximos meses, ainda há uma gap entre o que o consumidor sente e o que as empresas estão vislumbrando para o futuro próximo.
E para diminuir isso é papel das marcas entender os desejos do consumidor que o consumidor sente, suas dores e desejos e se conectar com ele. E é a partir desse processo de olhar para as personalidades e características dos consumidores que se começa uma construção da sua lealdade com a marca.
Já não é de hoje que os consumidores desejam estar em contato com as marcas através de várias plataformas e em qualquer hora do dia, e na maioria das vezes o processo de compra se inicia numa busca online, na interação pela mídia social e nas recomendações de desconhecidos online ou ainda amigos e família. A experiência digital cada vez mais ganha espaço. Mas há ainda uma foco grande do varejista na experiência física, na loja, no modelo tradicional.
Há alguns bons exemplos, mas podemos dizer que a maioria dos varejistas e franqueadores ainda estabelecem uma relação na loja física desconectada do que acontece no digital. E não estou falando aqui apenas dos modelos híbridos de compra como click and collect ou ship from store, ou do uso da tecnologia nas operações para ganho de produtividade. Mas do uso da tecnologia para ampliar a conexão ou para enriquecer a experiência do consumidor como realidade aumentada, magic mirrors, ativação por voz e muito mais. É um fato que esse tipo de interação digital no ponto de venda ainda é exceção.
Outro ponto importante que também ainda mostra um gap entre a relação das marcas com o consumidor é no que se refere à interação consumidor x vendedor no ponto de venda. Enquanto o consumidor está informado e sedento por uma venda mais consultiva e até mesmo que gere novas descobertas de produtos e itens que possam ser de seu interesse (assim como acontece no digital), vimos nos últimos tempos pouco movimento dos varejistas no preparo das equipes para essa interação e condução da jornada de descoberta na loja. Espera-se um comportamento novo, mas sem o investimento para que ele aconteça.
Na prática, se olhar de perto, há ainda uma série de gaps que precisam ser preenchidos e distâncias encurtadas quando se fala da relação do consumidor com as marcas. Entender a jornada do consumidor e mapear como eles querem interagir com a marca é o primeiro passo para revisitar a estratégia e direcionar os esforços da companhia para diminuir distâncias e ampliar resultados.
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT.
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Talvez o que é live commerce você já conheça – aquele modelo de venda online que consegue levar para o e-commerce a humanização que se vê nas lojas físicas, colocando a loja dentro do vídeo, e fazendo com que as vendas aconteçam numa única plataforma.
Mas o que ainda te contaram, é a última novidade. Ela é quentíssima, então se prepara!
Não vai ter Black Friday esse ano.
Isso mesmo. 2021 vai ser o ano da Live Friday! Uma verdadeira virada na estratégia digital das empresas para essa data tão importante do varejo.
A Black Friday você conhece bem, é uma data importada do varejo americano e que tem um significado bastante forte – ela introduz todo o movimento das compras de Natal por meio de ofertas exclusivas e descontos realmente significativos para o consumidor aproveitar nessa única data – que é considerada como a melhor do ano para comprar com preços menores. E, esse ano, cai em 26 de novembro.
Mas, em 2021 a Black Friday ganhou contornos ainda mais interessantes para o varejista. Temos visto aqui na StreamShop – plataforma de live commerce investida pelo Grupo BITTENCOURT em 2021, um movimento frenético em torno da preparação do que temos chamado de Live Friday – a Black Friday totalmente inserida no universo do Live Commerce.
A data conhecida por apresentar descontos exclusivos por tempo limitado é um direcionador importante para trabalhar novas estratégias de vendas, pensando na escassez da oferta. Considerando que as lives têm dado ainda mais força para as compras por impulso e oferecem um senso de urgência para a tomada de decisão do consumidor, a tendência é que as marcas passem a associar o evento da Black Friday a essa estratégia do live commerce.
E o casamento entre descontos exclusivos por tempo limitado no e-commerce com uma ação mais humanizada e direta tem tudo para dar certo. As interações são reais, a construção de vínculo da marca com o consumidor é espontânea e as vendas acontecem ali mesmo, durante a transmissão na mesma plataforma. A transmissão ao vivo de vídeo fornece o elemento de viver o momento, o bate-papo cria a conexão entre o host, o espectador e outros espectadores e os descontos por tempo limitado dão o tempero extra.
Com o crescimento e popularização do live commerce no Brasil, sobretudo após o início da pandemia, estamos considerando um incremento de ao menos de 300% na busca pelo live commerce para o período. Algumas marcas que ainda não tinham experimentado o live commerce estão escolhendo a Black Friday para fazer essa primeira iniciativa.
Segundo o Emarketer, apenas na China as vendas do live commerce chegarão a US$ 131 bilhões em 2021 e serão responsáveis por 37,4% do total das vendas do social commerce no país. A transmissão ao vivo deve ser um grande impulsionador do crescimento das vendas na internet e, por isso, a estratégia é apontada como a grande promessa para os futuros negócios brasileiros e para o crescimento de empresas. Além disso, essa nova modalidade está ganhando o coração dos consumidores por unir atendimento humanizado à conveniência e facilidade do e-commerce.
E aí? Quer aproveitar a data para vender mais e mais rápido? Então fala com a gente, a StreamShop vai cuidar de tudo pra você aproveitar ao máximo a primeira Live Friday do varejo nacional!
Lyana Bittencourt é CEO do Grupo BITTENCOURT e diretora de relações institucionais da StreamShop. https://streamshop.com.br/
Conheça a Streamshop e o que o live commerce pode fazer pelo seu negócio.
Muitos empresários têm a mesma dúvida: como fazer uma empresa crescer?
É preciso ter em mente que existem vários fatores envolvidos nesse processo, e é necessário estar atento a todos eles para alcançar o sucesso.
Neste artigo, falaremos sobre os principais aspectos que você deve considerar na hora de crescer seu negócio.
Em primeiro lugar, se você quer crescer e sustentar o negócio, cuide da base, da estrutura e dos pilares que vão levar seu negócio ao crescimento sustentável.
Não é novidade para o meio empresarial o que faz os negócios prosperarem e terem sucesso.
O que talvez não esteja tão claro é que, para alcançar esse sucesso, existem alguns pilares que são importantes e devem ser preservados ao longo da jornada da empresa.
Até o século XX, os clássicos de administração traziam a teoria de que para ter sucesso as empresas precisavam se sustentar em três pilares: estrutura organizacional, processos e pessoas.
Isso continua sendo uma verdade. Porém a partir do século XXI, com o avanço da tecnologia e a transformação digital que vem acelerando o processo de evolução das empresas e mudando comportamentos, usos e costumes dos consumidores, esses pilares precisaram ser reforçados.
A empresa que hoje não consegue acompanhar ou sair de sua zona de conforto para realizar transformações significativas e adequadas ao novo momento que estamos vivenciando, irá perder sua relevância e parar de crescer.
A grande indagação que sempre faço é: como crescer e se sustentar nesse mundo tão competitivo e volátil se a base de sustentação da empresa é frágil?
Quando cito que no século XXI os pilares precisaram ser reforçados, estou me referindo a um grupo de novas ações, estratégias e atributos que deixaram de ser só teoria e começaram a ser aplicadas na prática e no dia a dia das corporações.
A Estrutura Organizacional, que deve estar alinhada com as estratégias de crescimento da empresa, agora ganhou o reforço da Estratégia e Governança para ter condições de ser implementada e trazer os resultados projetados.
O outro pilar, o de Processos, há muito recebeu a companhia das tecnologias digitais como o big data, a inteligência artificial, a machine learning e outras tantas.
Isso permitiu que as empresas tivessem acesso às informações que precisam sobre seu consumidor e toda a cadeia em volta dos seus negócios em tempo real, tanto no Brasil como em todo o mundo.
A partir do conhecimento gerado por dados, tornou-se possível evoluir para a geração de novos negócios e escalar. Ou seja, os processos ganharam agilidade com o digital.
No entanto, mais do que nunca, precisam ser bem definidos. O resultado disso é uma melhor gestão do negócio, ganhos de produtividade e a condição de inovar permanentemente.
Já o pilar de Pessoas, esse sim está mais completo como sempre mereceu. Isso porque ganhou reforço da cultura organizacional e do propósito.
Se estes dois pontos não estiverem definidos e disseminados na organização, as pessoas podem não gerar os resultados que são capazes com as competências que possuem.
Tanto a cultura como o propósito são como a alma da organização, e sem esses pontos, a empresa pode não fazer sentido na vida das pessoas, dos clientes, dos colaboradores e demais stakeholders.
Não tem estratégia, estrutura, governança, processos, manuais e tecnologias que resistam se as pessoas não estiverem engajadas e seguras de que fazem parte de algo maior e mais significativo para suas vidas.
Muitas vezes, as empresas enfrentam grandes desafios e dificuldades de gestão, perdem dinheiro, não retém talentos e não conseguem identificar as causas com precisão.
Para contrariar essa realidade, investem nas melhores tecnologias sem muito resultado.
Apesar disso, o principal problema pode estar nos pontos colocados aqui, porque eles representam os pilares de uma empresa saudável, e se não estiverem alicerçados, como a própria definição das palavras, tudo que estiver atrelado a eles pode ruir a qualquer tempestade.
Agora, para te ajudar de forma prática a entender como desenvolver seu negócio, preparamos um passo a passo de como fazer uma empresa crescer. Confira a seguir:
Qualquer empresário quer que sua empresa cresça. Mas como fazer isso acontecer?
Infelizmente, não há uma resposta única, mas existem alguns princípios básicos que todas as empresas podem seguir para promover o crescimento.
Veja abaixo o que consideramos o melhor passo a passo de como fazer uma empresa crescer:
Para fazer uma empresa crescer, é preciso elaborar um plano de negócios sólido.
O plano deve definir metas a serem alcançadas, bem como os meios para alcançá-las. Além disso, deve ser revisado periodicamente para garantir que a empresa esteja no caminho certo.
Sendo assim, planeje seus objetivos e metas para o negócio e se questione: o que eu quero alcançar? Como vou chegar lá? Quais são os prazos?
Ter um plano de negócios claro é crucial para o sucesso de qualquer empresa.
Outro ponto importante de como fazer uma empresa crescer é ouvir a voz do cliente.
Isso significa entender o que o cliente quer e precisa, e oferecer produtos/serviços que atendam às suas expectativas.
Para isso, é preciso estar sempre em contato com o cliente, coletando feedbacks e monitorando as tendências do mercado.
Conheça seus clientes. Quem são eles? O que eles precisam? Quais são seus desejos e expectativas? A melhor maneira de atender às necessidades dos seus clientes é compreendendo-os completamente.
Uma equipe capacitada é fundamental para o crescimento da empresa. Por isso, é essencial investir no treinamento constante dos funcionários.
O treinamento deve abranger todas as áreas da empresa, desde o atendimento ao cliente até as técnicas de produção/gestão.
Capacite sua equipe. Seus funcionários são a cara da sua empresa. É importante que estejam bem treinados e motivados para representar o negócio da melhor maneira possível.
A inovação também é fundamental para o crescimento da empresa.
Afinal de contas, é preciso estar sempre em busca de novas idéias e soluções para solucionar os problemas enfrentados pelos clientes.
A inovação também pode ser aplicada na forma como a empresa se comunica com o mercado, oferecendo soluções originais e inovadoras para os consumidores.
Por isso, vale a pena se manter sempre aberto às novas ideias e tecnologias que possam ajudar o negócio a prosperar.
Para tornar-se uma empresa de sucesso, também é preciso investir em divulgação e marketing.
Isso significa escolher as melhores ferramentas para divulgar os produtos/serviços da empresa, bem como realizar campanhas publicitárias eficientes que chamem a atenção do público-alvo.
Divulgue e faça marketing de sua empresa com inteligência. Uma boa divulgação é crucial para o crescimento de qualquer empresa, mas é importante investir em marketing de qualidade, que realmente traga resultados positivos.
Se você quer saber como fazer uma empresa crescer, não pode deixar de dar atenção ao controle das finanças.
A gestão financeira é uma parte crucial do crescimento de qualquer organização, pois permite que você invista corretamente no negócio e evite problemas futuros.
Esse trabalho consiste em monitorar constantemente as despesas e receitas, além de investir de forma criteriosa nas áreas que realmente necessitam de uma atenção maior (como as que dão maior retorno).
O mapa de oportunidades serve como um guia para as ações que serão desenvolvidas pela empresa a partir das oportunidades de crescimento e investimento disponíveis no mercado.
São alguns exemplos presentes dentro de um mapa de oportunidades: pontos de inovação, investimentos necessários, parcerias estratégicas, entre outros.
Gostou do passo a passo de como fazer uma empresa crescer? Então não deixe de aplicar cada ponto dentro dos processos do seu negócio!
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Há mais de 3 décadas o Grupo BITTENCOURT, ajuda empresas no seu processo de organização com o objetivo de que cresçam de forma saudável e perene.
Nossa metodologia é pautada nos pilares que foram citados neste artigo, porque não acreditamos em expansão de negócios se a empresa não estiver estruturada para suportar essa expansão.
Se quiser saber mais a respeito, solicite uma apresentação exclusiva para os líderes de sua empresa clicando no botão abaixo:
CLAUDIA BITTENCOURT, Sócia Fundadora e Presidente do Conselho Consultivo do Grupo Bittencourt, Mentora e Conselheira nas áreas de Desenvolvimento Organizacional com foco nas empresas Franqueadoras e Familiares; Embaixadora Certificada do Capitalismo Consciente no Brasil.
Entre as idas e vindas do mercado nos últimos tempos e suas mudanças tanto no cenário macro quanto no microeconômico, as redes de franquias tiveram que se reinventar para conseguir com que os franqueados adotassem o comprometimento com a mudança na organização como modus operandi constante.
Muitas vezes os franqueadores ao comunicarem mudanças de cenário, sejam elas de maior ou menor complexidade, acabam cometendo alguns erros e a grande parte deles fazem isso porque não levam em consideração o tipo de relação existente entre a marca e os franqueados. Ou seja, uma relação de interdependência e de parceria estratégica.
E foi olhando para esse cenário que o FRI – Franchise Relationships Institute, que é liderado por Greg Nathan, grande especialista global do setor de franquias, listou alguns dos principais erros cometidos pelos franqueadores ao informarem sobre mudanças na gestão e na forma de operar os negócios em rede, e principalmente, no franchising. Aqui estão algumas delas:
Além desses erros comuns, o FRI listou ao longo de seus anos de pesquisa, mais uma série de comportamentos que as franqueadoras devem evitar ao comunicar mudanças na rede para os franqueados, e se você quiser conhecer mais alguns deles, e ainda receber dicas práticas e insights valiosos para a gestão do franchising, te convido a participar do Franchisor Excellence Masterclass que acontece de 9 a 23 de novembro, às terças e quintas, online e ao vivo com Greg Nathan e sua equipe do FRI. Esse é um programa inédito no Brasil e trazido com exclusividade pelo Grupo BITTENCOURT para o mercado de franquias brasileiro.
Acesse:
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT
A América está se recuperando. Embora ainda estejamos lutando contra as flutuações na confiança do consumidor e das pequenas empresas à luz da variante delta do COVID-19, a economia do país está voltando à vida. As famílias que contam com o progresso sustentado podem ter a certeza de que as 730.000 empresas franqueadas locais da América estão abertas para oportunidades e prontas para ajudar em todas as comunidades.
Freqüentemente esquecido em conversas sobre o desenvolvimento de pequenas empresas, as franquias independentes são um aspecto importante do setor de pequenos negócios e muito mais diversificado do que a maioria das pessoas imagina. Para muitos, as franquias locais podem estar associadas a cadeias de fast-food importantes, mas, na verdade, três quartos das franquias estão em outros setores. Apenas 16% das marcas de franquia têm presença nacional, enquanto 84% são marcas regionais ou locais. A maioria dos locais de franquia representam verdadeiras marcas locais, imersos no caráter da Main Street e projetados para atender a uma ampla gama de necessidades nos bairros da América, de condicionamento físico e conserto de automóveis a cuidados de saúde e serviços comerciais, como impressão de placas ou centros de remessa que dão suporte a outros locais negócios.
Agora, um novo estudo da Oxford Economics, The Value of Franchising , ressalta o que esses negócios realmente significam para um país que está voltando à prosperidade. Por exemplo, o relatório demonstra que as franquias locais criam 2,3 vezes mais empregos do que empresas sem franquia comparáveis e geram vendas 1,8 vezes maiores. Essas empresas essenciais são, em grande parte, de propriedade local e contribuem com milhões em impostos para suas comunidades a cada ano.
As franquias também oferecem oportunidades de emprego para os trabalhadores americanos ganharem e crescerem de forma significativa em suas carreiras. As franquias oferecem remuneração e benefícios competitivos com salários até 3,4% mais altos nas franquias, e a maioria dos trabalhadores recebe seguro saúde (65%) e férias, feriados e licença médica (76%). Os trabalhadores da franquia também são promovidos a gerentes com taxas mais elevadas. Essas estatísticas são um atributo ainda mais crítico de empregos em franquias, dada a alta taxa recorde de inflação que os consumidores enfrentam hoje, e devem ser aplaudidas por marcas de franquia e proprietários locais que estão desesperados com os trabalhadores devido à escassez crítica de mão de obra.
As franquias estão apoiando o empreendedorismo em um momento em que mais precisamos, dado o deslocamento de mão de obra causado pela COVID. A franquia fornece aspirantes a proprietários de negócios com um modelo de negócios confiável, suporte de uma comunidade de outros franqueados, economia na cadeia de suprimentos, suporte de marketing por meio do franqueador e, em muitos casos, acesso ao capital. Não é de se admirar que 30% dos entrevistados na pesquisa Value of Franchising disseram que não teriam entrado no negócio sem o franchising. Isso corresponde a menos 60.000 empresas locais e 1,8 milhão de empregos a menos nos Estados Unidos se o modelo de negócios de franquia não existisse.
O modelo de negócios de franquia também é uma promessa especial para muitos grupos que foram afetados desproporcionalmente pelo COVID-19. Por exemplo, as donas de franquias são mais propensas a dizer que a oportunidade de franquia foi crítica para sua capacidade de abrir negócios por conta própria. À luz dos desafios adicionais que muitas mulheres enfrentaram para voltar ao mercado de trabalho após a pandemia, a propriedade de empresas de franquia pode ser uma alternativa para quem busca maior flexibilidade e independência de empreendedorismo com a segurança dos processos bem definidos pelos manuais de franquia.
Da mesma forma, pessoas de cor sub-representadas possuem franquias a taxas mais altas do que as não-franqueadas. Franquias de propriedade de negros têm taxas de sucesso mais altas do que suas contrapartes sem franquia. Franquias locais de propriedade de negros ganham 2,2 vezes mais do que outras empresas de propriedade de negros. A franquia oferece aos empreendedores minoritários maior acesso ao capital, banco e suporte de desenvolvimento de negócios necessário para ter sucesso, colocando a sobrevivência e o sucesso da empresa em um alcance mais fácil. Não é de se admirar que tenhamos visto tantas de nossas marcas-membro intensificarem seu recrutamento de proprietários de franquias negras e minoritárias nos últimos anos, incluindo a Yum! Marcas e Choice Hotels , além de conceitos menores como FASTSIGNS e Tropical Smoothie Café.
Os benefícios da franquia vão além de empregos, salários e receitas, entretanto. Operar uma franquia independente significa reivindicar um lugar cobiçado como líder de negócios local, e os franqueados levam a sério sua responsabilidade para com suas comunidades. A maioria das franquias recruta e treina residentes locais, em vez de trazer trabalhadores de outras partes do país, e a aquisição local de bens e serviços é crítica. Cerca de 65% das franquias independentes também doam para instituições de caridade, com contribuições em todo o setor totalizando cerca de US $ 1,5 bilhão e 18 milhões de horas de atividades voluntárias.
Os números contidos no relatório da Oxford Economics contam uma história convincente sobre o modelo de negócios da franquia, mas a franquia compreende muito mais narrativas. Para eles, devemos nos voltar para os milhões de americanos que tiveram sua primeira experiência de trabalho em uma franquia local, ganharam sua primeira promoção em uma franquia e lançaram seu primeiro negócio como uma franquia – incluindo muitos que foram os primeiros em sua família a se tornar empresário e empresário local.
Olhe para a variedade de rostos naquela multidão, aprenda sobre todos os lugares de onde eles vieram e todos os futuros que estão planejando para si, suas famílias e suas comunidades e você saberá de uma coisa com certeza – o sonho americano de uma vida próspera, diversificado e inclusivo o amanhã está vivo e bem na franquia.
Porque as franquias estão realmente abertas para oportunidades.
Matthew Haller é presidente e CEO da International Franchise Association.
Numa recente palestra da Deloitte, foi apresentado esse conceito que nada mais é do que a constatação de que os varejistas estão presos numa equação em que nunca tiveram que fazer tanto pelos clientes e recebendo tão pouco de volta. E é isso mesmo. Margens cada vez menores e custos cada vez mais altos.
Num cenário de alta inflação, taxas altas de juros, queda na confiança do consumidor e compressão do poder de compra dos consumidores, se você ainda não sente isso no seu negócio, agradeça agora mesmo!
Nosso país passa por um dos seus piores cenários históricos em termos de desemprego – principalmente nas faixas mais jovens – e isso impacta de forma direta o consumo. É como se num jogo de tabuleiro tivéssemos voltado várias casas para trás, em vez de andar para frente.
Mas para que o jogo continue, e a empresa chegue no percurso final, seguem três dicas de como lidar de forma mais saudável com esse paradoxo da lucratividade:
Então se você tem passado seus dias e noites pensando em como pode cada vez mais encantar o cliente e ampliar seus resultados, saindo da roleta russa do paradoxo da lucratividade, fique de olho nesses 4 insights, eles podem te ajudar a levar o seu negócio a um outro patamar.
Quer saber como sair da encruzilhada do paradoxo da lucratividade?
Uma empresa com um desejo claro. Nascer e crescer com um propósito que fosse realmente relevante não só para seu time, mas para toda a sociedade. Foi assim que nos aproximamos da Desenrola uma plataforma digital de locação e venda de imóveis criada pela Brasil Brokers.
A Desenrola já nasceu com uma característica inovadora: a atuação conjunta entre imobiliárias e a missão de desburocratizar e agilizar o processo de intermediação de imóveis residenciais e comerciais, trazendo humanização para as relações mesmo no universo digital.
E foi assim que em 2019 começamos a trabalhar juntos na construção de um propósito que guiasse a cultura da nova empresa que estava sendo construída. Afinal, o propósito de uma empresa não é apenas uma frase de impacto para ser emoldurada e colocada numa parede. É um norte, é o caminho que direciona todas as decisões da companhia, conectando tanto a mente quanto os corações de quem dela faz parte – e nada melhor do que começar com esse norte bem definido.

Os princípios da Desenrola estavam alicerçados em Relacionamento, Qualidade, Cuidado e Respeito, algo muito impar no mercado de locação e venda de imóveis ainda mais considerando uma empresa digital que tem a tecnologia como facilitador de todo esse processo.
Utilizando também dos aprendizados trazidos do movimento Capitalismo Consciente, trabalhamos juntos numa jornada de imersão na forma de ser, na história e no desejos e sonhos dos fundadores. Com uma empresa que está começando, a construção foi conjunta, extraindo ao máximo das lideranças e do time, o que a Desenrola significava para todos naquele momento.
O próximo passo foi dar vida ao propósito da Desenrola. Criamos juntos uma forma de tangibilizar e traduzir em todos os pontos da cultura da empresa o propósito de
“Tornar mudanças de vida em experiências memoráveis.”
Hoje temos orgulho de ver que a empresa está comemorando seu segundo ano de vida com um time de “desenroladores” que tem feito acontecer.
Parabéns Desenrola, ficamos felizes de ver a linda história que estão construindo.
Quer saber mais sobre como podemos apoiar a sua empresa a descobrir um propósito realmente transformador?
Já parou para pensar no quanto estamos expostos a uma infinidade de escolhas diárias e que isso muitas vezes pode até causar estresse no nosso dia a dia? Desde a escolha de um filme numa plataforma de streaming – na qual muitas vezes você passa mais tempo pesquisando do que assistindo – até no pedido de uma refeição num aplicativo de delivery. As opções podem nos deixar malucos! Isso porque parece que ficamos completamente incapazes de tomar alguma decisão.
Isso provavelmente já aconteceu com você e é chamado pelos especialistas de “decision fatigue” ou fadiga da decisão. Trata-se de quando uma pessoa perde a habilidade de tomar boas decisões depois de ter tido que tomar várias outras decisões. Ou seja, você perde a capacidade de distinção, e acaba ficando mais estressado e tomando más decisões.
Hoje estamos imersos em um volume sem fim de opções e isso é um grande causador de estresse nas pessoas. É uma cultura que foi criada na nossa sociedade em que oferecer cada vez mais opções para o consumidor é a melhor forma de fidelizá-lo.
Só que isso tem causado um impacto negativo no varejo. Ao oferecer muitas possibilidades aos consumidores, ele pode até tentar fazer uma escolha, mas a sensação de que há algo melhor para ele, ou que pode estar perdendo alguma coisa, faz com que ele acabe demorando demais para se decidir ou não tomando decisão nenhuma. Isso para quem deseja que o consumidor tome uma decisão de compra é realmente um problema.
Mas qual a solução? Reduzir portfólio, enxugar as coleções, reduzir cardápio? Na verdade, otimizar os sku’s para ganhar eficiência é uma opção, mas do ponto de vista do consumidor a necessidade é outra. Estou falando da personalização da oferta. Afinal, se há tantas opções, quais são aquelas que são ideais para cada pessoa de forma individual?
Quem tem trilhado esse caminho da personalização da oferta garante que o esforço vale a pena. Esforço porque envolve muita tecnologia para a depuração dos dados fornecidos pelo consumidor por meio de seu comportamento de compra, suas pesquisas, os agentes influenciadores, navegação no site da marca, suas visitas às lojas e mais toda e qualquer informação que puder ser extraída do relacionamento que ele estabelece com a marca. Todos dados que podem apoiar as marcas a oferecerem uma oferta exclusiva, direcionada para cada perfil de consumidor e que muitas vezes se traduz num programa de relacionamento muito bem estruturado e que garante tanto a fidelidade quanto a recorrência da compra.
É assim que as marcas devem ajudar os consumidores nesse novo momento. A fazerem melhores escolhas para o seu dia a dia. A curadoria deve andar de mãos dadas com os dados. Afinal, não se trata de oferecer menos produtos, mas de ajudar o consumidor a tomar melhores decisões por meio da tecnologia e sem estresse!
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