Grupo Bittencourt
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Essa evolução vertiginosa das tecnologias, que constantemente buscam aprimorar a matéria e o que físico, bem como gerar riquezas, é algo que tem guiado a estratégia das empresas. Muitas vezes, essa busca ocorre a qualquer custo, em uma intensa competição entre os diversos atores em todos os setores. As redes sociais se apresentam como um exemplo notável desse contexto, em que as empresas que dominam essa forma de comunicação e demonstram suas competências em produtos e serviços saem na frente. Surgem verdadeiros fenômenos impulsionados pela habilidade de envolver e cativar o público-alvo. No entanto, tudo isso é permeado pela incerteza, uma vez que a aparência do belo nas redes sociais nem sempre corresponde à realidade, e distinguir entre essas estratégias de envolvimento e encantamento não é uma tarefa fácil.

Ainda na mesma linha, o “ter” continua em evidência e em primeiro plano na vida de muitos, a corrida para o desenvolvimento profissional e para o empreendedorismo nunca foi tão priorizada e o tempo em que as pessoas querem realizar e conquistar seus sonhos está cada vez mais curto nos últimos tempos. Os jovens querem crescer rápido profissionalmente, querem feedback sobre seu trabalho o tempo todo porque precisam suprir gaps que, porventura, tenham no seu aprendizado e na sua carreira. Já  o empreendedor, esse quer que o seu negócio atinja  o  sucesso em pouco tempo, muitas vezes a curva de aprendizado não lhe permite tal proeza e pode ficar no meio do caminho, conforme mostram as estatísticas de mortalidade de negócios conduzidos por empreendedores iniciantes no Brasil. 

Tal fenômeno tem uma participação grande das redes sociais. O sucesso de muitas empresas e a chegada no topo cada vez mais rápida dos executivos, muitas vezes muito jovens, são ultra valorizados e divulgados em todos os canais de comunicação, criando verdadeiros estereótipos de poder e de alta performance. Não ser igual está gerando  mais e mais pessoas ansiosas o que acaba evoluindo para a infelicidade.

Temos ouvido que só o “ter” já não basta para o ser humano, principalmente para a sua felicidade. E estamos vendo no mundo uma busca grande pelo autoconhecimento e pelo “ser”.  Ser uma pessoa mais espiritualizada, ser mais consciente em relação as desigualdades do mundo, ser mais envolvido com as causas ambientais, sociais e humanitárias. Ser alguém com valores e princípios e com propósito real, com capacidade para realizar transformações no seu meio, em sua cidade, no seu Estado e porque não no mundo. Só ter já não satisfaz o ser humano frente a tantas desigualdades e sofrimentos.

Fui motivada a escrever esse texto quando li uma matéria de Jon Clifton, CEO do Gallup, sobre o índice de infelicidade no mundo que, segundo os estudos e pesquisas realizadas, está batendo recordes. De acordo com o Gallup, as pessoas sentem mais raiva, tristeza, dor, preocupação e estresse do que nunca. E o mais preocupante, as grandes corporações, as lideranças governamentais pouco fazem sobre isso. E é nesse terreno onde estão as oportunidades mais significativas de melhorar o bem-estar das pessoas, diz Jon.

A grande esperança para envolver mais o mundo corporativo na melhoria do índice de felicidade no mundo, está no movimento do Capitalismo Consciente que vem ganhando força no Mundo com um trabalho brilhante de elevar o nível de consciência dos empresários para gerar um ambiente onde a empresa ganha, mas é geradora de felicidade e bem-estar para todos envolvidos na cadeia de valor das corporações.

Segundo os estudos realizados por Gallup “não é a desigualdade de renda que explica a desigualdade do bem-estar embora certamente tem influência em parte dela. Mas, uma vida boa é mais do que dinheiro.” Nesses estudos, foi descoberto que 20% das pessoas que relataram uma vida ótima tinham cinco coisas em comum: 

  1. Sentiam-se realizadas no trabalho;
  2. Tinham pouco estresse financeiro;
  3. Viviam em ótimas comunidades;
  4. Tinham boa saúde física e;
  5. Tinham pessoas queridas que as apoiavam em casos de necessidade.”

Voltando à reflexão inicial sobre a evolução do nível dos seres humanos na terra, se de fato estamos entrando no nível psíquico, onde mente e espírito ditam nosso comportamento e nossas atitudes frente as desigualdades e sofrimentos do mundo e nos cobram atitudes, isso pode justificar para o crescente número de escolas filosóficas, comunidades filosóficas e espirituais, programas voltados para o autoconhecimento, meditação e um universo de tudo que se possa imaginar, com o mesmo objetivo, ajudar  evoluir  melhorar o homem, e se o homem melhora, ele  melhora o mundo. 

E nesse contexto vale ressaltar a máxima utilizada muito em nosso meio, quando as atitudes são do bem, éticas, humanas e não prejudicam ninguém e nem o meio – “o universo conspira a favor”.

Claudia Bittencourt, Sócia fundadora e presidente do Conselho Consultivo do
Grupo BITTENCOURT. (http://www.grupobittencourt.com)

Hoje quero trazer para vocês um tema que ficou muito em evidência pra as lideranças em todo o mundo nos últimos tempos.

Como uma empresa pode transformar as incertezas provocadas pelas mudanças de cenário – sejam elas quais forem – em oportunidades? Esse foi o tema do webinar de lançamento da parceria exclusiva do Grupo BITTENCOURT com FranklinCovey para o mercado de franquias nessa quinta-feira e que tenho certeza que pode trazer algumas boas reflexões a quem ler esse artigo.

Nosso instinto sempre que uma mudança acontece é buscar a sobrevivência e para isso, ativamos a nossa capacidade de adaptação que vem em alguns tipos diferentes de resposta que vão desde entrar rapidamente em ação, passando por esperar que alguém faça algo, resistir ao processo e até mesmo desistir.

E isso quando se fala no mundo empresarial é muito presente e real. Não bastasse as crises mundiais de diversas ordens, no ambiente interno de uma empresa as mudanças também são constantes – como por exemplo, uma fusão, ou uma mudança de liderança, novas tecnologias e ainda as mudanças no comportamento do consumidor e muitas outras. E embora cada mudança tenha um processo único, os estudos mostram que elas seguem um padrão que pode ser previsível.

Esse padrão foi chamado pela Franklin Covey como Modelo de Mudança, e mostra como as pessoas e as organizações se comportam em períodos de mudança e como mover-se de um lado de grande incerteza para um de aproveitamento e descoberta de novas oportunidades.

O modelo mostra como a mudança te faz sair da zona de conforto do status quo para uma zona de ruptura. Nessa zona de ruptura, os resultados começam a ser atingidos porque o jogo começa a ser regido por novas regras, o que causa muito desconforto.

E o que faz com que cada um consiga sair dessa zona de desconforto e ruptura é a ação. A sua própria ação. Resistir ou não reconhecer essa ruptura, faz com que você fique preso a um passado que não existe mais, e deixa de evoluir. Por isso a importância de buscar entender o que está acontecendo e porquê, e muitas vezes se apoiar nas pessoas que te cercam para entender, e então decidir como reagir.

Assim que você decide como responder e reagir, você entra numa nova zona. A de adoção. Nela nos adaptamos às novas regras impostas pela mudança – deixando velhos hábitos para trás e adotando novos modelos e conceitos.

Na zona de adoção, em que você decide agir sobre a mudança, os caminhos são tortuosos. Muitas vezes você vai ter que ir pelo caminho de tentativa e erro, de readequação de rota, de pivotar novas formas de atuar, de cair e levantar e isso pode levar muito tempo e exige muita resistência e resiliência. Quando ficar difícil demais, você deve se fazer um convite: revisitar seus motivos, seus porquês de ir em frente. Você deve se apoiar na sua capacidade de conseguir se adaptar e de mudar.

A partir desse ponto você entra na zona da inovação, onde você começa a se sentir revigorado para explorar novas oportunidades de ação, novas possibilidades para você e para a empresa.

Muitas pessoas não conseguem chegar até a zona de inovação, porque os percalços do caminho para a adoção não conseguem ser ultrapassados e, como um pior cenário, a empresa não reage, não inova e fica pra trás.

Então, quando dizem que toda mudança ou crise, gera uma oportunidade, eu só posso concordar. Ela te tira da zona de conforto e te faz agir e tomar novas direções, descobrindo novas possibilidades. E isso é simplesmente maravilhoso!

Te convido a conhecer essa parceria que estabelecemos com a FranklinCovey – que faz parte do nosso compromisso com franchising no Brasil de trazer inovações, programas e ferramentas de gestão para mudar o perfil das lideranças e potencializar resultados nas redes de franquias e negócios. Acesse: https://staging.bittencourtconsultoria.com.br/franklin-covey/

Por: Claudia Bittencourt, sócia fundadora e presidente do conselho consultivo do Grupo BITTENCOURT.

 

Quer saber como podemos apoiar você e a sua empresa a passarem por momentos de mudança e de transformação?

Muitos empresários têm a mesma dúvida: como fazer uma empresa crescer?

É preciso ter em mente que existem vários fatores envolvidos nesse processo, e é necessário estar atento a todos eles para alcançar o sucesso.

Neste artigo, falaremos sobre os principais aspectos que você deve considerar na hora de crescer seu negócio.

Em primeiro lugar, se você quer crescer e sustentar o negócio, cuide da base, da estrutura e dos pilares que vão levar seu negócio ao crescimento sustentável.

Não é novidade para o meio empresarial o que faz os negócios prosperarem e terem sucesso.

O que talvez não esteja tão claro é que, para alcançar esse sucesso, existem alguns pilares que são importantes e devem ser preservados ao longo da jornada da empresa.

Até o século XX, os clássicos de administração traziam a teoria de que para ter sucesso as empresas precisavam se sustentar em três pilares: estrutura organizacional, processos e pessoas.

Isso continua sendo uma verdade. Porém a partir do século XXI, com o avanço da tecnologia e a transformação digital que vem acelerando o processo de evolução das empresas e mudando comportamentos, usos e costumes dos consumidores, esses pilares precisaram ser reforçados.

A empresa que hoje não consegue acompanhar ou sair de sua zona de conforto para realizar transformações significativas e adequadas ao novo momento que estamos vivenciando, irá perder sua relevância e parar de crescer.

A grande indagação que sempre faço é: como crescer e se sustentar nesse mundo tão competitivo e volátil se a base de sustentação da empresa é frágil?

Os três pilares para o crescimento de empresas

Quando cito que no século XXI os pilares precisaram ser reforçados, estou me referindo a um grupo de novas ações, estratégias e atributos que deixaram de ser só teoria e começaram a ser aplicadas na prática e no dia a dia das corporações.

A Estrutura Organizacional, que deve estar alinhada com as estratégias de crescimento da empresa, agora ganhou o reforço da Estratégia e Governança para ter condições de ser implementada e trazer os resultados projetados.

O outro pilar, o de Processos, há muito recebeu a companhia das tecnologias digitais como o big data, a inteligência artificial, a machine learning e outras tantas.

Isso permitiu que as empresas tivessem acesso às informações que precisam sobre seu consumidor e toda a cadeia em volta dos seus negócios em tempo real, tanto no Brasil como em todo o mundo.

A partir do conhecimento gerado por dados, tornou-se possível evoluir para a geração de novos negócios e escalar. Ou seja, os processos ganharam agilidade com o digital.

No entanto, mais do que nunca, precisam ser bem definidos. O resultado disso é uma melhor gestão do negócio, ganhos de produtividade e a condição de inovar permanentemente.

Já o pilar de Pessoas, esse sim está mais completo como sempre mereceu. Isso porque ganhou reforço da cultura organizacional e do propósito.

Se estes dois pontos não estiverem definidos e disseminados na organização, as pessoas podem não gerar os resultados que são capazes com as competências que possuem.

Tanto a cultura como o propósito são como a alma da organização, e sem esses pontos, a empresa pode não fazer sentido na vida das pessoas, dos clientes, dos colaboradores e demais stakeholders.

Não tem estratégia, estrutura, governança, processos, manuais e tecnologias que resistam se as pessoas não estiverem engajadas e seguras de que fazem parte de algo maior e mais significativo para suas vidas.

Muitas vezes, as empresas enfrentam grandes desafios e dificuldades de gestão, perdem dinheiro, não retém talentos e não conseguem identificar as causas com precisão.

Para contrariar essa realidade, investem nas melhores tecnologias sem muito resultado.

Apesar disso, o principal problema pode estar nos pontos colocados aqui, porque eles representam os pilares de uma empresa saudável, e se não estiverem alicerçados, como a própria definição das palavras, tudo que estiver atrelado a eles pode ruir a qualquer tempestade.

Agora, para te ajudar de forma prática a entender como desenvolver seu negócio, preparamos um passo a passo de como fazer uma empresa crescer. Confira a seguir:

Passo a passo de como fazer uma empresa crescer

Qualquer empresário quer que sua empresa cresça. Mas como fazer isso acontecer?

Infelizmente, não há uma resposta única, mas existem alguns princípios básicos que todas as empresas podem seguir para promover o crescimento.

Veja abaixo o que consideramos o melhor passo a passo de como fazer uma empresa crescer:

1. Plano de negócios

Para fazer uma empresa crescer, é preciso elaborar um plano de negócios sólido.

O plano deve definir metas a serem alcançadas, bem como os meios para alcançá-las. Além disso, deve ser revisado periodicamente para garantir que a empresa esteja no caminho certo.

Sendo assim, planeje seus objetivos e metas para o negócio e se questione: o que eu quero alcançar? Como vou chegar lá? Quais são os prazos?

Ter um plano de negócios claro é crucial para o sucesso de qualquer empresa.

2. Voz do cliente

Outro ponto importante de como fazer uma empresa crescer é ouvir a voz do cliente.

Isso significa entender o que o cliente quer e precisa, e oferecer produtos/serviços que atendam às suas expectativas.

Para isso, é preciso estar sempre em contato com o cliente, coletando feedbacks e monitorando as tendências do mercado.

Conheça seus clientes. Quem são eles? O que eles precisam? Quais são seus desejos e expectativas? A melhor maneira de atender às necessidades dos seus clientes é compreendendo-os completamente.

3. Treinamento da equipe

Uma equipe capacitada é fundamental para o crescimento da empresa. Por isso, é essencial investir no treinamento constante dos funcionários.

O treinamento deve abranger todas as áreas da empresa, desde o atendimento ao cliente até as técnicas de produção/gestão.

Capacite sua equipe. Seus funcionários são a cara da sua empresa. É importante que estejam bem treinados e motivados para representar o negócio da melhor maneira possível.

4. Inovação

A inovação também é fundamental para o crescimento da empresa.

Afinal de contas, é preciso estar sempre em busca de novas idéias e soluções para solucionar os problemas enfrentados pelos clientes.

A inovação também pode ser aplicada na forma como a empresa se comunica com o mercado, oferecendo soluções originais e inovadoras para os consumidores.

Por isso, vale a pena se manter sempre aberto às novas ideias e tecnologias que possam ajudar o negócio a prosperar.

5. Divulgação e marketing

Para tornar-se uma empresa de sucesso, também é preciso investir em divulgação e marketing.

Isso significa escolher as melhores ferramentas para divulgar os produtos/serviços da empresa, bem como realizar campanhas publicitárias eficientes que chamem a atenção do público-alvo.

Divulgue e faça marketing de sua empresa com inteligência. Uma boa divulgação é crucial para o crescimento de qualquer empresa, mas é importante investir em marketing de qualidade, que realmente traga resultados positivos.

6. Gestão financeira

Se você quer saber como fazer uma empresa crescer, não pode deixar de dar atenção ao controle das finanças.

A gestão financeira é uma parte crucial do crescimento de qualquer organização, pois permite que você invista corretamente no negócio e evite problemas futuros.

Esse trabalho consiste em monitorar constantemente as despesas e receitas, além de investir de forma criteriosa nas áreas que realmente necessitam de uma atenção maior (como as que dão maior retorno).

7. Mapa de oportunidades

O mapa de oportunidades serve como um guia para as ações que serão desenvolvidas pela empresa a partir das oportunidades de crescimento e investimento disponíveis no mercado.

São alguns exemplos presentes dentro de um mapa de oportunidades: pontos de inovação, investimentos necessários, parcerias estratégicas, entre outros.

Gostou do passo a passo de como fazer uma empresa crescer? Então não deixe de aplicar cada ponto dentro dos processos do seu negócio!

Há mais de 3 décadas  o Grupo BITTENCOURT, ajuda empresas no seu processo de organização com o objetivo de que cresçam de forma saudável e perene.

Nossa metodologia é pautada nos pilares que foram citados neste artigo, porque não acreditamos em expansão de negócios se a empresa não estiver estruturada para suportar essa expansão.

Se quiser saber mais a respeito, solicite uma apresentação exclusiva para os líderes de sua empresa clicando no botão abaixo:

CLAUDIA BITTENCOURT, Sócia Fundadora e Presidente do Conselho Consultivo do Grupo Bittencourt, Mentora e Conselheira nas áreas de Desenvolvimento Organizacional com foco nas  empresas Franqueadoras e Familiares; Embaixadora Certificada do Capitalismo Consciente no Brasil.

Essa tríade é o que resume uma empresa de sucesso e com crescimento consistente para os próximos anos. E eu vou te explicar o porquê. Ela traduz de forma clara o que é necessário para tornar a empresa um ecossistema vivo e capaz de atender às demandas do consumidor e responder às suas necessidades cada vez mais mutáveis.

Afinal, as empresas continuam dependendo de consumidores, mas esses dependem cada vez menos de uma única empresa – eles buscam mais. Mais pelo seu investimento, mais pelo seu tempo, mais pela confiança, mais relevância!

Ao longo do tempo, temos percebido algumas características que fazem com que as empresas alcancem essa relevância e entreguem esse algo a mais.

Uma delas é a capacidade de identificar e selecionar novos modelos de negócios e pensar em novas áreas de desenvolvimento que muitas vezes alcançam um potencial de serem ainda maiores do que o negócio original. E essa busca pelo novo nunca cessa. Mesmo quando o plano atual está em plena execução – e dando certo –, é a hora de pensar no próximo passo a ser dado.

A segunda é a capacidade de unir forças de estabelecer relacionamentos colaborativos com parceiros estratégicos que dividem a mesma visão e permitem a ampliação do range de atuação de ambos. Ao expor suas expertises, multiplica-se o conhecimento e a inteligência para o negócio.

Há também de se cuidar de não deixar o cliente fugir do centro de todas as decisões. Parece conversa de muitos anos atrás, mas isso nunca foi tão real. Pensar no desenvolvimento de produtos e serviços para suprir necessidades existentes e aquelas ainda incipientes. É achar o timing ideal entre desenvolver e levar ao mercado, cuidando de não se perder todo o aprendizado que ocorre entre uma coisa e outra.

Ao adotar uma mentalidade centrada no cliente que inspire diferentes comportamentos e maneiras de atuar, a companhia passa, então, a ganhar relevância – a ser mais importante na vida do consumidor, pois passa a oferecer consistência, experiência personalizada e confiável e, mais do nunca, acolhimento.

A cultura como ativo. Temos trabalhado a cultura das empresas já há alguns anos como ativo a favor da transformação que se deseja ver nos negócios. Chegamos a fazer um evento todo focado nesse tema e o trabalhamos continuamente nas empresas. E ele é – apesar de não ser novo – também altamente relevante. Pensar a cultura como agente de transformação pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de qualquer iniciativa.

E é nesse contexto que convidamos você a buscar a força que vai levar as empresas a se manterem em movimento daqui para frente. Ressignificar o que passou e, de forma sistemática, buscar retomar o crescimento de forma consistente.

Se quiser bons exemplos, veja o que redes como Burger King, Chilli Beans, Magalu, Hering, AmPm, Reserva e tantas outras têm para nos ensinar.

Redes com personalidade e cultura fortes, que fundamentam seus processos de inovação na percepção do coletivo, na entrega de um propósito claro, na integração do diferente, na busca de novas competências e habilidades que vão além do seu ambiente tradicional de negócios. E, além disso tudo, tem o mindset ágil, inquieto.

Claudia Bittencourt é sócia fundadora e presidente do Conselho Consultivo do Grupo BITTENCOURT consultoria especializada no desenvolvimento, gestão e expansão de redes de negócios e franquias.

A Filosofia slow que alguns seguidores e escritores definem como o “ato de usar o tempo sabiamente e fazer tudo no ritmo certo” começou a ganhar vários adeptos em diferentes áreas inclusive no mundo corporativo,  porém num  ritmo slow, ou seja, aos poucos, em contradição à  realidade que nos apresenta onde  tudo e todos estão sendo  atropelados pela evolução da  tecnologia onde agilidade é a palavra do momento. No mundo corporativo até há poucos meses, havia a sensação de que o movimento slow, como foi chamado,  estava  mais para  discurso de ativistas do que uma prática  de fato.

Não imaginava o idealizador do movimento que viria uma pandemia e que a humanidade poderia, de repente,  descobrir fazer sentido olhar o mundo não no modo  fast mas no modo slow.

No  primeiro momento o caos instalado,  as pessoas forçadas pela quarentena, em casa, onde literalmente ficou tudo muito junto e misturado, os afazeres domésticos com as   atividades profissionais e educacionais, e todos se dividindo como podiam, para não deixar de atender ninguém, nem o patrão, nem o filho, a esposa, o marido, uma verdadeira orquestra com mais de um maestro e vários instrumentos desafinados. Situação jamais imaginada.

Além do medo, pairava  a  sensação e a ilusão de que seria por pouco tempo e que logo as coisas voltariam ao normal. O tempo foi passando e a realidade que se apresentava era mais cruel e transcorria  no seu ritmo  e na sua velocidade,  desafiando as maiores autoridades e institutos ligados a medicina no mundo  e  que  nenhuma tecnologia foi capaz resolver.

Apesar do efeito devastador causado pela COVID-19, o prolongamento de sua permanência  foi causando nas pessoas o sentimento slow, aquele sentimento que quase fala, que quase salta  do peito das pessoas: Calma, relaxa! Não há o que você possa  fazer, além de cuidar de si  e do outro, um dia de cada vez. Sim, no meio de tudo isso, começamos a vivenciar o mundo, a filosofia e o movimento slow, com  a oportunidade de avaliar o efeito de tudo, juntos, em todos os sentidos e em todos os níveis e meios.

Os empresários começaram a enxergar  outras perspectivas, sentiram  a solidariedade e o amor daqueles que  fazem o seu negócio funcionar e aumentaram a preocupação e os cuidados com eles; Os pais na convivência com os filhos passaram a experimentar o quanto é prazeroso  ver o desenvolvimento das crianças e o quanto estão aprendendo com elas.   

A necessidade de equilibrar tudo, de valorizar o que não era valorizado, de enxergar o que não era visto, de preservar o que não era preservado, de amar o desconhecido, de  doar mais e receber menos, e, de se apegar a algo superior, ao Pai, aflorou. Entramos todos no mesmo barco, sem distinção de raça, classe social, poder e o que mais possa distinguir um ser humano do outro, e estamos atravessando as ondas e tormentas com poucos equipamentos, mas com muita esperança  de que juntos  chegaremos do outro lado,  experimentando todas as sensações possíveis, o calor do sol, a brisa do anoitecer, o cantar das gaivotas, o balanço das ondas e o aperto no coração de cada um.

 Em 2004  o autor  Carl Honoré escreveu o livro, In Praise of Slow, traduzido para português  sob o título “Devagar”,  onde cita  como a filosofia Slow pode ser aplicada em todos os campos da atuação humana,  Honoré descreve o Slow Movement assim:

“É uma revolução cultural contra a noção de que mais rápido é sempre melhor. A filosofia Slow não é fazer tudo a um ritmo de caracol. Trata-se de tentar fazer tudo à velocidade certa. Saboreando as horas e minutos em vez de apenas contá-los. Fazendo tudo o que for possível, em vez de ser o mais rápido possível. É sobre ter qualidade em detrimento da quantidade em tudo, desde o trabalho até a comida e a criação dos filhos”.

Bemvindos ao Movimento Slow acelerado pela pandemia.

Recentemente, mais precisamente em 28 de Maio de 2020, o Franchising teve uma amarga surpresa, ao ser proferida a decisão pelo STF considerando constitucional a incidência de ISSQN (imposto sobre serviço de qualquer natureza) sobre os royalties. (mais…)

Já faz alguns dias que o Grupo BITTENCOURT falou aqui sobre o Simon Sinek e a palestra dele na Convenção da International Franchise Association. O que eu não se sabia, é que as palavras dele estariam ressoando tão fortemente poucas semanas depois. Acho que todos que lideram empresas e equipes devem estar sentindo como nunca foi tão necessário ter coragem para liderar.

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Conheça a teoria e tire suas conclusões

Segundo Michio Kaku, cientista futurista de 72 anos de origem nipo-americana e um dos nomes mais importantes da Física da atualidade, a resposta é sim, existe Capitalismo Perfeito.

Ele trouxe a teoria da quarta geração de riqueza – pós-revolução industrial, descoberta da eletricidade e imersão digital, que são consideradas as três ondas anteriores. Na quarta onda, a junção de biotecnologia, nanotecnologia e inteligência artificial é o que vai efetivamente gerar as riquezas do próximo século.

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Sabemos que alguns elementos ajudam na formação do caráter e da personalidade do ser humano.

Fazem parte disso os bons exemplos, os erros e acertos, dores e sofrimento enfrentados no dia a dia e ao longo da vida, além da espiritualidade, fé e da meditação. Tais elementos também acabam influenciando no desenvolvimento das empresas, uma vez que são lideradas por seres humanos.

As empresas têm condições de evoluir ou desenvolver seus negócios a partir dos bons exemplos e cases de sucessos existentes no mercado.

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Se você é fundador de uma rede de franquias e entende que os negócios já caminham sem a sua atuação direta e pretende planejar sua estratégia de saída, algumas opções acabam sendo analisadas como, por exemplo, implantar uma gestão profissional, ou vender a rede para um fundo de investimento, ou ainda abrir o capital da empresa…

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Estamos vivendo um momento no mundo dos negócios interessante, em que se fala muito em transformação, disrupção e de crescimento exponencial.

A tecnologia da informação, em evolução constante, independentemente do que está acontecendo no mundo, além de seu imenso potencial de melhorar o padrão de vida das pessoas, está gerando oportunidades para todos os perfis e tamanhos de empresas, de maneira nunca antes imaginada.

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Você já se perguntou qual é a cultura organizacional da sua empresa? O que você vibra e o que isso reverbera nas pessoas?

Quando se trata da liderança das empresas, da figura do fundador ou do principal executivo da segunda ou terceira geração, muitas vezes essa reflexão pode ficar na penumbra. Isso porque o fundador é quem muitas vezes empresta o seu jeito de ser e dá o tom da cultura organizacional que vai ser replicada pelas pessoas que trabalham na companhia. E isso é feito repetidamente de forma tácita por anos e anos.
Esquece-se, no entanto, do poder estratégico da cultura organizacional para a transformação dos negócios. De nada adianta querer revolucionar a sua empresa se ela não for de fato uma empresa revolucionária, ou ao menos estiver aberta a isso. É por meio das pessoas e do que as move que se alcança a tal revolução/transformação. (mais…)