Essa tríade é o que resume uma empresa de sucesso e com crescimento consistente para os próximos anos. E eu vou te explicar o porquê. Ela traduz de forma clara o que é necessário para tornar a empresa um ecossistema vivo e capaz de atender às demandas do consumidor e responder às suas necessidades cada vez mais mutáveis.
Afinal, as empresas continuam dependendo de consumidores, mas esses dependem cada vez menos de uma única empresa – eles buscam mais. Mais pelo seu investimento, mais pelo seu tempo, mais pela confiança, mais relevância!
Ao longo do tempo, temos percebido algumas características que fazem com que as empresas alcancem essa relevância e entreguem esse algo a mais.
Uma delas é a capacidade de identificar e selecionar novos modelos de negócios e pensar em novas áreas de desenvolvimento que muitas vezes alcançam um potencial de serem ainda maiores do que o negócio original. E essa busca pelo novo nunca cessa. Mesmo quando o plano atual está em plena execução – e dando certo –, é a hora de pensar no próximo passo a ser dado.
A segunda é a capacidade de unir forças de estabelecer relacionamentos colaborativos com parceiros estratégicos que dividem a mesma visão e permitem a ampliação do range de atuação de ambos. Ao expor suas expertises, multiplica-se o conhecimento e a inteligência para o negócio.
Há também de se cuidar de não deixar o cliente fugir do centro de todas as decisões. Parece conversa de muitos anos atrás, mas isso nunca foi tão real. Pensar no desenvolvimento de produtos e serviços para suprir necessidades existentes e aquelas ainda incipientes. É achar o timing ideal entre desenvolver e levar ao mercado, cuidando de não se perder todo o aprendizado que ocorre entre uma coisa e outra.
Ao adotar uma mentalidade centrada no cliente que inspire diferentes comportamentos e maneiras de atuar, a companhia passa, então, a ganhar relevância – a ser mais importante na vida do consumidor, pois passa a oferecer consistência, experiência personalizada e confiável e, mais do nunca, acolhimento.
A cultura como ativo. Temos trabalhado a cultura das empresas já há alguns anos como ativo a favor da transformação que se deseja ver nos negócios. Chegamos a fazer um evento todo focado nesse tema e o trabalhamos continuamente nas empresas. E ele é – apesar de não ser novo – também altamente relevante. Pensar a cultura como agente de transformação pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso de qualquer iniciativa.
E é nesse contexto que convidamos você a buscar a força que vai levar as empresas a se manterem em movimento daqui para frente. Ressignificar o que passou e, de forma sistemática, buscar retomar o crescimento de forma consistente.
Se quiser bons exemplos, veja o que redes como Burger King, Chilli Beans, Magalu, Hering, AmPm, Reserva e tantas outras têm para nos ensinar.
Redes com personalidade e cultura fortes, que fundamentam seus processos de inovação na percepção do coletivo, na entrega de um propósito claro, na integração do diferente, na busca de novas competências e habilidades que vão além do seu ambiente tradicional de negócios. E, além disso tudo, tem o mindset ágil, inquieto.
Claudia Bittencourt é sócia fundadora e presidente do Conselho Consultivo do Grupo BITTENCOURT consultoria especializada no desenvolvimento, gestão e expansão de redes de negócios e franquias.
Recentemente, mais precisamente em 28 de Maio de 2020, o Franchising teve uma amarga surpresa, ao ser proferida a decisão pelo STF considerando constitucional a incidência de ISSQN (imposto sobre serviço de qualquer natureza) sobre os royalties. (mais…)
Já faz alguns dias que o Grupo BITTENCOURT falou aqui sobre o Simon Sinek e a palestra dele na Convenção da International Franchise Association. O que eu não se sabia, é que as palavras dele estariam ressoando tão fortemente poucas semanas depois. Acho que todos que lideram empresas e equipes devem estar sentindo como nunca foi tão necessário ter coragem para liderar.
(mais…)Segundo Michio Kaku, cientista futurista de 72 anos de origem nipo-americana e um dos nomes mais importantes da Física da atualidade, a resposta é sim, existe Capitalismo Perfeito.
Ele trouxe a teoria da quarta geração de riqueza – pós-revolução industrial, descoberta da eletricidade e imersão digital, que são consideradas as três ondas anteriores. Na quarta onda, a junção de biotecnologia, nanotecnologia e inteligência artificial é o que vai efetivamente gerar as riquezas do próximo século.
Fazem parte disso os bons exemplos, os erros e acertos, dores e sofrimento enfrentados no dia a dia e ao longo da vida, além da espiritualidade, fé e da meditação. Tais elementos também acabam influenciando no desenvolvimento das empresas, uma vez que são lideradas por seres humanos.
As empresas têm condições de evoluir ou desenvolver seus negócios a partir dos bons exemplos e cases de sucessos existentes no mercado.
Se você é fundador de uma rede de franquias e entende que os negócios já caminham sem a sua atuação direta e pretende planejar sua estratégia de saída, algumas opções acabam sendo analisadas como, por exemplo, implantar uma gestão profissional, ou vender a rede para um fundo de investimento, ou ainda abrir o capital da empresa…
Estamos vivendo um momento no mundo dos negócios interessante, em que se fala muito em transformação, disrupção e de crescimento exponencial.
A tecnologia da informação, em evolução constante, independentemente do que está acontecendo no mundo, além de seu imenso potencial de melhorar o padrão de vida das pessoas, está gerando oportunidades para todos os perfis e tamanhos de empresas, de maneira nunca antes imaginada.
Quando se trata da liderança das empresas, da figura do fundador ou do principal executivo da segunda ou terceira geração, muitas vezes essa reflexão pode ficar na penumbra. Isso porque o fundador é quem muitas vezes empresta o seu jeito de ser e dá o tom da cultura organizacional que vai ser replicada pelas pessoas que trabalham na companhia. E isso é feito repetidamente de forma tácita por anos e anos.
Esquece-se, no entanto, do poder estratégico da cultura organizacional para a transformação dos negócios. De nada adianta querer revolucionar a sua empresa se ela não for de fato uma empresa revolucionária, ou ao menos estiver aberta a isso. É por meio das pessoas e do que as move que se alcança a tal revolução/transformação. (mais…)