Grupo Bittencourt
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O conceito de público-alvo é central para as empresas, pois permite encontrar o nicho de consumidores que mais se beneficia e tem mais interesse no relacionamento com seu negócio.

Igualmente, o modelo de negócio das franquias também obtém vantagens ao atuar com um público-alvo bem definido, mas existem especificidades nesse segmento que precisam ser conhecidas pelos empresários, como mostraremos a seguir.

Entenda melhor o que é o público-alvo, como ele deve ser definido especialmente no Franchising e quais os benefícios desse mapeamento para os resultados do seu negócio e a consolidação da sua marca.

O que é público-alvo?

O termo público-alvo significa o mesmo que target, em inglês, e pode ser citado ainda como segmento-alvo ou mercado-alvo.

A ideia de definição do público-alvo ganhou forma com o Marketing 2.0, teorizado por Philip Kotler. Ele explica que anteriormente as empresas consideravam os consumidores como uma massa homogênea e indistinta.

Entretanto, essa abordagem genérica dos consumidores deixou de ser efetiva para a comunicação e até para as estratégias comerciais das marcas. Percebeu-se que os consumidores apresentavam comportamentos de grupo, de acordo com características como gênero, idade, renda, escolaridade, localização e personalidade.

Assim nasceu a ideia de público-alvo, ou seja, recortes de grupos mais homogêneos entre si, aos quais a marca direciona sua estratégia de comunicação de acordo com o comportamento de compra, incluindo necessidades, expectativas e tomada de decisão de compra. 

Um exemplo (breve) de público-alvo para uma perfumaria poderia ser: mulheres, de 25 a 55 anos, de classe A e B, com alta escolaridade, que valorizam produtos exclusivos de alta qualidade e têm um estilo de vida luxuoso. 

Atualmente, existem outras formas de pensar estrategicamente o público-alvo, mas que não refletem o mesmo objetivo. A persona, por exemplo, é uma construção fictícia baseada no perfil de cliente ideal da marca, usada principalmente no B2C. 

No exemplo citado anteriormente, podemos criar a seguinte persona: Bárbara, de 40 anos, executiva, com renda mensal de R$50 mil reais e que compra apenas roupas de grife e está em busca de uma fragrância que apresenta notas intensas e marcantes que materializem sua personalidade forte.

O ICP (Ideal Customer Profile) também tem a função de aprofundar o entendimento da marca quanto ao público-alvo, mas é voltado à construção de estratégias de marketing no B2B, elencando as características ideais da empresa, como segmento, porte, faturamento, localização e número de funcionários.

Quais são os tipos de público-alvo de uma franquia?

As franquias têm uma particularidade importante quando o assunto é público-alvo, ou melhor, públicos-alvo. Sim, o setor de Franchising tem uma especificidade que é a constituição de dois públicos-alvo muito distintos:

  • empreendedores que têm o potencial de se tornarem franqueados da rede e devem ser impactados pela estratégia de Marketing com foco na expansão da franquia;
  • consumidor final, que são aqueles que consomem o produto/serviço comercializado pela rede e são potenciais clientes das unidades da franquia;
 

Essa dupla responsabilidade das franqueadoras se deve ao fato de que elas precisam atuar em prol da expansão e consolidação da marca, por meio do relacionamento com franqueados e da abertura de novas unidades.

Ao mesmo tempo, a franqueadora também é responsável pelo Marketing geral da marca, o que viabiliza uma comunicação e estratégias comerciais mais coesas.

Entretanto, os franqueados podem desenvolver estratégias locais para sua unidade em consonância com o público-alvo do negócio definido pela franqueadora.

Como definir o público-alvo para o seu negócio?

Mesmo com a necessidade de estratégias diferentes estruturadas para os franqueados em potencial e para o cliente final da marca, as etapas para definição do público-alvo das franquias são semelhantes às de outros negócios.

Entenda o seu negócio

Uma primeira oportunidade a ser explorada em profundidade é olhar para dentro em vez de buscar as respostas imediatamente fora da empresa ao analisar seu público.

Uma estratégia sólida nasce de uma compreensão aprofundada da solução oferecida e de qual problema é resolvido com o seu produto ou serviço.

Esse é um momento de se fazer perguntas sobre o negócio, como:

  • Qual necessidade do cliente eu posso atender com o meu produto/serviço?
  • Quais são as características e os diferenciais do meu produto/serviço?
  • Como meu produto/serviço entrega valor ao cliente?
  • Quais são os problemas que meu produto/serviço consegue resolver?
 

Portanto, mais do que entender o perfil do cliente, a investigação relacionada ao público-alvo parte do detalhamento do produto/serviço e da experiência que ele proporciona.

É possível que sua empresa tenha um portfólio que permita atender diferentes necessidades, entretanto, o mais relevante é que essa estratégia esteja baseada no seu carro-chefe, buscando resultados coesos na sua pesquisa interna e externa.

Faça pesquisa de mercado

Após entender o potencial dos seus produtos/serviços é o momento de olhar para os aspectos externos, em especial para o comportamento de mercado.

Não é incomum que empresários baseiem sua ideia de público-alvo em percepções pessoais sobre quem consome tal produto. 

Entretanto, a estratégia será mais sólida e confiável quando baseada no conjunto de dados disponíveis sobre o mercado que você quer adentrar.

Possivelmente, é viável sair de uma ideia geral de quem será o perfil de clientes da marca e usar as pesquisas de mercado para especificar melhor essas definições.

O ideal aqui é realizar pesquisas próprias, mas também observar concorrentes, resultados comerciais do segmento como um todo, pesquisas de opinião do consumidor e outras fontes para identificar aspectos como tendências, comportamentos e hábitos de consumo.

A ideia é que essa etapa ajude a definir um grupo homogêneo, com características similares e que têm problemas que podem ser resolvidos pelo seu produto/serviço.

Use segmentação

A segmentação de mercado é uma importante aliada para recortes mais precisos do público-alvo, o que impacta todo o escopo de comunicação, relacionamento e até o catálogo de serviços e produtos.

Existem diferentes tipos de segmentação que podem ser exploradas para definição do público-alvo, como:

  • recorte geográfico – como bairro, cidade, estado e país;
  • segmentação demográfica – como gênero, idade, renda, status de relacionamento;
  • aspectos psicográficos – como estilo de vida, personalidade, valores.;
  • comportamental – como status de usuário, receptividade às campanhas de marketing, motivação.
 

Essas variáveis ajudam a entender o público-alvo em profundidade e podem ser cruzadas a fim de um entendimento mais acertado desse público, o que se refletirá na definição das estratégias.

Estruture sua comunicação

A partir do detalhamento do público-alvo será possível estruturar a estratégia de comunicação, relacionamento e marketing da empresa, além de outros aspectos relevantes ao desempenho comercial.

A expectativa é que com uma comunicação mais assertiva haja resultados positivos em vendas, fidelização dos clientes, aumento da taxa de conversão, redução do Custo de Aquisição de Clientes (CAC) e outros.

Um aspecto importante é fazer testes e ter métricas para mensurar esses resultados. Apesar de o público-alvo ser uma definição mais duradoura, ele não é imutável, razão pela qual as pesquisas e monitoramento do mercado e resultados devem ser contínuos para que haja atualizações periódicas.

5 vantagens da definição do público-alvo para o seu negócio

Uma correta e bem estruturada definição do público-alvo apresenta vantagens estratégicas para a operação de qualquer empresa, incluindo da franquia e sua rede de franqueados.

1. Melhora da comunicação

A comunicação da marca deve ser toda estruturada com base nas características do público-alvo, incluindo tom de voz, identidade visual e outros elementos que ditam o relacionamento com o cliente.

Quanto melhor a empresa compreende quem é o seu público, melhor ela poderá estruturar uma comunicação que seja relevante e atrativa para seus potenciais clientes.

2. Assertividade da estratégia de Marketing

Como visto anteriormente, a definição do público-alvo está diretamente relacionada às escolhas de Marketing da marca.

Por exemplo, conhecer os potenciais clientes permite identificar em quais redes sociais eles mais acessam, quais os influencers que geram mais engajamento entre esse público e como é estruturada a jornada e decisão de compra.

Portanto, o Marketing torna-se mais assertivo e, consequentemente, viabilizando um retorno sobre o investimento melhor. 

3. Posicionamento de mercado mais relevante

Outro aspecto fundamental, especialmente para franquias, é a construção de um posicionamento de marca que seja comercialmente relevante. 

No caso das franquias, por exemplo, isso significa se apresentar de forma distinta para franqueados e clientes finais, por exemplo, mas nos dois casos apresentar uma interação atrativa e relevante e que seja condizente com o mesmo conjunto de valores do negócio.

4. Diferencial competitivo

Você prefere comprar de uma marca que fala a mesma língua que você ou de uma que, apesar de vender o que você quer comprar, parece que veio de outro planeta?

Uma comunicação e estratégia comercial baseada nas características predominantes do público-alvo é o primeiro passo para personalizar a experiência do consumidor.

Quando o potencial cliente se identifica com as características da marca, incluindo a linguagem, visual e catálogo de produtos, mais valor é agregado à experiência dele desde as primeiras interações. 

5. Aumento da lucratividade

O objetivo por trás da definição do público-alvo é que, ao impactar positivamente todos esses aspectos estratégicos da marca, haja reflexos na lucratividade do negócio.

Assim, a ideia é que o melhor direcionamento da comunicação e do Marketing, alinhamento da estratégia comercial em torno do público, reconhecimento de marca resulte em aumento das vendas com menores custos para atração, conversão e fidelização de clientes.

A definição de público-alvo é uma construção estratégica que impacta o negócio em diferentes níveis. Dessa forma, ela deve ser prioritária desde, preferencialmente, antes da abertura do negócio ou da estruturação da franquia. 

O Grupo BITTENCOURT tem expertise em serviços como a formatação de franquias e planos de expansão, incluindo estudos estratégicos para a viabilidade do negócio, de forma que aspectos como público-alvo e outros são estruturados por uma equipe multidisciplinar profissional e especializada.

O Grupo BITTENCOURT anuncia o lançamento do “BITTENCOURT IA”, uma suite de produtos que utiliza Inteligência Artificial para apoiar a gestão e a operação das redes de franquias. A suíte abrange diversas frentes, tanto na gestão da rede quanto nas operações da franqueadora. Na frente de gestão, a solução inclui ferramentas para gestão de performance, acompanhamento de indicadores, satisfação e atendimento aos franqueados. Na frente de operações, cobre atividades de campo como auditoria para verificação de compliance, processos, expansão e marketing.

Com parceiros estratégicos de peso, a suíte tem seus primeiros módulos apresentados ao mercado com tecnologia “Powered by Streamshop” e conta com as seguintes soluções:

 

 

O lançamento do BITTENCOURT IA marca um avanço no setor de franchising, promovendo uma gestão mais inteligente e operações mais eficientes. A IA não é mais uma tecnologia distante, mas uma realidade acessível que traz vantagem competitiva e inovação para quem a adota rapidamente. Empresas entusiasmadas com a IA já estão sentindo os resultados práticos dessa implementação, ganhando em competitividade e diferenciando-se no mercado, e o Grupo BITTENCOURT está liderando essa frente no franchising se colocando como parceiro estratégico das marcas que operam no sistema de franquias.

 

Para mais informações, entre em contato:

João Brito

Diretor de Clientes e Mercado do Grupo BITTENCOURT

(11) 3660-2201

Há alguns anos a transformação digital nas empresas deixou de ser um diferencial competitivo e se tornou uma necessidade para manter-se relevante diante da sociedade e do mercado.

De acordo com pesquisa da consultoria McKinsey, apenas entre 2019 e 2020 as interações entre clientes e marcas por canais digitais passou de 36% para 58%. E isso em um cenário anterior à pandemia.

A transformação digital está baseada em mudanças estruturais e operacionais na empresa para incorporação de tecnologias digitais em todos os setores e processos, mesmo em negócios com “produtos analógicos”, como roupas, alimentos e bebidas, por exemplo.

Trata-se, portanto, de uma reestruturação que perpassa todo o negócio, o que demanda uma importante transformação da mentalidade e da cultura organizacional.

Quais são os 4 pilares da transformação digital nas empresas?

Existem diferentes reformulações que se enquadram em um processo de transformação digital nas empresas como a criação de aplicações móveis, presença ativa nas redes sociais, omnichannel para diversificar e integrar os canais de atendimento, adoção da computação em nuvem, uso de softwares integrados de gestão e outras.

Apesar disso, há algo em comum em todas as mudanças da transformação digital: a experiência do consumidor.

Mesmo na reformulação de processos administrativos e burocráticos a ideia é que sejam obtidos ganhos gerais na operação que impactem positivamente a experiência do consumidor, como por meio de mais eficiência e qualidade.

Portanto, quando a empresa está formulando seu processo de transformação digital, ou jornada digital, é importante considerar quais são os pilares dessa mudança.

Experiência do consumidor

Como visto, o objetivo de qualquer negócio deve ser impactar positivamente a experiência do consumidor a fim de fidelizar e atrair potenciais clientes.

Para isso, é fundamental entender as necessidades e expectativas do público-alvo, o que atualmente foi facilitado pelas interações digitais dos usuários que resulta em dados que podem ser analisados.

A transformação digital é um componente central na capacidade do negócio de acompanhar as jornadas digitais dos consumidores, adicionando inteligência à sua estratégia de mercado.

Além disso, são essas informações que vão viabilizar uma atuação mais alinhada ao perfil e preferências dos consumidores, o que impacta tanto a área de relacionamento e marketing como a própria área de produtos, por exemplo.

Pessoas

Se os consumidores são um dos pilares para direcionar a jornada digital nas empresas, outra base são os colaboradores.

Ainda que as tecnologias digitais e, muitas vezes, automatizadas, tenham um lugar central na transformação da empresa, esse processo é dirigido por e para pessoas.

Um dos desafios da transformação digital é justamente a resistência à mudança, problema que está diretamente relacionado ao não envolvimento dos colaboradores no processo de reestruturação tecnológica do negócio.

Idealmente, os colaboradores são um dos pilares da transformação digital, de forma que eles não devem apenas ser envolvidos nas mudanças, como serem instigados a liderar esse movimento.

Outro aspecto central é que é inviável operar as tecnologias digitais, ter um bom uso das ferramentas e extrair inteligência dos dados sem que haja capacitação e qualificação.

Dados

A transformação digital é o que viabiliza uma operação que funciona na lógica da coleta e análise de dados para gerar inteligência operacional.

Os dados são os grandes provedores de feedbacks da empresa, de forma que as operações podem ser repensadas e otimizadas visando práticas mais eficientes.

Atualmente, empresas que não usam os dados para reorientar constantemente suas práticas perdem significativamente em relevância junto ao público, mas também em qualidade operacional e capacidade de acompanhar – e liderar – tendências.

Inovação e cultura organizacional 

Ao desenvolver uma mentalidade com foco na transformação é possível concluir que não se trata de um conjunto de ações, mas de um processo contínuo focado em agregar à operação tecnologias que contribuam com o negócio.

Nesse sentido, é indispensável que haja um incentivo contínuo à inovação de forma que essa mentalidade de transformação se torne integrante da própria cultura organizacional.

É por meio da junção de equipe qualificada e proativa com informações extraídas dos dados que a empresa entra em um ciclo permanente de avaliação e otimização.

Quais são os principais benefícios da transformação digital para as empresas?

Enquanto processo, a transformação digital está diretamente associada às mudanças que geram benefícios operacionais, competitivos e financeiros à empresa.

Inovação e criatividade

Em coerência com os pilares da transformação digital nas empresas, um dos primeiros benefícios a serem percebidos é o desenvolvimento de uma cultura de inovação e criatividade encabeçada pelos colaboradores e em consonância com a análise de dados.

Essa mudança impacta diretamente a capacidade da empresa não apenas ser relevante ao seu público, mas continuar mapeando tendências para se manter atualizada.

Otimização de processos

A disponibilidade de informações úteis e embasadas sobre a operação é o ponto de partida para que os processos possam ser otimizados conforme novas necessidades e oportunidades são identificadas.

Uma empresa digital também é uma empresa que presa pela flexibilidade dos seus processos tendo em vista os resultados e não o processo em si mesmo.

Redução de custos

Um dos pontos críticos da operação de muitas empresas e que compromete seus resultados de longo prazo é o desperdício de insumos, equipamentos e até tempo dos colaboradores.

A transformação digital empodera os gestores com informações que viabilizam uma operação mais eficiente e com consequente redução dos desperdícios e otimização do uso dos insumos, refletindo diretamente nos custos operacionais.

Tomada de decisão

Os benefícios da transformação digital apresentados até aqui resultam logicamente em uma melhor tomada de decisão, pois ela é mais embasada em dados reais da operação e norteada pela experiência do consumidor.

Qual o futuro da transformação digital nas empresas?

A transformação digital nas empresas é um processo contínuo visto que o desenvolvimento tecnológico é rapidamente atualizado em nossa sociedade.

Todos os segmentos precisam se adaptar às mudanças tecnológicas e comportamentais dos consumidores para manterem a relevância e atualidade.

Um dos desafios da transformação digital nas empresas, em especial das redes de franquia que operam descentralizadamente, mas com uniformidade, é identificar oportunidades associadas à digitalização e à tecnologia.

Na área de franquias, por exemplo, o omnichannel ou omni franchising, é um caminho sem volta para diversificar e integrar os canais de comunicação e relacionamento com o consumidor, digitalizando os negócios para integrá-los online e offline, sendo fundamento o suporte e liderança da rede franqueadora nesse processo.

Uma tendência cada vez mais presente é contar com consultorias especializadas em transformação digital para mapear as oportunidades do negócio e viabilizar transformações estruturais e em escala.

O Grupo BITTENCOURT oferece serviços específicos para dar suporte à jornada de transformação digital no setor de franchising, desde a concepção até a reformulação de processos. Conheça mais sobre a transformação digital assessorada por nossos especialistas aqui.

A internacionalização de empresas é um processo que envolve expandir a atuação da empresa no mercado externo e tem sido facilitada pela globalização e a queda de barreiras físicas, econômicas e geopolíticas entre os países.

Um plano de internacionalização pode envolver diferentes práticas como a importação e exportação de produtos, produção em outros países, oferta de serviços, investimento direto, aquisições ou parcerias e outros.

O sucesso de um plano de internacionalização está diretamente associado ao planejamento e estruturação correta dessa nova empreitada da empresa.

Qual o objetivo da internacionalização?

Para estruturar um plano de internacionalização é preciso que haja um objetivo claro relacionado à essa nova fase e aos muitos investimentos necessários para tirar essa proposta do papel. 

Muitas empresas buscam a internacionalização tendo em vista benefícios e objetivos como:

  • ampliação do mercado consumidor;
  • diversificar o know how da empresa com contextos mais amplos;
  • reduzir os riscos econômicos associados ao mercado nacional;
  • reduzir a carga tributária;
  • expandir a marca visando tornar-se uma marca global;
  • conseguir negociações mais vantajosas em termos de matéria-prima.

Portanto, a clareza nesse processo é um primeiro passo para que o planejamento da internacionalização esteja alinhado com os objetivos do negócio do mercado nacional e internacional.

Como as empresas fazem para se internacionalizar?

O passo crucial para um processo de internacionalização de empresas bem-sucedido é investir no planejamento.

Primeiramente, a empresa deve estar em um momento apropriado à expansão do negócio, o que envolve solidez financeira e bom desempenho comercial, mas ainda boa estrutura operacional e eficiência gerencial.

Mercado alvo

Ao verificar a viabilidade de expansão de negócios, o passo seguinte é identificar em quais mercados externos a empresa quer ingressar, sendo essa uma definição estratégica que deve considerar aspectos comerciais, econômicos, políticos, tributários e jurídicos dos países.

Portanto, existem diversos estudos de mercado envolvidos no plano de internacionalização para garantir a viabilidade de operação do negócio no outro país e, obviamente, de ganhos econômicos com a expansão.

Outro aspecto relevante é quanto ao público-alvo nesse novo mercado. Podem ser necessárias adequações no produto ou serviço para que ele seja mais atrativo de acordo com questões culturais, comerciais e outras.

Logística

Os estudos regulatórios também envolvem a viabilidade logística da operação em outros países, como a dependência de determinada matéria-prima, a exportação ou importação de insumos, os fornecedores disponíveis, entre outros aspectos.

As adequações no produto ou serviço também podem ser demandadas por fatores logísticos de acesso a insumos, portanto, deve ser considerado ainda durante a fase de planejamento da expansão.

Plano de internacionalização para franquias

Além das empresas que se planejam internacionalizar nos próximos anos, o Brasil tem um mercado efervescente de franchising.

A internacionalização de franquias também é uma possibilidade para expansão nesse modelo de negócio, mas as considerações passam por outros quesitos.

Um exemplo é o modelo de propriedade e expansão que a franquia deseja operar no exterior, o que não é uma consideração em outros modelos de negócio que almejam expandir sua atuação para fora do Brasil.

O franqueador pode optar, por exemplo, por ceder os direitos de uso da marca, terceirizar a operação para um operador local ou mesmo manter controle total sobre a marca no outro país.

As diferentes formas de colocar em prática um plano de internacionalização de franquias exige que haja consonância entre os diferentes envolvidos, como sócios, acionistas e até mesmo colaboradores.

O ideal é que o plano de internacionalização de empresas ou franquias seja estruturado por uma consultoria especializada, o que garante a condução desse projeto por quem tem mais know how nesse tipo de expansão.

O Grupo BITTENCOURT oferece serviços específicos na jornada de internacionalização de empresas e franquias, estruturando o projeto desde sua concepção até a implementação para maior qualidade desde a formulação até a execução desse grande projeto.

O mapeamento de processos é uma metodologia de estudo organizacional que visa a melhor compreensão e documentação das etapas e sequências envolvidas na entrega de um produto.

Por meio dessa ferramenta é possível destrinchar em detalhes todos os componentes dos processos, responsáveis e entregas.

Na produção o fluxo de processos é mais evidente e estruturado, correspondendo às etapas da linha de produção.

Entretanto, o mapeamento de processos pode ser empregado em tarefas administrativas e organizacionais como um todo.

Por que fazer o mapeamento de processos da empresa?

Quando uma empresa opera sem um mapa dos processos ela fica suscetível a decisões individuais de colaboradores que nem sempre estão aptos para fazer escolhas estratégicas sobre a operação.

Além disso, o negócio torna-se mais vulnerável à rotatividade de colaboradores, perdendo know-how, uma vez que ele não está bem documentado.

Portanto, o mapeamento de processos é uma ferramenta estratégica à solidez do negócio e gera benefícios como:

  • superação de gargalos operacionais;
  • clareza organizacional e das hierarquias vigentes;
  • clareza nas responsabilidades de cada função;
  • maior padronização institucional;
  • transparência dos processos e compliance;
  • retenção de conhecimentos operacionais;
  • mais oportunidades para otimizar e automatizar processos;
  • melhora do relacionamento com fornecedores e parceiros;
  • melhora da qualidade da entrega ao cliente.

Os benefícios relacionados ao mapeamento de processos estão relacionados tanto aos aspectos cotidianos da operação como também em questões estratégicas da empresa.

Mapeamento de processos: por onde começar

O mapeamento de processos deve ser iniciado pela definição de qual metodologia vai ser aplicada ao caso.

Existem diferentes tipos de mapeamento de processos para atender às variadas necessidades de um negócio, como o fluxograma, fluxograma horizontal, mapofluxograma, Unified Modeling Language (UML) e Business Process Model and Notation (BPMN).

A identificação de qual metodologia de trabalho melhor atende às demandas do negócio é um primeiro passo, mas deve ser seguido de procedimentos estruturados visando um resultado satisfatório.

Objetivos do processo

Cada processo deve atender um objetivo no funcionamento da área e da empresa. Existem diferentes tipos de processos, como:

  • primários que entregam valor direto ao cliente;
  • gerenciamento que se referem a etapas de mediação, controles e gestão do negócio;
  • apoio que são necessários para que outros processos sejam factíveis.

Esse mapeamento inicial deve tornar claro quais processos são executados do início ao fim de uma atividade.

Entradas e saídas

No mapeamento é preciso identificar qual a entrada e saída relacionadas a cada processo.

Um exemplo de entrada é uma solicitação de compra de insumos e a saída é a nota do pedido ao fornecedor.

Considerando a entrada e a saída é preciso mapear quais as atividades para que esse fluxo seja executado, bem como quando ele envolve agentes internos ou externos e tempo de espera ou de processamento da solicitação. 

Sequenciamento do fluxo de processos

Quando cada processo está mapeado em sua individualidade, é possível estruturar o sequenciamento dos fluxos.

Em geral, é nesse ponto, no qual os processos são colocados em perspectiva com a operação como um todo, que é possível identificar gargalos operacionais e oportunidades de otimização.

Ainda assim, é importante que apenas com a finalização do mapeamento de processos sejam propostas melhorias e realizados os ajustes organizacionais necessários.

Definição de métricas

Se cada processo tem uma saída, assim como conjuntos de processos, é possível determinar métricas para monitorar o andamento dessas atividades.

É importante que as métricas sejam estratégicas de forma a gerar conhecimento da operação e beneficiar a tomada de decisão.

Assim, elas não podem ser específicas demais a ponto de controlar cada ação do colaborador e nem genéricas demais que não forneçam dados relevantes sobre as atividades. 

Documentação

A etapa final do mapeamento de processos é a documentação que deve apresentar a estrutura em forma de organograma das atividades, como elas se relacionam e se complementam.

Por meio da documentação a empresa retém o know how da operação, acompanha as métricas de desempenho, desenvolve treinamentos, define quais documentos e relatórios são de fato importantes e cria um histórico útil dos seus processos.

Mapeamento de processos em franquias

O mapeamento de processos é uma metodologia relevante para empresas de todos os tamanhos e segmentos, pois fornece conhecimento operacional e organizacional.

Entretanto, na área de franchising essa técnica é ainda mais relevante, uma vez que toda a noção de franquia é baseada na padronização e capacidade de replicabilidade dos processos.

No modelo de franquia, a franqueadora fornece o know how operacional e organizacional para que as franqueadas executem processos já consolidados e otimizados.

Portanto, a transferência de know how do franqueador é indispensável à operação exitosa dos franqueados, o que está associado diretamente a um mapeamento de processos bem detalhado e documentado. 

O Grupo BITTENCOURT é especializado em formatação de franquias, que envolve estudo e documentação dos processos, bem como outros serviços para estudo de viabilidade de franqueabilidade, planos de expansão e todo o suporte necessário ao êxito do franqueador e franquias.

 

A consultoria organizacional para empresas é uma ferramenta que pode atuar como um divisor de águas na condução de negócios.

Apesar da possibilidade de ser desenvolvida com um foco específico, a consultoria organizacional sempre vai visar a otimização, seja de processos, recursos ou equipe, além de ser voltada a uma atuação mais competitiva da marca.

Entender o potencial da consultoria organizacional é um primeiro passo para avaliar como essa ferramenta pode ser aplicada na realidade da sua empresa. Confira!

O que faz uma consultoria organizacional?

A consultoria organizacional é um serviço prestado por um consultor/consultoria para uma empresa/cliente.

O objetivo é realizar uma avaliação diagnóstica completa da estrutura organizacional da empresa e propor um plano de ação focado em mudanças estratégicas de acordo com as oportunidades mapeadas.

A consultoria organizacional pode ser voltada à avaliação dos aspectos gerais da operação como um todo ou de setores específicos como marketing, financeiro, recursos humanos, logística etc.

Um diferencial importante da consultoria é ter um ou vários especialistas externos que vão prover uma visão diferenciada do negócio em relação aos gestores.

Assim, ao mesmo tempo que traz uma avaliação especializada e planos estratégicos e, portanto, com responsabilidade sobre o projeto, o consultor pode apenas orientar a empresa, sendo que a execução fica a cargo dos gestores e suas equipes.

Como funciona a consultoria organizacional?

Ainda que a consultoria organizacional possa ter diferentes objetivos e focos, o passo a passo para operacionalizá-la é semelhante.

Mapeamento do cenário

O primeiro passo de qualquer consultoria estratégica para empresas será o mapeamento do cenário atual do negócio para identificar processos, cultura organizacional, estabilidade financeira, procedimentos de qualidade, abastecimento e fornecedores etc.

Para ter uma visão completa da operação será necessário ter acesso às informações do negócio incluindo: relatórios financeiros, relatórios setoriais, política corporativa, treinamentos e capacitação, políticas de contratação, reclamações de clientes, guia de comunicação, guia de identidade visual e outros.

A consultoria também pode incluir entrevistas e conversas com os gestores e outros colaboradores, especialmente em empresas em que os processos não estão bem documentados.

Por fim, o consultor também precisa ter domínio sobre o mercado, pois é em relação às melhores práticas existentes do setor que serão identificadas as oportunidades no posicionamento comercial da marca.

Análise e diagnóstico

Com esse conjunto de informações sobre o contexto interno e externo da empresa é que a consultoria vai iniciar efetivamente a etapa de análise para traçar um diagnóstico sobre a estrutura organizacional da empresa.

Nessa etapa podem ser envolvidos profissionais com diferentes backgrounds, o que possibilita uma identificação mais precisa, ampla e contextualizada das oportunidades.

Também são usadas ferramentas organizacionais para compreensão do cenário, como: 5 Forças de Porter, Canvas, Análise SWOT, Análise PESTEL, Matriz BCG e outras.

As ferramentas empregadas na análise dependem diretamente de qual o foco da consultoria e quais recursos têm maior potencial no contexto observado.

Plano de ação

Apesar da importância do diagnóstico na consultoria organizacional, o produto final e mais importante da ferramenta é o plano de ação.

No diagnóstico é definido onde a empresa está e onde ela pode chegar. Para tal é estruturado um plano de ação em etapas para dar clareza e perspectiva aos gestores e equipes.

O plano de ação deve contemplar cada oportunidade mapeada, inclusive instruindo como um gargalo pode ser revertido e transformado em uma força na operação.

Com isso, o plano de ação é materializar os resultados da consultoria organizacional com sugestões e proposições que atingem exatamente os pontos centrais que precisam ser melhorados e otimizados.

O plano pode incluir desde uma reestruturação de processos como até um reposicionamento da marca no mercado, plano de expansão e reformulação do modelo de negócios, tudo depende da extensão da consultoria e, claro, do que a pesquisa dos consultores vai revelar.

Quais são os benefícios de contratar uma consultoria organizacional?

A consultoria organizacional é uma ferramenta voltada à melhora do desempenho comercial da marca e para isso ela explora os riscos e oportunidades não aproveitadas que podem estar impactando os resultados.

Dessa forma, o principal benefício da consultoria é mapear as oportunidades do negócio e entregar um plano de como aproveitá-las considerando o contexto interno e externo. Outros benefícios incluem:

  1. otimização de processos;
  2. definição e clareza nos objetivos de curto, médio e longo prazo;
  3. definição de um organograma claro, com delimitação das hierarquias;
  4. estruturação e uniformização da cultura organizacional da empresa;
  5. aumento da produtividade das equipes;
  6. melhora do clima organizacional e maior abertura à transformação;
  7. definição de estratégias mais competitivas;
  8. melhora na comunicação e relacionamento com o cliente;
  9. elaboração de um plano de negócios sólido;
  10. definição de métricas de monitoramento de desempenho.
 

Portanto, os benefícios da consultoria organizacional são diversos, destacando que a ferramenta será personalizada às necessidades da empresa, o que garante um resultado mais satisfatório e realmente transformador.

Para que a consultoria organizacional promova os benefícios esperados e desejados é imprescindível contar com uma empresa especializada.

O Grupo BITTENCOURT é especializado em consultoria organizacional e efetua uma avaliação diagnóstica completa para elaboração de um Mapa de Oportunidades da empresa e o plano de ação para resultados mais consistentes.

São Paulo, maio de 2024 – Em 20 de maio, em um evento exclusivo para convidados, a Dexco, maior casa de marcas do Brasil para materiais de construção, reforma e decoração, fez o lançamento da Casa Dexco, sua primeira flagship store, que contou com a co-criação do Grupo BITTENCOURT, consultoria especializada no desenvolvimento, expansão e gestão de redes de negócios e franquias, na conceituação e desenvolvimento de todo o projeto.

De acordo com Lyana Bittencourt, CEO da consultoria e responsável pelo desenvolvimento conceitual da Casa Dexco, foi realizado um amplo estudo sobre os rumos que a indústria deve seguir. “Trouxemos benchmarks mundiais e, principalmente, a expertise de como operacionalizar todo esse complexo e inovador projeto de ponta a ponta”.

O conceito criado envolve inovação, tecnologia e entretenimento, de forma a materializar a experiência de varejo com as marcas que compõem a Dexco — Deca, Portinari, Hydra, Duratex, Castelatto, Ceusa e Durafloor – de maneira integrada.

“Quem visitar a Casa Dexco terá uma experiência encantadora e sem atritos. Isso deve-se ao fato de que tudo o que está por trás do que o cliente vê, também foi cuidado para garantir a consistência da experiência desde a concepção do projeto em 2020”, complementa Lyana.

Sobre o papel do Grupo BITTENCOURT na concepção do projeto

O Grupo BITTENCOURT desempenhou um papel fundamental na concretização do conceito da Casa Dexco. Com sua expertise no desenvolvimento de novos modelos de negócios e conceitos de varejo, colaborou estreitamente com a Dexco para criar uma experiência de compra única e envolvente. A contribuição do Grupo BITTENCOURT também levou em conta explorar todo o portfólio de marcas da Dexco, criando espaços de diferenciação e geração de valor para toda a companhia.

O desenvolvimento do conceito da flagship contemplou um trabalho abrangente de imersão na Dexco, com pesquisas detalhadas sobre consumidores e mercado. A inspiração para a construção do conceito veio de imersões em mercados internacionais e de decisões claras sobre o que Dexco queria ser e o que não queria ser para o consumidor. Com base nessas decisões, foram definidos os pilares estratégicos nos quais todo o projeto estaria alicerçado: ser um centro de referência e inspiração que conduzisse o consumidor em toda a jornada de compra; impactar de forma importante o mercado, o consumidor e a empresa; e, principalmente, entregar a proposta de valor de “Viver Ambientes” em todos os aspectos da Casa Dexco.

Operacionalização e Excelência

Do ponto de vista da estruturação da operação, o Grupo BITTENCOURT assegurou que todos os aspectos operacionais do conceito fossem gerenciados com excelência. As marcas serão apresentadas de forma harmônica e coordenada, facilitando a conversão em vendas. O espaço também servirá de ponto para colaboração com arquitetos parceiros e influenciadores digitais, valorizando o diálogo entre marcas, produtos, profissionais e clientes.

Cada um dos ambientes tem um propósito claro e uma “vocação”, desde um atendimento personalizado com um concierge que guiará o consumidor em toda a jornada dentro da loja até espaços colaborativos e de coworking, café para convivência e relacionamento, espaços educacionais das marcas, além de espaços multifuncionais e flexíveis que permitem sua adequação para exposições e eventos. O uso da tecnologia também está presente, como por exemplo o uso de realidade aumentada para enriquecer a experiência do consumidor e facilitar a visualização dos produtos em diferentes contextos.

Para garantir uma experiência de loja sempre renovada, como uma grande exposição de design, arquitetura e experiências, a Casa Dexco contará também com a participação de marcas parceiras que contribuirão para a composição dos ambientes da loja.

Principais Características da Casa Dexco

  • Espaços de Exposição e Ambientes Criativos: A Casa Dexco contará com diversos espaços de exposição e ambientes criativamente projetados que inspirarão e informarão os visitantes sobre as últimas tendências em arquitetura e decoração.
  • Áreas Educativas e Interativas: A flagship incluirá um auditório para sessões de treinamento, mostras de decoração com arquitetos convidados e conteúdos educativos para aprimorar a experiência do cliente.
  • Vendas Diretas ao Consumidor: Pela primeira vez, a Dexco oferecerá vendas diretas ao consumidor a partir de um local físico, proporcionando uma experiência de compra completa e consultiva.
  • Espaços Colaborativos: A loja também contará com um café para socialização, um coworking para arquitetos e designers e áreas flexíveis para eventos privados e ativações.

Casa Dexco: Uma Nova Experiência de Varejo

Localizada no icônico Conjunto Nacional na Avenida Paulista, a Casa Dexco ocupará aproximadamente 4.000 metros quadrados distribuídos em dois andares. Esta megaloja está programada para ser inaugurada no primeiro trimestre de 2025, com um investimento de R$ 50 milhões. A loja servirá como um espaço dinâmico para inspiração e experimentação, apresentando exposições de produtos, ambientes criativos e espaços interativos com soluções para “Viver Ambientes”.

Sobre o Grupo BITTENCOURT

O Grupo BITTENCOURT é especializado no desenvolvimento, gestão e expansão de redes de negócios. Com quase quatro décadas de história, o Grupo se consolidou no mercado como referência em ressignificação de negócios, atuando em diversos canais e com empresas de todos os portes e segmentos. Com operações no Brasil e na Europa, a empresa oferece soluções que vão desde desenvolvimento de novos conceitos de negócios até a gestão completa de uma rede. Arezzo, Reserva, Vivo, Danone, Motorola, Ambev, Centauro, Dexco, Stanley, Dunkin Donuts, Coca Cola, Google, Samsonite, Porto Seguro, Adidas e Heliar são alguns dos players de peso que tiveram seus negócios impactados pelo trabalho da consultoria.

O Cabana Burger, rede inovadora de hambúrgueres, entra em uma nova fase de expansão. Com a parceria estratégica do fundo de private equity Treecorp e a expertise em franchising do Grupo BITTENCOURT, a marca anuncia seu plano de abrir mais de 100 unidades de franquias nos próximos três anos, começando por São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Desde sua fundação em 2016, o Cabana Burger tornou-se um ícone no setor de casual dining no Brasil, oferecendo uma fusão única de fast food com toques artesanais.

 

Atualmente com 24 unidades, a marca é reconhecida pela qualidade e inovação, atributos reforçados pela capacidade de produção de sua cozinha central em Santana do Parnaíba, que também irá suportar o abastecimento das unidades franqueadas em todo o país.

 

O Grupo BITTENCOURT desempenhou um papel crucial no apoio ao Cabana Burger para entrar no sistema de franquias, realizando um trabalho detalhado de formatação do negócio para garantir uma expansão eficiente e sustentável. O processo envolveu várias etapas estratégicas que deram a segurança para a companhia do caminho escolhido para a expansão.

 

“Transformar uma empresa em um modelo de franquia exige um entendimento profundo do negócio e uma estruturação meticulosa. Nossa abordagem envolveu desde a definição do perfil ideal de franqueado até o desenvolvimento de manuais operacionais detalhados, garantindo que cada nova unidade mantenha os padrões que fizeram do Cabana Burger um sucesso.” explica Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT

 

Inicialmente, o Grupo BITTENCOURT colaborou com o Cabana Burger na definição dos modelos operacionais de franquia. O modelo escolhido foi o “Cabana Fast”, que utiliza totens de autoatendimento para uma operação mais enxuta e eficiente. Este modelo permitiu ajustar o tamanho das operações e fazer mudanças arquitetônicas adequadas para diferentes localizações.

 

Na formatação do modelo de franquia, o Grupo BITTENCOURT também apoiou no desenvolvimento dos manuais operacionais detalhados que definem claramente o perfil ideal do franqueado, os padrões operacionais, e as expectativas de qualidade e nível de serviço. Esses manuais são essenciais para garantir que cada nova unidade mantenha a consistência e os padrões que contribuíram para o sucesso da marca Cabana Burger.

 

Além disso, o Grupo BITTENCOURT auxiliou na estruturação das projeções financeiras e na análise crítica das premissas econômicas do modelo de franquia. Com a utilização de dados de operações comparáveis dentro da rede Cabana Burger foi criado um modelo financeiro realista, que inclui estimativas de investimento inicial, faturamento mensal, lucro líquido esperado, e tempo de retorno do investimento (payback).

 

O suporte contínuo do Grupo BITTENCOURT não se limitou apenas ao início das operações. Ele estende-se a áreas como seleção de ponto comercial, gestão de fluxo de caixa, compras, estoque e marketing. Isso proporciona ao Cabana Burger e seus franqueados uma base sólida não apenas para iniciar suas operações, mas também para sustentar o crescimento e a expansão contínua.

 

Os franqueados do Cabana Burger se beneficiarão de um modelo de negócio comprovado e de suporte contínuo em áreas como seleção de ponto comercial, gestão de fluxo de caixa, compras, estoque e marketing. A taxa de franquia está fixada em R$150 mil, com 7% de royalties e 1% destinado ao fundo de propaganda.

A consultoria de campo e negócios é uma ferramenta estratégica para empresas que querem potencializar processos e ferramentas relacionados à gestão, operação e resultados.

A ideia é que o consultor de negócios possa destrinchar diferentes aspectos gerenciais e operacionais da empresa a fim de agregar insights valiosos para melhora da performance.

Essa visão externa e especializada do consultor é um diferencial importante da consultoria de campo e negócios que é focada nas necessidades e estrutura da empresa.

Os benefícios da consultoria podem ser alcançados por negócios de diferentes setores e tamanhos, mas há ganhos significativos para o franchising, um modelo de negócio muito específico e desafiador.

Para que serve a consultoria de campo e negócios nas franquias?

No franchising, a consultoria de campo e negócios é uma ferramenta para alinhar a atuação das franqueadas com o plano de negócios da franqueadora.

O suporte da consultoria de campo e negócios pode vir antes mesmo da inauguração de uma nova unidade ou em franquias já em operação.

A primeira etapa da consultoria é um estudo detalhado do contexto do negócio, considerando os processos, resultados das franquias e como os planos estratégicos estão sendo colocados em prática.

A equipe da consultoria oferece apoio desde o planejamento de metas e objetivos das franquias, considerando o cenário específico, até no relacionamento entre franqueadora e franqueados ao difundir as melhores práticas e dar suporte contínuo às unidades.

Para novas unidades, a consultoria de campo e negócios é tanto um suporte ao novo franqueado como contribui no vínculo entre ele e a franqueadora, criando senso de pertencimento e propósito alinhado ao plano de negócios.

As visitas e acompanhamento às unidades franqueadas garantem a possibilidade de otimização contínua dos processos e práticas gerenciais, somando aos resultados individuais das franquias, mas impactando o valor e performance da rede como um todo.

Quais os benefícios da consultoria de campo e negócios?

Como visto, a consultoria de campo e negócios é um acompanhamento contínuo que estabelece uma conexão valiosa entre franqueados e franqueadoras.

Os benefícios impactam os dois lados, explicando a opção por esse modelo de consultoria, como:

  • padronizar e replicar o modelo de negócio como planejado;
  • auxiliar o franqueado em atividades de planejamento e gestão da franquia;
  • dar suporte ao franqueado para melhorar os resultados da unidade e alcançar as metas de desempenho;
  • melhorar o relacionamento e comunicação entre franqueado e franqueadora;
  • acompanhar os padrões de atendimento, qualidade e instalações das franquias para garantir a excelência almejada;
  • contribuir no crescimento saudável e de qualidade da rede franqueada.

A expansão da rede de franquias, valorizando a marca em si, é um objetivo compartilhado entre franqueadora e franqueados.

A consultoria de campo e negócios contribui nessa convergência de interesses, uma vez que com o crescimento, o acompanhamento centralizado das unidades pela franqueadora torna-se mais desafiador e, em um certo nível, inviável.

Assim, a consultoria realiza esse papel de estar próxima aos franqueados, estabelecendo o elo entre unidades e a franqueadora em busca de um objetivo comum.

Quando contratar uma consultoria de campo e negócios?

Muitas franqueadoras pensam em recorrer à consultoria de campo e negócios para reverter problemas crônicos na operação da rede franqueada.

Ainda que esse seja sim um cenário no qual a consultoria pode ser acionada, haverá todo um trabalho de correção e reajuste dos rumos que impactam a rede como um todo, comprometendo os resultados e, até mesmo, a credibilidade da marca.

O cenário ideal é que a consultoria de campo e negócios possa atuar preventivamente, de forma a dar suporte aos franqueados e franqueadora antes que tais problemas se estabeleçam.

O Grupo BITTENCOURT é especializado no suporte às franqueadoras, desde o estudo de viabilidade, formatação e planos de expansão até aos desafios relacionados à operação e solidez da marca. 

Com a consultoria de campo e negócios oferece-se um suporte contínuo ao franqueado e ganhos que impactam positivamente a rede.

A loja conceito, também chamada de flagships (carro-chefe na tradução direta), é uma tendência entre marcas varejistas e foca na experiência do cliente.

Entender o que são as lojas conceito, mas mais que isso, o contexto no qual elas surgem, é fundamental para compreender as novas tendências do mercado e como as marcas estão se reposicionando para atrair e fidelizar o público. Confira a seguir! 

O que é uma loja conceito?

A loja conceito é uma unidade diferenciada da marca que reflete em todos os seus componentes quais são os valores a serem transmitidos na experiência do consumidor.

Esse estabelecimento também serve como norteador das demais unidades, pois incorpora o que há de mais atual no posicionamento da marca e deve inspirar estética e operacionalmente as novas unidades e reformulações em unidades antigas.

Apesar de não ser uma exclusividade de franquias, a proposta de loja conceito conversa diretamente com o modelo franchising ao refletir de forma uniforme as ideias da rede.

Todo o desenho da loja conceito é focado em promover uma experiência sensorial, emocional e imersiva ao consumidor, como por meio da arquitetura, design, música ambiente, cheiros, apresentação dos produtos, atendimento etc.

Ainda que os elementos visuais sejam importantes na concepção da loja conceito, ela vai muito além disso e ainda serve para pensar no conceito de loja.

Isso significa que, mesmo marcas que estão começando no varejo podem usar os processos da concepção da flagships para pensar sua presença no mercado e fatores como:

  • jornada de compra;
  • abastecimento;
  • processos operacionais e logísticos;
  • dimensionamento de equipe;
  • catálogo de produtos comercializados;
  • serviços agregados na unidade física e lojas online.

Assim, a loja conceito também é um espaço para repensar e, se necessário, reestruturar aspectos mais estratégicos da marca, o que pode ser direcionado a marcas que estão planejando ingressar no varejo. 

Por conta dos diferenciais da loja conceito ela não é, e não se propõe a ser, escalonável. Não é factível que todas as unidades se convertam em flagships, mas elas devem se inspirar nessa operação idealizada para trazer componentes relevantes da marca mais próximos do público.

Quais são as características de uma loja conceito?

A loja conceito apresenta diferentes elementos que a distingue de uma unidade normal da marca.

Ainda assim, é possível destacar três características mais centrais na concepção de uma loja conceito: arquitetura, valores e atendimento.

Arquitetura e design

A loja conceito diferencia-se desde a sua concepção estrutural. Na parte arquitetônica e ornamental, por exemplo, ela deve expressar tanto a essência da identidade da marca, como materializar seus valores.

Nesse quesito um exemplo é a NBA Store que em um espaço de 1.500 m² organiza-se como uma quadra de basquete e disponibiliza espaços interativos para os frequentadores.

Todo o design da loja conceito deve ser pensado para promover uma experiência imersiva no universo da marca.

A ornamentação e decoração também compõem esse ambiente para que ele seja representativo da identidade da marca em sua essência.

Valores da marca

O objetivo da loja conceito não é apenas fazer vendas e sim ter um espaço para que os consumidores possam conhecer mais a marca, seus produtos e, especialmente, seus valores e posicionamento.

A loja conceito da chocolateria Dengo, por exemplo, expõe não apenas seus produtos, mas queijos, vinhos e cafés de pequenos produtores pelo Brasil, valorizando uma prática que está no cerne do posicionamento da marca no mercado e que vai além do seu próprio catálogo. 

Existem diferentes formas de materializar quais são os valores da marca, como criando um espaço altamente tecnológico para aqueles que têm a inovação como cerne, focando em áreas visualmente confortáveis se esse é o pilar do negócio ou mesmo sendo minimalista se essa é a proposta da marca.

Atendimento

A promoção de uma experiência única e diferenciada para o público não estaria completa sem a qualidade do atendimento. 

Apesar de o foco não ser as vendas, um dos objetivos da loja conceito é aproximar o consumidor dos produtos, portanto, a organização e exposição são importantes, mas não tanto quanto à liberdade de manuseio para uma experiência sensorial completa.

A possibilidade de interação com os produtos, experimentar e conhecê-los em um nível mais detalhado e até técnico, em alguns casos, é um diferencial da loja conceito.

Na Arena Centauro, loja conceito localizada dentro do Parque do Ibirapuera, são oferecidos cursos, como de yoga, grupos de corrida e orientação sobre os modelos de tênis.

Para que possa não apenas ser uma loja, mas também incluir atividades com os consumidores, cursos e orientações, é indispensável que os colaboradores sejam qualificados.

Assim, na loja conceito os profissionais devem ter um profundo conhecimento dos produtos e da marca em si e terem uma comunicação ainda mais humana e clara.

Portanto, não se trata de vender e sim de envolver o consumidor no universo da marca por meio tanto de aspectos físicos, como a arquitetura, design, exposição dos produtos, como de serviços, relacionamento e atendimento à comunidade.

Quais os benefícios de uma loja conceito?

A loja conceito promove diferentes benefícios às marcas que justificam o investimento nesse tipo de estabelecimento. Eles incluem:

  • comunicar os valores da marca para o público;
  • melhorar a apresentação dos produtos; 
  • estabelecer um espaço de relacionamento com o consumidor;
  • ter um espaço para lançamentos de produtos e apresentação de tendências da marca;
  • personalizar o atendimento ao consumidor com orientações, consultorias e outros serviços;
  • direcionar a identidade visual da marca.

A loja conceito, portanto, também é importante para dar clareza aos gestores, pois deve focar apenas naquilo que é mais necessário para promover uma jornada de compra excepcional.

Como pensar a loja conceito da marca?

Para criação da loja conceito, a marca deve ter muito foco no que é mais importante de ser comunicado ao seu público e que vai gerar conexão com ele.

Portanto, não se trata de criar um espaço bonito, cheiroso e com música agradável e sim em gerar identificação com o público ao comunicar de forma assertiva valores e projetos.

A clareza necessária vem de um planejamento estratégico bem estruturado, com definição dos objetivos de curto e longo prazo, missão, visão e valores do negócio e conhecimento profundo sobre o público-alvo.

A complexidade de elementos de uma loja conceito torna fundamental a assessoria especializada para pensar esse espaço que será uma grande vitrine da marca.

O Grupo BITTENCOURT tem a expertise necessária para guiar franquias nesse processo de concepção e desenvolvimento da loja conceito, bem como para agregar em aspectos estratégicos, como a própria definição do conceito da marca e seus desdobramentos operacionais.

 

A segmentação demográfica anda lado a lado à definição do público-alvo da marca e é uma forma de definir e direcionar mais assertivamente a comunicação da empresa.

Conhecer as possibilidades da segmentação de mercado e demográfica viabiliza a estruturação de melhores estratégias e que se refletem em aumento das vendas e rentabilidade. Saiba mais a seguir.

Quais são os 4 tipos de segmentação de mercado?

Existem diferentes formas de segmentação de mercado sendo que cada uma delas provém um tipo de conhecimento que pode ser direcionado às estratégias de marketing da empresa.

  • A segmentação demográfica, é voltada principalmente às informações básicas como: idade, gênero, renda, estado civil e ocupação para categorizar consumidores.
  • A segmentação geográfica usa a localização como principal referência, permitindo recortes por estado, cidades, região e até mesmo bairro e CEP.
  • A segmentação psicográfica foca nos valores e crenças para encontrar aqueles que mais se identificam com sua marca. Um exemplo são produtos de nichos como para veganos.
  • A segmentação comportamental leva em consideração o histórico de navegação e compra dos consumidores a fim de identificar aqueles que, por associação de interesses, podem ser clientes em potencial da marca.
 

Apesar de existirem outros tipos de segmentação de mercado, são essas as mais comuns e que apresentam melhor potencial de retorno.

Quais são as características da segmentação demográfica?

Como visto, todos os tipos de segmentação oferecem algum potencial comercial a ser explorado pela marca e aproximá-la de possíveis clientes. Hoje vamos focar na segmentação demográfica.

segmentação demográfica é aquela que permite categorizar grupos de pessoas e incluem: idade, gênero, renda, ocupação, estado civil, escolaridade, religião e outros.

A segmentação demográfica tem muitos paralelos com a definição do público-alvo da marca.

Por meio dela é possível direcionar as estratégias de marketing da empresa ao público com maior potencial de compra devido às características compartilhadas com outros consumidores.

Um exemplo é uma loja de roupas femininas voltadas a classe B e para um público jovem-adulto. 

Para que as campanhas de marketing atinjam exatamente esse grupo será necessário acionar segmentações de gênero, idade e renda e cruzá-las.

Dessa forma, a campanha será entregue para um público mais propenso a comprar, com base no histórico de clientes que a marca mapeou.

Principais vantagens da segmentação demográfica?

A principal vantagem da segmentação demográfica é permitir alcançar o público-alvo da marca, de forma a direcionar com mais precisão as campanhas de marketing.

Apesar dessas campanhas segmentadas alcançarem menos pessoas, elas são mais personalizadas, efetivas e relevantes para aquele grupo, aumentando as taxas de engajamento e conversão, gerandomaior eficiência e consequentemente resultando em um melhor retorno do investimento (ROI) .

O resultado é a otimização do orçamento de marketing, pois reduz os custos das campanhas ao mesmo tempo que as torna mais eficientes no seu objetivo – atrair leads e vender.

Os canais também tendem a priorizar campanhas bem formuladas, o que é medido – entre outros critérios – pelo engajamento e conversão. Ou seja, quanto melhor a performance da sua campanha, o desempenho dela tende a ser escalonado no curto prazo.

Como fazer a segmentação demográfica?

Para criar campanhas eficazes com segmentação demográfica, siga principalmente estes passos:

  • Defina sua Persona: Identifique o perfil ideal do seu cliente, considerando características como idade, gênero, localização e renda. Isso ajuda a escolher os critérios demográficos mais relevantes;
  • Escolha os critérios de segmentação: Determine quais fatores são mais importantes para atingir seu público. Você pode segmentar por idade, localização, nível de renda, ocupação, entre outros;
  • Realize testes: Teste diferentes configurações para entender quais funcionam melhor. Pequenos ajustes podem melhorar significativamente o desempenho da campanha;
  • Monitore e otimize: Acompanhe os resultados com métricas definidas e faça ajustes conforme necessário para melhorar o desempenho. A otimização contínua é fundamental para campanhas bem-sucedidas. 

 

Seguindo esses passos, você garante que sua campanha atinja as pessoas certas e obtenha melhores resultados.

Um aspecto importante é que mesmo uma campanha muito bem-sucedida usando segmentação demográfica pode parar de entregar resultados com o tempo.

A ideia da segmentação, seja de mercado ou demográfica, é justamente viabilizar ajustes contínuos a fim de aumentar os resultados e impactar não apenas os clientes que já conhecem a marca, mas outros potenciais consumidores.

Para agregar estrategicamente nas suas campanhas digitais e posicionamento de marca não deixe de contar com uma consultoria com know-how especializado, como o Grupo BITTENCOURT.

Existem diferentes motivos para contratar uma consultoria empresarial se você sente que sua empresa está perdendo oportunidades ou dinheiro devido a problemas operacionais ou gerenciais.

As vantagens da consultoria empresarial são transversais, impactando todos os departamentos ao criar uma coerência de atuação entre as diferentes frentes do negócio.

O objetivo da contratação da consultoria pode variar de caso a caso, entretanto, algumas possibilidades serão apresentadas a seguir.

1. Diagnóstico empresarial

É muito comum que a contratação da consultoria empresarial vise fazer um diagnóstico empresarial geral, viabilizando uma visão holística do negócio devido ao know how especializado.

O diagnóstico é ideal para empresas que sentem que precisam se desenvolver, mas ainda não identificaram quais são as oportunidades ou limitadores que impedem esse crescimento.

Conhecer amplamente a situação atual do negócio é um primeiro passo imprescindível para qualquer plano futuro.

2. Mapeamento e reestruturação de processos

Muitas empresas apresentam uma operação engessada que não chega a ser prejudicial, mas é mais onerosa que o necessário e carece de atualizações que permitam ganhos de eficiência e produtividade.

O primeiro passo nesse sentido é um mapeamento completo dos processos, sejam administrativos como de produção.

Com esse mapa em mãos, os gestores podem considerar reestruturar processos a fim de superar gargalos operacionais, otimizar recursos e melhorar os resultados.

3. Clareza no propósito

Não é incomum que as empresas tenham uma operação rotineira estabilizada, mas sem que haja clareza em qual o propósito e os objetivos de curto, médio e longo prazo.

Essa falta de direcionamento estratégico nos objetivos do negócio é a principal responsável por decisões equivocadas que levam a problemas administrativos e financeiros.

4. Vanguarda de atuação

Apesar do profundo conhecimento do próprio segmento e produto, é comum que empresários não tenham o mesmo entendimento quanto a outros tópicos relevantes para operação da empresa, como marketing, vendas, tecnologia, sistemas de gestão etc.

A consultoria empresarial contribui para uma visão panorâmica do mercado, considerando soluções pioneiras em diferentes áreas que possam agregar nas operações, estratégias e até vendas do negócio.

5. Mapa de oportunidades

Para conhecer as oportunidades de atuação é preciso ter clareza sobre os aspectos internos e externos, incluindo desde diferenciais da marca até expectativas comerciais do segmento.

Ao unir o diagnóstico empresarial com a análise de mercado, a consultoria empresarial consegue fazer esse levantamento de oportunidades a serem exploradas pela empresa.

Um exemplo é a viabilidade de franqueabilidade do negócio que pode ter um elevado potencial de expansão por meio do franchising, mas que ainda desconhece essa oportunidade de crescimento. 

6. Precisão das ferramentas

O mercado está repleto de ferramentas, digitais e analógicas, para implementação de planos de gestão e crescimento de empresas.

Entretanto, não é apenas o ferramental que é relevante em uma gestão otimizada, e sim a correta seleção das ferramentas e aplicabilidade no contexto do negócio.

É justamente pelo mau uso de ferramentas de gestão que muitas empresas questionam a efetividade desses modelos.

O know how da consultoria empresarial é um diferencial fundamental para que haja melhor uso de ferramentas no direcionamento estratégico da marca, evitando o uso equivocado desses instrumentos.

7. Definição de métricas estratégicas

A consultoria empresarial pode promover um suporte temporário que atenda as demandas específicas da empresa no momento da contratação. 

Mesmo nesse contexto, os impactos de contratar uma consultoria empresarial devem ser duradouros e isso acontece por meio da definição de métricas estratégicas a serem monitoradas.

Nesse caso, o papel da consultoria é definir quais métricas fornecem informações mais relevantes sobre o caminho a ser trilhado pela empresa, de acordo com seus objetivos de mercado.

Também é papel da consultoria elaborar guias de como essas métricas devem ser calculadas, monitoradas e analisadas no contexto maior da empresa e de sua atuação comercial.

Ainda que as métricas possam mudar posteriormente, elas permanecerão relevantes até que o objetivo estipulado seja alcançado.

Fica evidente assim que a consultoria empresarial oferece um suporte estratégico às empresas com ganhos administrativos, gerenciais, operacionais e comerciais.

Para que os resultados sejam efetivos, é indispensável contratar uma consultoria empresarial reconhecida, como o grupo BITTENCOURT, que conta com experiência, know how e profissionais qualificados para o suporte que sua empresa precisa para crescer.