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Em uma das visitas técnicas aqui em Phoenix, fomos conhecer de perto o modelo de negócios e uma unidade da School of Rock.
Rob Price, Presidente e CEO da marca nos recebeu com uma de suas franqueadas para mostrar a unidade e nos contar um pouco sobre o que a School of Rock tem de especial.
Logo no primeiro contato, o que podemos perceber é a paixão pelo negócio que combina educação musical e desenvolvimento pessoal, o que impacta de forma muito positiva a saúde mental dos alunos. Segundo Bob, o impacto é tão positivo que apoia na redução do índice de suicídio entre os jovens.
Com planos ambiciosos de expansão global, incluindo 150-300 novas escolas no Brasil, a franquia está construindo uma comunidade unida de franqueados comprometidos com o sucesso dos alunos. Alguns pontos de destaque:
– A marca foi fundada em 1998 e iniciou no franchising em 2005 – hoje é de um fundo de private equity
– Possui unidades próprias, mas o foco é a expansão no franchising. Para a franqueada essa é uma das vantagens de estar no negócio. A franqueadora sente as mesmas dores dos franqueados e isso abre espaço para conversas.
– O investimento nas escolas é alto (cerca de US$ 500.000), principalmente por conta da sua estrutura física com os estúdios e salas de ensaio, porém sua operação é bastante simples.
– Muitas vezes os próprios alunos se tornam professores e seus pais franqueados
– Eles têm dois modelos de atuação: programas de “performance” em que os alunos se preparam para se apresentar ao vivo e como participantes de uma banda. Os próprios alunos escolhem o repertório e coisas muito diferentes podem acontecer como por exemplo, um duelo de Taylor Swift x Dolly Parton (ícone do country nos EUA).
– Suas estratégias de marketing, são centradas em eventos da comunidade em que a franquia está instalada (promovem shows dos alunos em eventos como feiras de negócios, corridas de rua, etc) e aulas experimentais (nas quais os interessados na escola fazem uma aula para sentir como é fazer parte da escola e, então tomarem a decisão de se inscreverem nos programas)
– Os alunos são parte ativa do modelo, e não apenas promovem a marca, mas são munidos de um forte senso de pertencimento.
Um modelo interessante e que ensina sobre a necessidade das unidades estarem próximas da comunidade, engajarem seus clientes e os tornarem promotores do negócio.
Tema recorrente em quase todas as sessões da Convenção da IFA (International Franchise Association), a inteligência artificial claramente tem impactado os negócios de diversos setores.
E pensando nisso, Shawn DuBravac, Ph.D e presidente da Avrio Institute – consultoria com foco em apoiar as empresas a lidarem com os avanços tecnológicos que impactam seus negócios – desenhou uma sessão hands-on sobre as aplicações práticas da IA no franchising em suas diversas frentes como marketing, operações, desenvolvimento, etc. Ficou claro que IA não apenas aumenta a eficiência operacional, mas também revoluciona o envolvimento do cliente, as estratégias de marketing e os processos no franchising – seja para os franqueados, seja para as franqueadoras.
A aplicação imediata da IA em marketing é inegável. Ao analisar grandes quantidades de dados, a IA permite que os franqueadores criem campanhas de marketing personalizadas que atendem diretamente às necessidades e preferências do consumidor. A aplicação prática envolve o aproveitamento de ferramentas de IA para análise preditiva para prever tendências e comportamentos dos clientes, otimizando assim os esforços de marketing e alocações orçamentárias para maior ROI. Um exemplo? Análise de reviews sobre seu produto ou serviço disponíveis online para direcionar melhoria em produtos, entendimento de posicionamento e imagem da marca, identificação das vantagens competitivas que os consumidores enxergam na sua marca e que apoiam na determinação da proposta de valor e que podem ser ressaltadas na comunicação.
As melhorias operacionais por meio da IA são para as franqueadoras talvez um dos maiores ganhos no uso dessa tecnologia. A implementação de IA no atendimento aos franqueados pode reduzir os custos operacionais e, ao mesmo tempo, aumentar os índices de satisfação. Os franqueadores podem adotar chatbots com IA para garantir acesso 24 horas por dia, 7 dias por semana para sanar dúvidas comuns dos franqueados. Além disso, análise de uma grande quantidade de dados, como por exemplo, os DREs das franquias podem auxiliar os consultores de campo a definirem planos de ação com base em desempenho e tendo como referência dados de benchmarks da rede.
Além disso, a IA serve como uma ferramenta indispensável para a tomada de decisões com base em análises de mercado e até mesmo para seleção de pontos comerciais. Ao empregar IA para analisar dados demográficos, econômicos e competitivos, os franqueadores podem identificar locais ideais para expansão e adaptar as suas ofertas para satisfazer as exigências do mercado local. Além disso, pode apoiar na criação de cronogramas de implantação, definição das etapas a serem cumpridas, e até mesmo as ações que devem ser realizadas, pré, durante e pós inauguração da franquia.
Alguns dos usos para equipes de expansão vão desde treinamentos sobre como lidar com objeções e desenho de diferentes de cenários para lidar com os candidatos. Desenhar scripts de abordagem aos candidatos, identificação de mercados inexplorados com alto potencial de crescimento, fazendo com que os recursos sejam investidos em locais com maior probabilidade de gerar retornos, avaliação de concorrência local, análises de posicionamento da marca nos mercados destino… Tudo isso para facilitando a expansão de forma mais estratégica e com menores riscos para a marca e para o candidato que está investindo naquele mercado.
Melhorar o envolvimento do cliente através da IA envolve a criação de experiências personalizadas em cada ponto de contato. Desde mecanismos de recomendação alimentados por IA até estratégias de comunicação personalizadas, os franqueadores podem utilizar a IA para aprofundar o relacionamento com os clientes e promover a fidelidade, impulsionando novos negócios e vendas adicionais.
E na prática? Como começar e quais as ferramentas que podem ser utilizadas?
Comece com uma estratégia: identifique áreas dentro de sua franquia onde a IA pode ter o impacto mais significativo. Comece com projetos que oferecem ganhos rápidos para ganhar velocidade e ter a adesão das equipes.
Invista em treinamento: garanta que sua equipe entenda os recursos da IA e como aproveitá-los de maneira eficaz. A educação contínua manterá sua franquia atualizada em relação aos avanços em IA.
Faça parcerias: busque parcerias com fornecedores de tecnologia especializados em IA que oferecem soluções escalonáveis adaptadas às necessidades de franquia. A experiência deles pode cortar etapas e integrar de forma mais rápida a IA nas operações.
Monitore, repita, faça novamente: Avalie continuamente a eficácia das implementações de IA e permaneça aberto para ajustar estratégias com base em dados de desempenho do uso de IA no negócio.
ChatGPT (https://chat.openai.com/): Uma das ferramentas mais adotadas hoje em dia pela fácil usabilidade e infinitas possibilidades de aplicação. Usado para gerar conteúdo para marketing, análises estratégicas como avaliação de posicionamento da marca frente a concorrência, desenho de planejamento de ações de lançamento de produtos, criação de políticas diversas e muito mais.
Midjourney (https://www.midjourney.com/): Criação de imagens de acordo com o comando fornecido pelo usuário. Pode ser usado para criação de embalagens, imagens para apresentações, redes sociais, logos e muito mais.
Nvidia (https://www.nvidia.com/en-us/): Empresa de tecnologia especializada em IA e metaverso, que possui uma série de soluções de IA que aceleram o deep learning e as interações tecnológicas para as empresas.
Hey Gen (https://www.heygen.com/): Plataforma para criação de mídia digital com IA para geração de vídeos e áudios que parecem ter sido criado por humanos.
Fica claro que a IA passa a ser uma aceleradora do crescimento uma vez que leva à eficiência, expansão de mercado, diferenciação, definição de estratégias vencedoras e, principalmente, passa a apoiar as marcas a se manterem competitivas e resilientes diante dos rápidos avanços tecnológicos dos mercados.
Com a proposta de ser um portfolio de marcas de food service projetada para oferecer retorno rápido do investimento para os franqueados, a EB – Experiential Brands foi apresentada por Aziz Hashim, figura reconhecida no franchising norte americano por há mais de 10 anos ter formado o primeiro fundo de investimentos formado por um multi-franqueado – a NRD Capital.

Fazem parte do portfolio da EB, The Original Hot Chicken da frangos fritos, Inked Tacos de comida mexicana, Pinsa Roman Pizza de pizzas e também uma marca de hambúrgueres. Todos conceitos criados já com a mentalidade de serem altamente escaláveis, adaptáveis e flexíveis para expansão internacional, simples na operação e gestão, pouca necessidade de mão de obra, menus enxutos, emprego de tecnologia para simplificar os processos da operação, além de terem o foco na operação para consumo “off premisse”, ou seja, consumo fora do restaurante. As 4 marcas do grupo podem facilmente ser operadas em uma única cozinha. Para a EB, o foco é a qualidade do produto e não operações de restaurantes grandes e sofisticados, além de, e principalmente, fazer com que o franqueado se rentabilize de forma mais rápida. Uma combinação de fatores que atrai pela ousadia.
O modelo de negócio inovador é construído sobre três pilares: rentabilidade dos franqueados, adaptabilidade e eficiência operacional, com a adição de um foco estratégico na qualidade.

A visão da Experiential Brands é a de garantir o retorno sobre o investimento dentro de dois anos de operação, o que desafia as premissas do mercado, e também um alto nível de confiança na eficácia do modelo. Este objetivo, aliado à promessa de operações simplificadas e ao foco em adaptar o cardápio às preferências locais, parece abrir caminho para uma maior competitividade no mercado de food service, mas principalmente, no mercado de franquias.
Qual candidato à franquia não gostaria de ouvir que o foco do franqueador é garantir que ele tenha retorno do seu investimento em até 2 anos? E qual franqueador do setor da atualidade colocaria à prova seu conceito para se comprometer com esse resultado?
Aziz, com sua vasta experiência como franqueado, traz uma perspectiva única para a estratégia do negócio – em que destaca a importância de um modelo escalável que prioriza a qualidade e a satisfação do cliente. Este compromisso com a excelência do produto, combinado com a estratégia de localizações prime e operações enxutas, posiciona a Experiential Brands como uma força inovadora no setor.
Mas no contraponto, o modelo da Experiential Brands levanta questões sobre sua capacidade de manter a consistência da marca enquanto oferece flexibilidade na abertura das lojas e nas adaptações locais de uma forma geral. Apesar do ceticismo inicial que novos modelos podem provocar, a proposta de valor da Experiential Brands traz uma contribuição significativa para o futuro do franchising no setor de food service e desafia as normas estabelecidas e oferece uma promessa atraente de sucesso e rentabilidade.
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Não é de hoje que artistas e celebridades descobriram a receita de unir influência e reputação com os negócios. Muitos hoje emprestam sua imagem para marcas e produtos e outros, de fato, desenvolvem negócios proprietários e se envolvem desde a conceituação, construção de parcerias, até o desenvolvimento dos produtos, distribuição, marketing e outros.
Esse é caso da atriz Drew Barrymore que, em parceria com a Made by Gather, empresa especialista em desenvolver artigos para cozinha, desenvolveu a Beautiful uma linha de produtos com foco em design, acessibilidade e inovação.
A sessão foi um bate papo leve e divertido com a participação da atriz e do CEO da Made by Gather, Shae Hong

Para criar marcas significativas e com potencial de crescimento por meio de parcerias, é necessário um alinhamento de intenções e propósito, esse é um dos pontos principais. Além disso, um compromisso com a integridade, honestidade e manutenção de promessas. Um novo negócio não exige apenas um bom insight e timing de mercado, é necessário resiliência para seguir enquanto os resultados não veem e uma relação de confiança para fortalecer a sociedade. Foi com esse direcionamento que Drew se aliou a Shae para a criação da Beautiful.
Ao desenvolver um novo produto, não basta apenas criar algo inovador. Não tem que ser apenas agradável aos olhos, com design incrível; eles precisam ser acessíveis e funcionais. Alcançar um equilíbrio entre manter preços atrativos de forma que sejam acessíveis para um público mais amplo e, ao mesmo tempo, investir em inovação e qualidade. Isso tudo sem sacrificar a qualidade e o design.

A distribuição também é um ponto chave para negócio. Assim como pensaram na precificação para alcançar o maior volume de pessoas possíveis, estar em um local com alta capilaridade também se tornou fundamental. No caso da Beautiful, a parceria estratégica foi com o Walmart – o que consideram fundamental para o sucesso do negócio.
Por fim, Barrymore e Hong deram uma prévia das inovações futuras, discutindo novas cores e designs de produtos que estão por vir. Eles enfatizaram a importância de continuar inovando e de manter a marca alinhada com os valores de beleza, funcionalidade e acessibilidade.

Com a case da Beautiful, conseguimos comprovar todo o potencial da interseção entre criatividade, negócios, design e acessibilidade, desenvolvidos por meio de parcerias estratégicas baseadas em confiança, honestidade e na dedicação mútua ao sucesso e à satisfação do consumidor. Com uma receita dessas, não há como dar errado!
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Ouvir quem está sempre de olho no futuro é um ótimo caminho para oxigenar conhecimento e ampliar nosso repertório. E como sempre, na NRF, ouvir Andrea Bell da WGSN – líder global no fornecimento de insights estratégico, dados e análises de mercado -, é uma imersão no que vai moldar o cenário do varejo no futuro.
Aqui estão alguns dos insights para você ficar de olho:

A palestra destacou mudanças demográficas significativas, como o envelhecimento das populações na Ásia (até 2060, a Asia será composta por 1.2 bilhões de pessoas com mais de 65 anos) e a tendência de jovens adultos em países ocidentais se manterem por mais tempo morando com seus pais (48% dos jovens de 18 a 29 nos EUA ainda moram com os pais). Essas mudanças estão desmantelando estereótipos relacionados à idade e criando novas oportunidades de mercado com necessidades diversas, especialmente em saúde e bem-estar.
A ideia é que as empresas abracem uma perspectiva “agnóstica” sobre a idade dos consumidores, afinal, estamos vivendo em um mundo com muita intersecção entre as gerações.
Foco na crescente importância da tecnologia no varejo, particularmente o que chamam de tecnologia intencional e proposital – ou seja, uso de tecnologias de maneira deliberada e com um propósito claro, considerando aquelas que realmente vão agregar valor ao negócio e não porque são novidade ou tendência. Houve uma ênfase em IA e suas implicações para segurança e questões éticas – um dado interessante é que 42% dos especialistas em I.A estão igualmente entusiasmados e preocupados com o surgimento de humanos virtuais e seu impacto potencial em várias indústrias.

A crise climática e sua urgência foram discutidas, junto com a mudança de “eco-raiva” para uma mentalidade esperançosa. Algumas iniciativas começam a aparecer especialmente na Europa em relação à conformidade ambiental e a importância de esforços éticos no varejo, destacando práticas inovadoras em reciclagem e modelos de negócios sustentáveis.
A dinâmica mundial como da distribuição de riqueza, tensões geopolíticas influenciam diretamente o varejo. O conceito de uma sociedade de dois níveis – polarizada e desigual, demanda transparência de preços e produtos sob medida, pensados regionalmente e adaptados. Segundo o Credit Suisse, 54% da riqueza é direcionada para os 1% mais ricos, enquanto apenas 0,7% é direcionada para parte mais pobre da população global.

Um olhar para tendências futuras, como o conceito de construção de mundo através de IA e imaginação. Isso envolve criar visões positivas do futuro para inspirar ação e mudança, enfatizando o papel da criatividade e tecnologia na formação de mundos completos e envolventes, permitindo que os consumidores se conectem mais profundamente com a marca ou o produto.
Esses 5 insights nos deram uma visão abrangente das principais forças que moldam o cenário atual e futuro do varejo, desde mudanças demográficas e avanços tecnológicos até responsabilidade ambiental e fatores sociopolíticos, culminando em uma perspectiva voltada para o futuro em inovação e sustentabilidade no varejo.
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Acompanhamos uma sessão super especial na #NRF2024 com Deloitte e PepsiCo que trouxe a ênfase na importância de abordagens sustentáveis e inovadoras nos negócios, ressaltando a necessidade das empresas se adaptarem às mudanças demográficas dos consumidores, às tecnologias em evolução e aos desafios ambientais.

Não é de hoje que temos falado sobre o quanto as empresas devem assumir seu papel de protagonismo nas mudanças que desejamos ver no mundo nas questões sociais e ambientais. E é isso que a Pepsico tem feito. A companhia reforçou seu compromisso com emissões de carbono, alcançando ser uma companhia carbono zero até 2040. Para isso, foi necessária uma transformação em sua cadeia de valor e o desenvolvimento de um sistema alimentar mais sustentável. A abordagem centrada no consumidor da PepsiCo visa criar impactos positivos não apenas para os consumidores, mas também para sua equipe, clientes e acionistas, usando energia renovável, reduzindo emissões, conservando água e promovendo parcerias para práticas sustentáveis em toda a sua cadeia de suprimentos. Um compromisso assumido com os stakeholders, um passo fundamental nesse processo.
A transformação digital da PepsiCo também foi um tópico chave. A empresa tem usado a tecnologia para análises avançadas de dados e inteligência artificial para entender comportamentos e preferências dos consumidores, ajudando a personalizar produtos e estratégias de marketing. Isso faz parte de uma iniciativa mais ampla para se manter à frente no cenário digital em rápida evolução.

E quem ouve sobre PepsiCo e só se recorda do refrigerante que leva o nome da marca, melhor se atualizar. A PepsiCo já há algum tempo tem desenvolvido um olhar para saúde e bem-estar, diversificando seu portfólio de produtos para incluir opções mais saudáveis, em resposta à crescente demanda do consumidor por escolhas alimentares nutritivas e sustentáveis. Esta mudança não só se alinha com as tendências dos consumidores, mas também reforça o compromisso da PepsiCo em promover comunidades mais saudáveis.
Em todas essas iniciativas a empresa busca parcerias com outras empresas e organizações para impulsionar a inovação e sustentabilidade. Essas colaborações são cruciais para a troca de conhecimento, recursos e tecnologias, facilitando soluções mais eficazes e abrangentes para os desafios enfrentados na indústria de alimentos e bebidas. Afinal, como diz a máxima, “Juntos se vai mais longe”.
E nada disso acontece sem uma cultura forte e com uma liderança engajada com todas essas transformações. Os líderes da PepsiCo desempenham um papel fundamental na multiplicação de uma cultura de inovação, sustentabilidade e centralidade no consumidor, garantindo que esses valores estejam profundamente integrados nas operações e estratégias da empresa.
Adaptar-se às Mudanças do Consumidor: Entender e responder às mudanças nas preferências e comportamentos dos consumidores, com tecnologias avançadas como análise de dados e inteligência artificial para melhor compreender e atender às suas demandas.
Sustentabilidade e Parcerias estratégicas: Implementar práticas sustentáveis em operações e cadeias de suprimentos, visando reduzir o impacto ambiental. E para isso, criar um processo colaborativo com outras empresas que fazem parte da cadeia de valor.
Foco no que importa: Estar atento às exigências do mercado. Muitas vezes essas exigências vão te obrigar a expandir portfólio para incluir opções que muitas vezes podem culminar na criação de uma nova unidade de negócios e uma nova fonte de receita.
Cultura Corporativa Forte: Desenvolver uma cultura empresarial que valoriza a inovação, a sustentabilidade e a centralidade no cliente. Alinhar essa cultura com o propósito da empresa, seus valores e os impactos que desejam causar no mundo.
Compromisso com a Sustentabilidade e questões sociais: Estabelecer metas claras para reduzir as emissões de carbono e promover a responsabilidade ambiental. Do ponto de vista social, garantir a diversidade e a inclusão no time, na comunicação e nos projetos estratégicos da companhia.
Liderança Proativa: Líderes devem inspirar e conduzir a mudança, promovendo a cultura e assumem o papel de verdadeiros guardiões da execução dos projetos desenhados em inovação, sustentabilidade e transformação social.
Muitas inspirações que podem ser empregadas desde já na sua empresa. Nada melhor do que se espelhar em uma companhia global que tem feito a diferença no mundo.
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Foca na experiência de compra online aprimorada através de tecnologias emergentes como IA generativa, proporcionando experiências de compra mais intuitivas e personalizadas.

Destaca a influência crescente do TikTok em campanhas orgânicas que atraem consumidores mais jovens, e a evolução de plataformas de mídia social para espaços de varejo.

Aborda como os consumidores estão utilizando plataformas online para economizar dinheiro, refletindo uma mentalidade voltada para a economia.

Foca na ascensão do mercado de revenda, impulsionado por preocupações com sustentabilidade e pressões financeiras, especialmente entre as gerações mais jovens.

Explora como a gestão eficiente de devoluções de produtos está se tornando crucial para a estratégia de lealdade do cliente de varejistas.
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Não é apenas o varejo como foco no cidadão médio que sofre os impactos de cenários adversos. Foi isso que Philippe Schaus, CEO da Moet Hennessy empresa de bebidas premium do grupo LVMH trouxe para a sua sessão na NRF 2024.

As marcas de luxo, como a MOET, também têm sofrido os impactos da alta inflação que atinge vários mercados ao redor do mundo. Uma das estratégias utilizadas pela marca foi adaptar os preços em resposta a mudanças de custo e elasticidade do consumidor. Essa análise foi realizada de forma regional, de acordo com as demandas e condições de cada mercado. Esse processo inclusive serviu para dar o impulso de observar a performance das diferentes categorias de produtos com diversas regiões do mundo e fazer as devidas adaptações sobre investimentos em comunicação e distribuição.
Com esse cenário, a marca precisou reforçar estratégias para manter as receitas. Uma delas foi investir fortemente em aprimorar a experiência de varejo, particularmente em mercados de luxo. O objetivo foi criar ambientes imersivos, com as lojas exclusivas e bares de champagne super premium que contem a história da marca efetivamente. Mais uma vez vemos o reforço do quanto o legado e a história podem fazer parte de um storytelling que engaja consumidores trazendo-os para dentro desse contexto. Se não fizeram parte do passado, são os novos consumidores que vão construir o futuro da companhia. Estratégia que aproxima e ainda cria uma nova camada de consumidores, que passam a interagir e se conectar com ela.

Ainda com essa intenção de se aproximar, a comunicação digital, nas mídias sociais do mercado de moda se tornou benchmark para a MOET. Essa estratégia se mostrou fundamental para aumentar a visibilidade da marca, incluindo suas iniciativas de colaborações com artistas e celebridades.
Vimos um case de verdadeiro equilíbrio entre tradição e modernidade.
Estratégias de Adaptação: Estabelecer de forma sistemática a gestão dinâmica de estoques e alocação de recursos com base na demanda regional e condições de mercado. Isso incluir estratégias para gerenciar a inflação, incluindo ajuste de preços e compreensão da elasticidade do consumidor – ou seja, como ele reage às mudanças de preço que a inflação pode provocar.
Inovação na Experiência de Varejo: Esforços para aprimorar a experiência de varejo de luxo, criando ambientes imersivos que narram a história de um produto, e ainda melhor de uma marca que se iniciou como uma vinícola há mais de 280 anos.
Engajamento Digital e nas Mídias Sociais: Uso de mídias sociais para visibilidade da marca, destacando colaborações com artistas e celebridades para aumentar o apelo e conexão com consumidores.
Insights do Mercado Global: Observações sobre o desempenho de diferentes categorias de produtos em regiões específicas para tomar as melhores decisões estratégicas em cada mercado.
Construção de Marcas que duram: Ênfase no equilíbrio entre tradição e modernidade no marketing de forma a valorizar o que já foi construído e criar espaço para o novo.
Às vezes a marca deve ao mesmo tempo acelerar e desacelerar. Em mercados onde podemos fazer melhor, investir. Em áreas onde o consumo e o cenário estão mais lentos, retrair os investimentos.
Philippe Schaus | CEO | Moët Hennessy Tweet
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No mundo acelerado do varejo, estar à frente significa buscar constantemente novas perspectivas e abraçar a inovação. Uma das maneiras mais eficazes de alcançar isso é sempre ter um olhar atento, para tudo. E isso, depois de um tempo acaba virando um hábito. Entrou numa loja? Avalie a operação, o atendimento, o storytelling. Aprenda com a experiência na prática, há anos faço isso. E garanto: faz toda a diferença.
Estamos aqui em NY com a Delegação da Gouvea Experience, para a NRF e tivemos hoje o primeiro dia oficial de visitas técnicas. E ele foi recheado de aprendizado e oportunidades de ver a prática de marcas internacionais consolidadas e até de empresas brasileiras que tem conquistado seu espaço no exterior.
Vem viajar com a gente nesses 4 cases e prepare-se para inspiração:

A visita à loja PatBo em Nova York não só destacou a habilidade única da estilista Patricia Bonaldi em bordado manual, mas também revelou como a marca se compromete com a entrega de produtos de alta qualidade. A escolha por nichos específicos, a internacionalização com uma equipe local em Nova York, e a personalização de peças, ressaltam a exclusividade e o apelo da marca. Além disso, a PatBo fortaleceu sua presença no mercado global através de parcerias estratégicas com mega influenciadores como Beyoncé e Camila Cabello, ampliando seu alcance e reconhecimento. Essa combinação de artesanato excepcional, estratégia de mercado focada e colaborações influentes são chaves para o sucesso internacional da PatBo.

A visita à loja da Tiffany em Nova York, agora sob a gestão do grupo LVMH, oferece insights valiosos para os varejistas. Após uma grande reforma, a loja reabriu com um design moderno e luxuoso. Com uma mentalidade de galeria, cada andar da loja transmite a sensação de uma exposição de arte, onde até mesmo as peças inspiradas em animais ganham vida. A aquisição pela LVMH trouxe um toque francês ao modelo de negócios, tornando a marca menos americana e mais global. Com investimentos significativos, como os 500 milhões de dólares para revitalizar a loja da 5th Avenue, destacam um compromisso com a excelência e a transparência O refinamento também está presente no uso de tecnologia avançada e a diversificação em categorias de produtos em seus diversos andares. A Tiffany incorporou um café de luxo – o Blue Box Café, aumentando o fluxo de clientes e a frequência das visitas. Estratégias de marketing envolvendo celebridades também foram implementadas, incluindo trazendo de volta a figura de Audrey Hepburn, demonstrando a eficácia desse método para o reposicionamento de marca.
A abordagem da Tiffany mostra como tradição e inovação podem se aliar para criar uma experiência de varejo imersiva e luxuosa.

Real Real pode ser considerada a empresa que redefiniu o mercado de revenda de luxo. No último ano, passou por mudanças significativas em sua operação com o objetivo de estreitar seu foco no mercado de revenda de luxo e avançar em direção à lucratividade. Com uma valorização de US$ 205 milhões e um GMV de US$ 18 bilhões em 2022, a marca alcançou um crescimento robusto. O modelo é de consignação (os vendedores fornecem produtos que a The RealReal vende em seu nome, pagando ao consignador uma parte da venda), precificação algorítmica (algoritmos avançados para determinar o preço de venda dos produtos com base em uma série de fatores do mercado e valor de revenda), autenticação especializada (especialistas para verificar a autenticidade de cada item, garantindo a confiança e a qualidade dos produtos vendidos) além de comissionamento e estrutura adequados (estruturas otimizadas, com força de trabalho reduzida para melhoria das margens).
O tratamento do público de acordo com seu momento – ora comprador, ora vendedor – otimiza o custo de aquisição de clientes ao longo do tempo.
Em 2023, focou-se na rentabilidade, ajustando estratégias pós-IPO. Oferece até 85% do preço de venda aos consignadores, atraiu mais de 35 milhões de clientes e tem uma presença significativa em lojas físicas, destacando-se pela transparência e colaboração com as marcas.

Mais uma visita, agora na Swarovski em que o destaque foi a revitalização de marca e a sua expansão estratégica. A loja, com um design que reflete uma experiência sensorial e celebra a identidade da marca através de cores e texturas vibrantes inspiradas na natureza e nas pedras preciosas, conta com espaços que inspiram a autoexpressão e nos transporta para dentro de uma caixa de joias gigante.
A marca diversificou seu portfólio com decoração e parcerias, o que refletiu em um crescimento significativo, com aumento de vendas e forte presença online.
Além de sua icônica loja na 5th Avenue, a marca exibe uma postura digitalmente progressiva, com uma robusta plataforma online que complementa sua experiência de varejo físico. Assim como a Tiffany, a Swarovski continua a encantar com suas coleções e instalações artísticas, atraindo um público que valoriza tanto a arte quanto a moda. Esta abordagem multifacetada serve de inspiração para os varejistas nacionais com uma perspectiva sobre como harmonizar elementos históricos e contemporâneos para criar uma identidade de marca única e atraente no mercado global.
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Então, o que achou? Essas foram apenas 4 das visitas realizadas ontem e que já trouxeram bastante aprendizado. O dia foi intenso e temos muito ainda para compartilhar. Então, fique com a gente que amanhã tem mais!
Existem diferentes estratégias que antecedem a abertura do negócio e que vão garantir um melhor desempenho comercial futuramente. Um exemplo é o fluxo de pessoas e, especialmente, o fluxo do público-alvo da marca.
O fluxo de pessoas refere-se à movimentação populacional em determinado lugar, o que vai influenciar a visibilidade e acesso do público-alvo ao negócio. Mapear previamente o fluxo de pessoas de uma região garante um planejamento mais acertado, principalmente durante planos de expansão.
O fluxo de pessoas e mais especificamente, fluxo de potenciais consumidores de determinado produto ou serviço, é influenciado por um conjunto de fatores que antecedem a abertura do negócio.
Eles incluem a presença de transporte público no local, malhas viárias, instituições próximas, como universidades, pólos empresariais, áreas turísticas, comércio local ou pólos especializados (como o Brás, em São Paulo).
Assim, um local já terá um conjunto de características de infraestrutura que determinará qual o fluxo de pessoas consolidado naquele espaço.
Ser capaz de mapear o fluxo de pessoas permite avançar para o passo seguinte, que é posicionar seu negócio em um local estratégico que seja frequentado pelo seu target, ou seja, potenciais consumidores da sua marca.
Entender que o negócio também pode ser relevante geograficamente para o público-alvo é uma forma de ir além das estratégias tradicionais de posicionamento de marca.
Em geral, elas desconsideram informações georreferenciadas fornecidas pelo mercado consumidor e que podem ser processadas em altas quantidades atualmente por meio das ferramentas de análise de dados.
Quando você está avaliando se um ponto comercial é relevante para sua franquia ou rede de negócios, um primeiro aspecto a ser avaliado é se seu sortimento e precificação são condizentes com o que seu público espera naquele local.
Por exemplo, mesmo que atendam ao mesmo público-alvo, o consumidor vai buscar por uma cafeteria, academia e loja de roupas em momentos diferentes do seu dia.
Assim, entender como o sortimento de produtos disponibilizados é relevante para o público inclui ser capaz de mapear em quais momentos do dia ele transita naquela região e quais experiências espera
Como visto anteriormente, a região na qual será aberta a nova filial ou um negócio já deve concentrar determinado público-alvo.
Esse público pode oscilar durante períodos do ano, como durante as férias, e até mesmo durante o dia, de acordo com horários de entrada e saída de alunos e trabalhadores.
Conhecer essas variáveis permite um planejamento mais acertado do negócio, criando melhores oportunidades de vendas para atender ao fluxo de pessoas que corresponda ao seu target naquela região.
Se você está gerenciando um plano de expansão de uma franquia, conseguir avaliar estrategicamente onde se encontra seu público-alvo é fundamental para resultados mais sólidos futuramente.
Como as diretrizes da marca são pré-estabelecidas no que se refere ao público-alvo, sortimento e precificação, é fundamental entender que não é o fluxo de pessoas que deve se adequar ao seu negócio, mas o contrário, você que deve ser capaz de encontrar seu público-alvo no espaço urbano.
Uma possibilidade para encontrar um local que atende aos requisitos referentes ao fluxo de potenciais consumidores da marca é mapear as características de unidades de sucesso, buscando referências comuns no novo ponto avaliado.
Existem diferentes estratégias que podem ser empregadas para conhecer o fluxo de pessoas e potenciais consumidores de uma região, entretanto, elas podem variar em nível de precisão.
Um primeiro aspecto é considerar a infraestrutura presente no ponto comercial avaliado, incluindo:
Essas diferentes variáveis impactam o fluxo de pessoas no ponto comercial e, consequentemente, na circulação de pessoas que podem comprar seus produtos ou serviços..
Apesar de ser possível fazer esse mapeamento do fluxo de pessoas com práticas mais informais, como visitar o local em diferentes horários e contagem de pessoas, ferramentas específicas oferecem mais precisão e confiabilidade nesse mapeamento.
O geomarketing inclui as práticas de marketing que usam informações espaciais na estruturação das estratégias comerciais do negócio.
O geomarketing pode ser aplicado para mapeamento mais acertado do fluxo de pessoas de uma região, contribuindo na tomada de decisão do ponto comercial ao ajudar a identificar se seu público está presente naquele espaço.
Reunindo diferentes métricas geoespaciais como de trânsito, mapas viários, zonas residenciais e comerciais, instituições, sazonalidades e outras, uma ferramenta de geomarketing será mais precisa e confiável na identificação do ponto comercial ideal.
A ferramenta é particularmente relevante para franquias e empresas em um processo de plano de expansão.
Esses negócios precisam encontrar o ponto comercial ideal considerando as variáveis geoespaciais e também seu próprio histórico de desempenho de outras unidades.
Uma vez que esses negócios já têm bem estabelecido qual o seu público-alvo, a ferramenta de geomarketing ajuda a identificar as melhores oportunidades na cidade de acordo com um vasto conjunto de variáveis.
Para encontrar não apenas as zonas com maior fluxo de pessoas, mas o fluxo do target na região, é indispensável contar com a assessoria e experiência de uma consultoria especializada.
A consultoria contribui estrategicamente na efetividade do plano de expansão ao ajudar na definição do perfil do ponto comercial ideal para implantação das unidades de acordo com dados históricos e análises segmentadas.
Assim, o fluxo de pessoas e do target da marca mostram-se como variáveis centrais na estruturação mais estratégica e acertada de planos de expansão de franquias, viabilizando maiores chances de sucesso comercial por meio de tomadas de decisões direcionadas por dados.
Se você deseja expandir seu negócios com modelos inovadores e formatos que geram resultado, conte com o Grupo BITTENCOURT nessa jornada.
O modelo de franquias é lançado para o mercado na ABF Expo Franchising 2023
O Grupo Carrefour Brasil, maior varejista e empregador privado do país, anuncia a sua entrada no mercado de franquias com projeto desenvolvido pelo Grupo BITTENCOURT.
Os mercados de proximidade e conveniência têm ganhado cada vez mais relevância no Brasil e estar perto do consumidor se tornou um diferencial competitivo importante. Os formatos “come to me retail” entraram de vez na pauta estratégica dos varejistas, afinal o consumidor passou a ter a expectativa de que as marcas cheguem aonde quer que ele esteja.
De olho nessa tendência, o Grupo Carrefour Brasil buscou a expertise do Grupo BITTENCOURT para estruturar todo o processo de franchising da marca Express, estratégia escolhida para a expansão do negócio de forma rápida e escalável.
“Realizamos estudos de mercado robustos e nos utilizamos da experiência de modelos de negócios internacionais, como os que vemos nos Estados Unidos, França e Suíça, e concluímos que o modelo de negócio precisava ser revisitado. Era preciso ganhar ainda mais modernidade para atender as exigências de um consumidor sedento por conveniência. Ao mesmo tempo, não bastaria um conceito incrível aos olhos do cliente, mas que não permitisse a escalabilidade. Fizemos a estruturação das operações para que fossem ainda mais inteligentes e com maior eficiência”
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT.
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O Carrefour Express está presente no país desde 2014, com unidades concentradas na região metropolitana de São Paulo, mas o conceito e modelo de negócio foram repensados para que a expansão pelo modelo de franquias se tornasse possível e chegasse a outras localidades.
A experiência do consumidor na loja foi uma das diretrizes para o projeto arquitetônico que foi de responsabilidade da empresa Aquadrado Arquitetura.
“Criamos um projeto arquitetônico que pudesse gerar uma experiência gratificante para o consumidor. Precisávamos concretizar a estratégia criada pelo Grupo Carrefour Brasil em conjunto com o Grupo BITTENCOURT e desenhar um ambiente acolhedor e integrado ao bairro em que está localizado, pensando em nos novos espaços para convivência definidos para o novo conceito desenvolvido pelo Grupo BITTENCOURT, como preparo de café, consumo no local de refeições prontas, recarregar o celular e, até mesmo, a possibilidade de personalização das fachadas por artistas locais. Tudo isso para que o negócio estivesse mais integrado à vida de quem visita a loja”,
Renato Fregnani, sócio da Aquadrado Arquitetura Tweet
Outro ponto importante foi a criação de um espaço para divulgar as iniciativas do Grupo Carrefour Brasil no contexto da sustentabilidade e responsabilidade social, fortalecendo os laços de confiança entre a marca e consumidor
“O projeto para o Carrefour Express, em parceria com o Grupo BITTENCOURT, enfatiza o poder da colaboração estratégica e do pensamento inovador. Nosso objetivo mútuo é fazer com que a marca chegue em novos locais e oferecer a oportunidade para empreendedores que desejam atuar no varejo alimentar com processos bem definidos, apoio operacional e principalmente com marca forte e consolidada mundialmente. Além disso, varejistas locais terão a oportunidade de converterem seus negócios para a bandeira Carrefour Express”,
João Gravata, Diretor de Proximidade do Grupo Carrefour Brasil Tweet
Todas as novidades estão sendo apresentadas no estande do Carrefour Express e no estande do Grupo BITTENCOURT durante a feira ABF Franchising Expo 2023, que ocorre entre os dias 28 de junho e 1 de julho, no Expo Center Norte.
Se você deseja expandir seu negócios com modelos inovadores e formatos que geram resultado, conte com o Grupo BITTENCOURT nessa jornada.
Pensar na qualidade dos processos em uma empresa é pensar na continuidade do negócio, na saúde das operações e nas possibilidades de crescimento seguro e consistente. Nesse sentido, é importante entender como criar processos na empresa e também como otimizá-los, dentro da estratégia já utilizada.
Para criar processos na empresa, é fundamental examinar as questões necessárias de forma coerente e aprofundada em busca de melhorias reais no dia a dia. Além disso, ao considerar o crescimento e a replicação dos processos para garantir a escalabilidade, é fundamental também garantir a saúde desses processos. Ou seja, eles precisam estar “vivos” e sempre atualizados de acordo com o que está em prática na empresa.
Processos são conjuntos de atividades repetíveis e sequenciais que servem para produzir um fim, um determinado resultado. Podem ser partes de um projeto, com gestão de orçamento, gestão de responsabilidades e um período definido. Também podem ser atividades diárias e contínuas que fazem parte da operação de uma companhia.
Processo é simplesmente uma forma de executar uma tarefa, uma lógica de organização para aproveitar recursos em prol de um objetivo específico. Se os processos são bem estruturados e gerenciados com cuidado, a empresa ganha com inúmeros benefícios como aumento de produtividade, redução de custos, melhoria da qualidade e satisfação do cliente.
Por outro lado, se os processos são mal gerenciados, podem gerar confusão, desperdício de recursos, retrabalho e insatisfação do cliente. Cada empresa tem processos específicos de acordo com sua função no mercado. Indústrias, por exemplo, têm processos associados à produção de um item, enquanto outras áreas têm processos diferentes e específicos, como RH e finanças.
É importante que os processos estejam estruturados e seu fluxo definido para garantir a eficiência e a eficácia das operações. Para isso, é necessário mapear, formalizar e padronizar os processos. O mapeamento consiste em descrever todas as etapas envolvidas em um processo, identificando seus pontos de partida, chegada, responsáveis e entregáveis. Já a formalização e padronização dos processos visam definir as regras, responsabilidades, procedimentos e fluxos, tornando-os mais claros e objetivos.
Uma vez que os processos estão mapeados e formalizados, é importante que os colaboradores sejam treinados e capacitados para executá-los de forma correta e eficiente. O treinamento pode envolver desde a demonstração prática dos processos até o fornecimento de manuais e guias de instruções. Além disso, é necessário monitorar e avaliar continuamente os processos para identificar oportunidades de melhoria e garantir que eles estejam sempre alinhados com as necessidades do mercado e da empresa.
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A importância de estruturar os processos de uma empresa não pode ser subestimada. É fundamental ter uma visão clara dos processos, incluindo o desenho da sequência de atividades, bem como revisá-los regularmente em busca de melhorias. A padronização dos processos é uma estratégia eficaz para mapear as operações e definir padrões replicáveis, o que facilita a criação de processos na empresa e contribui para o sucesso do negócio.
Nesta seção, a ideia é comentar a importância e os benefícios de estruturar muito bem os processos de uma empresa. Ou seja, abordaremos a necessidade de ter uma visão clara dos processos, do desenho da sequência de atividades, bem como de revisá-los sempre em busca de melhorias.
Nesse sentido, estamos falando de ações como a padronização dos processos, uma estratégia que visa analisar o mapeamento das operações para definir padrões replicáveis.
Assim, fica mais fácil entender como criar processos na empresa, de modo a agregar bons resultados a algo que já está bem definido.
Confira os benefícios.
Um dos principais benefícios que podemos destacar é a agilidade operacional. Processos padronizados, bem estruturados e organizados permitem acelerar o fluxo de trabalho, o que é particularmente importante em negócios emergentes.
Se o tempo é uma variável importante, como em muitos negócios mais emergentes, essa ação de gestão viabiliza tratar essa questão com excelência.
Ou seja, é possível organizar o dia a dia em todas as frentes, dos processos mais importantes aos mais simples, de modo que a empresa ganhe tempo e se destaque ao:
Um controle mais estrito das operações e do que está sendo feito internamente, é imprescindível para saber como criar processos na empresa e como estruturá-los.
Essa abordagem favorece uma gestão mais consistente e segura, permitindo que os líderes administrem a empresa de perto e evitem problemas. Dessa forma, é possível manter o controle das operações em todos os níveis da organização e garantir uma gestão eficiente.
Processos seguros e ágeis representam menos gastos, começando pela eficiência no consumo de recursos.
Com o tempo, a empresa aprende a otimizar seus próprios recursos, resultando em menos despesas e melhores resultados de qualidade.
Isso também passa por um cuidado para evitar desperdícios e perdas de tempo. Se um processo não se alonga muito e é executado de forma ágil e fluída, a empresa não precisará se preocupar com despesas excedentes relacionadas a ele.
A partir da melhoria em um processo de uma área, é possível replicar a estratégia de gestão e melhorar em toda a empresa, de modo a conseguir economias importantes.
A gestão de processos é uma ferramenta que possibilita detectar gargalos e pontos de atenção que tornam as operações burocráticas e complexas demais.
Com essa abordagem, é possível eliminar pontos falhos que prejudicam a continuidade do trabalho geram uma ociosidade desnecessária e afetam os prazos. Essa análise inteligente ajuda a garantir que os processos sejam executados de forma eficiente e aprimoram o desempenho da empresa.

Depois de tudo o que comentamos, vamos continuar na questão principal deste conteúdo: como criar processos na empresa.
Criar um processo é gerar uma nova forma de fazer algo, o que pode ser, em alguns casos, criar ainda mais burocracia. Contudo, se você seguir as dicas abaixo, é possível definir novas operações sem burocratizar ainda mais o dia a dia.
Quando se pensa em estruturar e desenhar processos com a visão no lugar certo, a empresa consegue organizar ainda mais as operações do dia a dia, e não gerar ainda mais gargalos e demora.
Um bom fluxo para a criação de processos está a seguir:
Por fim, nunca esqueça de revisar constantemente os processos a fim de instituir melhorias consistentes e replicáveis.
Saiba como vamos te ajudar na formatação de franquias e em processos relacionados!
Para entender como criar processos na empresa, é preciso assimilar a importância de processos bem estruturados. Depois disso, a organização é capaz de desenhar e esquematizar novas tarefas e etapas, de modo que isso seja um benefício a mais, e não um problema.
É sempre importante ter uma visão mais ampla, que considere também padrões de qualidade para manter a excelência.




