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No dinâmico mundo do franchising, a chave para o sucesso não está apenas na escolha da marca certa ou na localização ideal; reside, de forma mais profunda, na capacidade de unir rentabilidade, inovação e práticas éticas. Esta abordagem intencional é o que define os líderes de mercado, distinguindo-os em um setor cada vez mais competitivo.
Depois de muitos anos atuando no mercado, posso afirmar que o sucesso de uma franquia começa com o foco na rentabilidade dos franqueados. Mais do que apenas aumentar as vendas, é crucial melhorar as margens. Quando os franqueados prosperam financeiramente, a saúde financeira da rede de franquias como um todo é fortalecida, criando um ciclo virtuoso de crescimento e satisfação.
Este foco na lucratividade deve ser equilibrado com estratégias de vendas inteligentes. Não basta apenas vender mais; é importante vender melhor. Isso significa enfatizar produtos e serviços com maiores margens de lucro, o que pode melhorar significativamente a receita sem aumentar proporcionalmente os custos. Essa abordagem estratégica não só aumenta a eficiência, mas também assegura uma base mais sólida para o crescimento sustentável.
A inovação no mundo do franchising é a resposta para uma série de desafios, como por exemplo, as rápidas mudanças no mercado. Para superar esses obstáculos, a inovação é chave. Seja na atualização de processos, na introdução de novos produtos ou na remodelagem das estratégias de marketing, a capacidade de se adaptar e evoluir é fundamental. Essa flexibilidade não apenas ajuda a enfrentar os desafios atuais, mas também prepara a franquia para responder de forma ágil a futuras mudanças no mercado.
A essência de um franchising bem-sucedido também reside em uma comunicação eficaz e transparente entre franqueadores e franqueados. Construir relações fortes e confiáveis é vital. Uma comunicação aberta garante que todos os envolvidos estejam alinhados com os objetivos da franquia, criando um ambiente de negócios coeso e cooperativo. Isso inclui não apenas compartilhar informações e decisões, mas também estar aberto a feedback e ideias, cultivando um senso de pertencimento e parceria.
Além disso, observar cuidadosamente as práticas de ESG é fundamental no cenário empresarial atual. Isso vai além de cuidar da conformidade com aspectos legais e éticos – esses não são os únicos pilares para sustentar a integridade e a reputação de uma franquia. Isso implica não apenas em gerir os negócios de forma ética e aderir a todas as regulamentações legais, mas também em demonstrar responsabilidade ambiental, social e de governança. Uma abordagem que respeita o meio ambiente, valoriza as questões sociais e adota uma governança corporativa sólida não só fortalece a confiança entre franqueadores, franqueados e clientes, mas também cria diferenciais competitivos sólidos. Estas práticas de ESG, quando bem implementadas, promovem a sustentabilidade a longo prazo e um legado positivo no mundo dos negócios e de fato constroem a possibilidade de um franchising mais consciente.
Em resumo, o sucesso no franchising é uma combinação complexa de foco na rentabilidade, estratégias de vendas inteligentes, inovação contínua, comunicação eficaz, relações saudáveis entre franqueado e franqueador e adesão a práticas éticas e sustentáveis. Quando esses elementos são integrados harmoniosamente, o resultado é uma franquia não apenas bem-sucedida, mas também respeitada e sustentável no mercado competitivo de hoje.
Lyana Bittencourt CEO do Grupo BITTENCOURT
Se você deseja expandir seu negócios com modelos inovadores e formatos que geram resultado, conte com o Grupo BITTENCOURT nessa jornada.
A Black Friday é conhecida pelas ofertas atraentes no mês de novembro, abrangendo uma ampla gama de produtos e serviços do varejo. Tenho observado que o movimento vem ganhando espaço também no mercado de franquias, abrindo portas para aqueles que estão buscando uma oportunidade de iniciar o seu próprio negócio.
E não à toa os olhos dos empreendedores brilham sobre o tema, já que o franchising se mostra um setor consolidado e promissor para investir conforme revelam os dados da ABF (Associação Brasileira de Franchising). Segundo a associação, o segmento apresentou um faturamento de R$ 105,1 bilhões no primeiro semestre de 2023, um crescimento de 15% em comparação com o mesmo período do ano passado. Mas quem visa aproveitar descontos em taxas para abrir franquias neste período, precisa se atentar a fatores cruciais, para não se arrepender depois.
Primeiramente, é essencial pesquisar em profundidade a franquia desejada. Descontos nas taxas podem ser tentadores, mas não devem ser motivo para apressar a tomada de decisão. Avaliar a reputação da empresa, seu histórico e a satisfação de franqueados atuais e anteriores é um passo fundamental. Isso inclui verificar também há quanto tempo os franqueados estão com a franquia e, se possível, conversar diretamente com eles para entender quais seus pontos de satisfação e insatisfação em relação ao negócio.
Além disso, é crucial alinhar expectativas e o suporte oferecido pelo franqueador, e que envolve treinamento, manuais e outros recursos essenciais, especialmente para novos empreendedores, evitando, assim, surpresas futuras e consequentemente, possíveis arrependimentos.
Quando se trata de escolher a franquia mais adequada ao perfil do candidato, aconselho uma autoavaliação cuidadosa. Entender seus próprios interesses, habilidades, experiência e metas, são fatores determinantes para o sucesso do negócio. A escolha de uma franquia deve estar alinhada com esses aspectos para aumentar as chances de satisfação e bons resultados. Além disso, é essencial considerar a adequação do modelo de negócio ao estilo de vida e metas de longo prazo do empreendedor, bem como a adequação da franquia ao mercado local.
Outro aspecto vital é a leitura atenta da COF (Circular de Oferta de Franquia). O documento contém informações cruciais sobre a franquia, como taxas, obrigações do franqueado e do franqueador, e o histórico legal. Então, entender todos os termos da COF antes de se comprometer é um passo que não pode ser negligenciado de forma alguma. Consultar um advogado especializado em franquias antes de assinar o contrato é outra recomendação. O advogado ajudará o candidato à franquia a revisar todos os documentos e irá aconselhá-lo sobre possíveis riscos.
A sustentabilidade do modelo de negócio da franquia é outro item a ser observado. Para isso, uma análise detalhada, contendo a projeção financeira, sempre deve ser realizada. Este estudo deve considerar o investimento inicial com o desconto, os custos operacionais, os royalties, a previsão de receitas, o prazo de retorno do investimento e o ponto de equilíbrio financeiro – o que permite uma análise mais cuidadosa da viabilidade dos números e a real possibilidade de alcançá-los.
Enfim, no que diz respeito às condições especiais oferecidas durante a Black Friday, é primordial que o empresário não se deixe levar apenas pelas promoções. Uma decisão bem embasada e segura ao investir em uma franquia requer um olhar crítico e um exame aprofundado, independentemente de ofertas tentadoras.
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT
Consultoria especializada no desenvolvimento, expansão e gestão de redes de negócios e franquias.
Se você deseja expandir seu negócios com modelos inovadores e formatos que geram resultado, conte com o Grupo BITTENCOURT nessa jornada.
Nos últimos anos, tenho observado uma tendência crescente entre as grandes empresas, a abertura de seus próprios fundos de capital de risco, os chamados CVC (Corporate Venture Capital), para investir em novas tecnologias e, assim, criar seus próprios ecossistemas de inovação.
Mas quais são as motivações para uma empresa já estabelecida, sustentável, criar fundos de investimentos proprietários?
Quando um fundo de investimento próprio investe em startups, projetos inovadores ou tecnologias emergentes, ele tem acesso às inovações emergentes e principalmente, àquelas que mais têm potencial e sinergia com o negócio principal. Ou seja, investir em startups e tecnologias emergentes permite que a empresa esteja na vanguarda da inovação, incorporando rapidamente as novas soluções também aos seus produtos e serviços, mantendo-se relevante em um mercado em constante evolução, e saindo na frente da concorrência.
E claro, outro benefício é o retorno financeiro, afinal, a diversificação do portfólio é um fator a ser considerado, já que investir em startups pode reduzir a dependência da empresa em relação aos seus produtos ou serviços tradicionais, minimizando os riscos associados às flutuações em um único setor. Assim, se as startups nas quais a empresa investiu prosperarem, a empresa pode colher recompensas significativas, tanto em termos de lucro, quanto na valorização das suas participações. Outra vantagem é a atração de talentos. Participar ativamente de um ecossistema de inovação torna a empresa mais sedutora para profissionais que desejam fazer parte de uma organização pioneira em tecnologia, isso é fato.
E por falar em tecnologia, a inteligência artificial segue como uma tendência crescente na área de investimentos. Um bom exemplo é a Chipotle, rede de comida mexicana americana, que lançou a Cultivate Next, seu fundo de investimento para impulsionar novas tecnologias de restaurantes. Ao criar o fundo, em 2022, a intenção da Chipotle era a de se posicionar como a marca mais avançada em tecnologia dentro da sua área de atuação – ao mesmo tempo em que investia em empresas de tecnologia no estágio “Seed to Series B”. Eventos como a pandemia e a subsequente escassez de mão de obra, forçaram as grandes cadeias de foodservice a encontrar soluções tecnológicas para desafios como sistemas de checkout sem contato ou, no caso da Chipotle, fritadeiras robóticas. Foi quando ocorreu a estreia da Cultivate Next, com o foco de agilizar as operações, enfim, buscando a excelência operacional dentro da tecnologia.
Pesquisas (Technomic e Panasonic) apontam que 68% dos donos de restaurantes acreditam que seus gastos com tecnologia aumentarão nos próximos anos. E 71% dos entrevistados – formadores de opinião da área de foodservice – classificam a transformação digital como a mais importante na produtividade de suas organizações.
Esse é apenas um dos exemplos de como a criação de fundos de investimento próprios em redes de varejo ou franquias estão se tornando um componente essencial no cenário da inovação corporativa. Empresas que buscam manter sua posição competitiva e adotar uma abordagem proativa em relação à inovação estão cada vez mais explorando novas estratégias, criando ecossistemas que não apenas impulsionam seu crescimento, mas também contribuem significativamente para o avanço tecnológico em suas respectivas indústrias, gerando resultados para todas as partes envolvidas; empresa, fundo, startup e consumidor.
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT
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No mundo dos negócios, ainda me surpreende o nível de evolução das empresas para o digital. A virada de chave para a inovação é parte de uma jornada desafiadora e essencial para a sustentabilidade das empresas em todo o mundo; já é o presente, o que dirá o futuro. Há a necessidade – e urgência – das empresas passarem por transformações significativas, abraçando a inovação digital.
A incorporação de inteligência artificial nas operações comerciais por exemplo, é uma estratégia importante para otimizar processos e se ganhar eficiência e, principalmente, velocidade no atendimento ao cliente.
Em dados e analytics, o uso da IA aprimora as estimativas humanas, identificando erros de subavaliação ou superavaliação para a construção de cenários. É uma forma eficaz de aprimorar a precisão de relatórios e dashboards para a tomada de decisão.
A IA pode complementar o trabalho humano e permitir que as empresas atinjam níveis de produtividade anteriormente inalcançáveis, aumentando a satisfação de clientes e proporcionando crescimento.
A relevância da comunicação constante e a colaboração entre equipes são fatores determinantes para o sucesso da inclusão da IA nos processos de uma empresa. As equipes atuando juntas podem avaliar e identificar as melhores ferramentas e estratégias para o uso da tecnologia.
As vantagens de olhar para o futuro e antecipar as próximas mudanças têm que ser reconhecidas e adotadas. Muitas vezes, aprender com quem já fez pode ser o caminho. Buscar benchmarks e informações de iniciativas que deram certo podem ser atalhos para a adoção célere da inovação. Aprender com players de outros setores e fornecedores que compartilham as aplicações feitas e os resultados alcançados pode ser o caminho.
No geral, a mensagem que fica é que a transformação digital não é apenas uma escolha, mas uma necessidade para as empresas que desejam prosperar e se perpetuar em ambientes em constantes transformações. Em meus anos no Grupo BITTENCOURT, tenho percebido evoluções interessantes nas empresas que passam a ser mais ativas quando o quesito é inovação. Existe a necessidade de investimento financeiro e inteligência humana para seguir nessa jornada, uma vez que a inovação não é apenas uma resposta aos desafios do agora, mas um processo contínuo para a busca da excelência nos negócios e, consequentemente, melhores margens e resultados.
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT
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Empresários da indústria e do varejo, vocês estão acompanhando a evolução do franchising e o quanto ele tem potencializado o crescimento de negócios tradicionais?
No passado as franquias estavam associadas a fast-foods, lojas de vestuário, escolas de idiomas e serviços de beleza. O que não representa mais a realidade desse universo.
O franchising avançou muito para além dos setores convencionais, permitindo as empresas identificarem oportunidades de escalar em mercados nada óbvios, face a sua flexibilidade e aplicabilidade em modelos de negócios de qualquer segmento e porte, do mais tradicional ao mais disruptivo, o que vem demonstrando o quanto esse modelo de expansão de negócios vai continuar evoluindo.
O franchising, com vantagens já bastante conhecidas no mundo dos negócios, é o canal que responde mais prontamente às demandas de um mercado em rápida e em constante evolução. Frente a isso o franchising ganha um espaço relevante nas estratégias de expansão de grandes players do mercado.
O avanço exponencial das tecnologias vem transformando o comportamento de consumo e a forma como as pessoas se relacionam em todos os cantos do mundo. As experiências são compartilhadas em tempo real, as boas e as ruins, e quanto mais próximo as empresas estiverem de seus clientes mais rapidamente vão se adaptar para melhor atendê-los. O desafio é diário e a necessidade de se reinventar também. O franchising permite as empresas essa proximidade e flexibilidade nos modelos de negócio.
Os consumidores de agora buscam experiências personalizadas, produtos sustentáveis e conveniência digital, e o franchising tem a capacidade única de se adaptar a essas demandas, uma vez que permite desenvolver modelos ou formatos de negócios, dentro da mesma marca, ou da indústria para atender nichos específicos de mercado e diferentes perfis de clientes.
Um exemplo disso é o boom das franquias sustentáveis. A BCorp EcoStore, da Nova Zelândia, por exemplo, produz louças e produtos de limpeza com pegada ecológica: com certificações de qualidade, ambiental, cruelty free e redução de carbono, além de colecionar prêmios de sustentabilidade e de liderança em negócios sustentáveis. Os consumidores da EcoStore são incentivados a praticar o reuso das embalagens (garrafas recicláveis feitas de cana de açúcar) nos supermercados, onde foram instalados pontos estratégicos de recarga da EcoStore, reduzindo assim o desperdício de
plástico. E a empresa ainda arrecada fundos para escolas, equipes esportivas e grupos comunitários. O resultado disso? Satisfação e fidelização de clientes conscientes, o que gera aumento de lucros e possibilita a expansão dos negócios, o que já acontece na Austrália, China, Singapura, Coreia do Sul, Malásia, Taiwan e Japão.
As indústrias vêm se beneficiando e ganhando força de marca com o franchising, saindo do lugar comum e da pressão de intermediários para um atendimento mais próximo e personalizado de seu público-alvo, oferecendo em um ambiente customizado experiências e relacionamento do cliente com a marca.
O limite para o uso do franchising está na essência do conceito, usar o know how para gerar renda e mudar a vida de empreendedores, numa relação ganha/ganha, sustentada pelo propósito de atender o que o consumidor deseja, gerar resultado para os dois lados – franqueado e franqueador – e gerar uma parceria e de interdependência, para que o modelo seja aplicado com sucesso, e a futura rede se sustente ao longo do tempo.
Dá para perceber que o poder do franchising gera condições de a empresa de criar barreiras para a concorrência de forma mais rápida e segura. Para a marca e de sair do lugar comum e entrar em novos mercados, de evoluir o portfólio de serviços e produtos e criar novos formatos de negócios para esses novo mix, passando a atender públicos que até então não atendia e crescer exponencialmente. Sair do óbvio e do lugar comum.
Nunca o mercado presenciou tantos novos formatos de negócios, cada dia uma nova disrupção nesse campo e, acreditamos que ainda tem muito por vir, o que vai ditar o ritmo disso, é o quanto o consumidor e a população buscam por mais conveniência, mais sustentabilidade, mais experiência e mais propósito e qualidade de vida.
O mundo digital está criando novas necessidades e milhões de ofertas, tanto físicas como digitais e isso reforça o quanto o franchising contribuirá com o desenvolvimento dos negócios, e consequentemente com o aumento da riqueza, de empregos, da redução da pobreza e de melhoria da e vida da população.
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT.
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A busca incessante pela eficiência operacional tem sido um objetivo das empresas ao longo da história, estimulando melhorias nos processos, reduzindo custos e aumentando a produtividade. Mas, frente ao progresso tecnológico acelerado e à demanda crescente dos consumidores por experiências excepcionais, a necessidade de alcançar a eficiência exponencial transformou-se em uma intenção consideravelmente mais ambiciosa. Porém, para atingir essa meta, é essencial reconfigurar os parâmetros da excelência operacional, acolhendo novos modelos de negócios, capazes de proporcionar tanto experiências excepcionais, como operações otimizadas.
Saindo do conceito de eficiência operacional tradicional, precisamos então definir a eficiência exponencial. A eficiência operacional tradicional foca na otimização dos processos internos, com o intuito de minimizar desperdícios, reduzir custos e potencializar a produtividade. Apesar da relevância dessas iniciativas, elas não suprem todas as demandas dos consumidores modernos e nem acompanham o ritmo frenético das transformações tecnológicas atuais. Para se conquistar uma eficiência exponencial, existe a demanda de uma abordagem mais ampla e inovadora. Esse chamado às empresas incentiva a busca pela eficiência com foco na melhoria contínua e, claro, com a escalabilidade para negócios em rede.
E quando “cai a ficha”, percebemos que a excelência operacional deve ser ampliada para incorporar aspectos como flexibilidade, agilidade e a habilidade de se adaptar às mudanças do mercado. Isso implica em negócios com modelos de gestão mais versáteis, com processos que possam ser facilmente adaptados, conforme as necessidades e oportunidades que se apresentam, já que estes modelos desempenham um papel crucial na conquista da eficiência exponencial, unindo experiências excepcionais e operações otimizadas.
Esses modelos de negócios colocam o cliente no cerne das suas estratégias, o consumer centricity, permitindo que, por meio de tecnologias de análise de dados e inteligência artificial, as empresas compreendam melhor e rapidamente as preferências individuais dos seus clientes, customizando seus produtos e serviços para atender às suas necessidades específicas (e saindo na frente da concorrência). E isso resulta em uma experiência excepcional para o cliente, promovendo satisfação e fidelidade.
Não dá pra negar como a tecnologia tem sido uma grande aliada na busca pela eficiência exponencial. Automação de processos, inteligência artificial, robótica, Internet das Coisas (IoT) e outras tecnologias têm ajudado muito as empresas nesse percurso, otimizando suas operações, reduzindo erros, melhorando a eficiência da produção, diminuindo os custos operacionais e ajudando a entregar o que o consumidor deseja.
Os novos modelos de negócios também exploram parcerias estratégicas para complementar suas capacidades. A formação de ecossistemas facilita a troca de conhecimentos e recursos entre empresas diversas, acelerando a inovação, cortando caminhos e gerando resultados para todas as partes envolvidas.
Além de focar no cliente, os novos modelos também valorizam a experiência do colaborador, a employee experience. Com um ambiente de trabalho positivo, infraestrutura adequada, que incentive a inovação, que impulsione a criatividade, o trabalho em equipe e a produtividade dos funcionários, refletindo em melhores resultados operacionais.
Acredito mesmo que alcançar uma eficiência exponencial não significa apenas aperfeiçoar a eficiência operacional tradicional. As redes para alcançarem um crescimento consistente e acelerado devem ter um modelo de negócios otimizado e preparado para funcionar em diversos mercados. E a mágica acontece quando alcançam níveis elevados de eficiência com inteligência.
Ao unir personalização, tecnologia, parcerias estratégicas e foco no colaborador, as empresas podem alcançar níveis inéditos de eficiência, desencadeando um ciclo exponencial de crescimento e satisfação para clientes e colaboradores.
Em um mundo empresarial em constante transformação, as empresas que se adaptam e acolhem a inovação, estarão em uma posição vantajosa para prosperar na economia atual e futura. Elas serão cada vez capazes de transcender os limites da excelência operacional e redefinir o que é possível conquistar no mercado, através da eficiência exponencial.
E se você quiser saber mais sobre esse tema, te convido a estar comigo no BCONNECTED nos dias 3 e 4 de outubro, em São Paulo. Você vai ouvir de top executivos das grandes redes como Rafael Marconi, Diretor Executivo do Grupo BOTICÁRIO sobre como a maior franqueadora de beleza do mundo consegue alcançar altos patamares de engajamento dos franqueados por meio de resultados consistentes e uma cultura de melhoria contínua. Conheça o IAF (índice de aceleração de franqueados) e os impactos que ele tem na rede.
Vem comigo?
O que fazer quando o novo já está ultrapassado?
Descubra no BCONNECTED 2023, o maior evento de gestão de redes de negócios e franquias da América Latina!
No final do mês de junho aconteceu a maior feira de franquias do mundo. E vocês podem pensar que para participar é necessário viajar para algum mercado internacional. Mas eu te digo, ela acontece aqui mesmo no Brasil, em São Paulo. Sempre que a ABF Expo Franchising acontece há décadas, vemos os olhos de alguns empresários brilharem por vislumbrarem um novo caminho para a expansão de suas marcas.
Ao verem a magnitude do evento e quantidade de empresas que apostam nesse setor e, principalmente, a quantidade de pessoas que desejam empreender no sistema, eles começam a ter a visão da oportunidade de ter parceiros externos ao negócio que vão seguir as regras da marca e fazê-la chegar a mais mercados sem investimento direto da companhia. De fato, estão certos de que essa é uma grande vantagem. Mas o franchising vai além.
Uma de nossas grandes missões ainda antes de começar um projeto de consultoria é dar a visão clara de que ingressar no franchising exige sim investimento da marca nesse processo e muita dedicação. Criar a estrutura da franqueadora que vai dar suporte à nova rede que se forma, com processos bem definidos, pessoas adequadas e especializadas no franchising e que estão focadas em fazer o negócio dar certo para ambas as partes – franqueados e franqueadora – são pontos que vão exigir esforço, dedicação e sim, investimento.
Estruturar a empresa para dar esse passo vai desde a elaboração dos manuais que vão tangibilizar todo o know-how da marca por meio de processos padronizados, desenvolvimento dos treinamentos para os franqueados , confecção de toda a documentação jurídica para proteger a marca e resguardar a empresa de estar dentro do que rege a legislação do sistema de franquias e muito mais.
Mas antes de tudo isso, as perguntas que devem ser respondidas são: Será que está na hora de franquear o negócio? Será que este empresário está pronto? O mercado tende a receber bem esse novo negócio? Ele é viável financeiramente?
E como descobrir se o momento é oportuno para a empresa? Fazendo uma análise profunda do negócio. No processo de análise da franqueabilidade, a empresa é examinada no detalhe: percepção da marca no mercado, aceitação do produto/serviço, avaliação dos consumidores, estrutura de custos e de resultados, capacidade de abastecimento e de gerar resultados consistentes e até mesmo o básico como o seu nível de formalização.
Somente depois de definida a viabilidade do ingresso da marca no franchising é que chega-se à fase tão desejada pelas empresas que é a de ver o negócio expandir e ganhar mercado com franqueados à frente do negócio. E aí sim, a marca começa efetivamente a estar a um passo de estar entre aquelas que buscam candidatos a franquia numa expo tão importante como a nossa.
Se quiser estar lá é melhor se preparar. E se precisar de apoio, conte com o Grupo BITTENCOURT nesse processo.
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT, consultoria especializada no desenvolvimento, gestão e expansão de redes de negócios e franquias.
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Não é incomum eu me deparar com empresários que ao verem que a empresa está indo bem, com negócio estável, vendas crescentes, geração de lucro, começarem a pensar em como podem crescer ainda mais os negócios. Eles buscam nosso apoio para definir os melhores caminhos. As dúvidas passam por: Como fazer? Crescer com qual estratégia? Abrir novas lojas? Criar novas marcas?
Isso só corrobora para algo que observo já há alguns anos. Muitas vezes a dor do crescimento passa por pensar em como escalar os negócios para atender uma demanda crescente pelos produtos ou serviços da empresa.
E isso tem acontecido com muitas marcas do varejo alimentar conhecidas pelas grandes operações, com grandes lojas e que geralmente estão em pontos estratégicos das cidades com o objetivo de atender o maior número de pessoas possível. São operações consideradas destinos em que o consumidor geralmente tem um deslocamento grande para acessá-las.
Essas marcas se atentaram para o fato de que cada vez mais as pessoas buscam produtos e serviços perto de casa, com deslocamento mínimo, pouco esforço e o máximo de conveniência, e isso era o oposto do que estavam oferecendo.
Estar perto hoje, faz toda a diferença! A busca por comércios próximos aumentou consideravelmente desde o período pandêmico, fazendo deste conceito de varejo um dos mais importantes para atrair e manter clientes no mundo físico. Vimos então uma crescente valorização dos mercados de proximidade e isso não cessou mesmo no pós pandemia.
O fato de termos cada vez menos tempo, o trânsito e as longas distâncias a serem percorridas, somadas a cada vez mais coisas a se fazer, contribuem para que os consumidores queiram que o varejo chegue até eles, o “come to me retail”. É a necessidade de maior comodidade aliada à necessidade de que as coisas precisam acontecer mais rápido.
Nós queremos controlar tudo porque o nosso tempo é precioso. E essa ansiedade gera uma exigência de prontidão das marcas. E quem entrega proximidade está entregando solução, conveniência e praticidade. Isso gera fidelidade e recorrência.
O segredo do varejo de proximidade como modelo de negócio rentável e, consequentemente, de sucesso, está no fato de que este modelo oferece um mix de produtos com curadoria alinhado com as necessidades locais, um menor custo operacional e, com isso, uma oportunidade de maior rentabilidade. Eles atendem às necessidades dos consumidores de compras rápidas e de reposição com modelos enxutos, foco na praticidade e o mindset de, ao invés de vender para mais clientes, vender mais para os mesmos clientes – uma equação simples de recorrência.
E como os clientes não querem perder tempo, o layout, o mix de produtos, os sistemas de pagamento e toda a tecnologia do PDV fazem parte desse modelo de negócio. Por causa da tecnologia empregada no ponto de venda, fica mais fácil coletar e analisar dados. Dados esses que geram insights sobre o comportamento de compra.
E os modelos de negócios que têm surgido em torno desse conceito são diversos e interessantes, desde as lojas de condomínio, lojas containers, lojas de bairro e outros.
E foi justamente com esses novos modelos de negócios que na ABF Franchising Expo lançamos em parceria com o Grupo Carrefour a entrada da bandeira Carrefour Express – modelo de proximidade do grupo – no universo do franchising. Estivemos juntos nos últimos dois anos estruturando essa nova estratégia da marca no Brasil, o franchising foi a resposta clara para uma necessidade de expansão rápida, escalável e para chegar em locais onde a marca ainda não tinha conseguido chegar.
A nossa jornada juntos começou quando o Carrefour entendeu que para atender às exigências de um consumidor que cada vez mais busca conveniência, precisava revisitar o modelo de negócio. Era preciso ganhar ainda mais modernidade. Ao mesmo tempo, não bastaria um conceito incrível aos olhos do cliente, mas que não permitisse a escalabilidade. Fizemos a estruturação das operações para que fossem ainda mais inteligentes e com maior eficiência e, claro, garantindo uma experiência superior para quem visita as lojas. Foi um verdadeiro casamento de colaboração estratégica com pensamento inovador para uma marca tão consolidada no mercado brasileiro.
E não à toa o lançamento na feira foi um sucesso! Mais do que nunca, estar próximo é fundamental.
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT, consultoria especializada no desenvolvimento, expansão e gestão de redes de negócios e franquias.
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Em meus anos de consultoria, não é incomum encontrar empresários que desejam escalar o negócio e expandir para novos mercados, mas que não se preocupam com um fator básico e que muitas vezes pode comprometer o sucesso da estratégia. A adequação do modelo de negócio, dos produtos ou serviços que serão ofertados nos diferentes mercados.
Quando um modelo de negócio, produto ou serviço estão devidamente adequados ao mercado de atuação, a mágica acontece. Os consumidores desejam interagir com sua marca e, tendo uma experiência satisfatória, passam a trazer mais consumidores de forma orgânica. E isso no final do dia significa que seu produto está atendendo às necessidades do mercado e está com consumidores satisfeitos e engajados.
Esse entendimento para o mercado de franquias é crucial, afinal: “One size doesn’t fit all” – a adaptação de conceitos e formatos, produtos e serviços para cada mercado é fundamental. Isso fica muito claro quando marcas internacionais de alimentação chegam no país. Sem uma pesquisa aprofundada sobre as preferências dos brasileiros a chance de oferecerem um produto sem aderência ao consumidor local é grande e, portanto, também uma porta aberta para o fracasso. E a adaptação tem que ser rápida! Lembro sempre de um case de uma marca de donuts que veio para o Brasil com os mesmos produtos que ofereciam no mercado americano e logo entenderam que precisariam incluir o nosso querido pão de queijo no menu e isso ajudou bastante na aproximação com o consumidor. E é importante dizer que isso acontece não apenas na expansão internacional. Em um mercado como o Brasil que tem dimensões continentais e possui diferentes culturas e costumes repensar a adequação de modelos, produtos e serviços para expansão é primordial.
Medir o ajuste ao mercado é um desafio, mas é possível. Uma boa forma de fazer isso acontecer, é entender seus “clientes de altas expectativas”, ou seja, aquele consumidor que já é engajado, que sempre deseja mais e principalmente deseja ser surpreendido a cada interação. Como consumidores engajados eles vão dar feedbacks importantes e vão te dar a direção para aprimorar a experiência para a próxima empreitada. Analisar seus comentários e preferências e o que os impede de consumir mais, associando com o que foi identificado em pesquisas de campo no mercado local, a chance de adaptar o produto às necessidades (e de surpreender) os consumidores no destino é fundamental.
E fazer o casamento da adaptação com o atendimento das expectativas, é uma fase crítica da construção do modelo de negócio, produto ou serviço que será levado ao novo mercado. Mas uma coisa é certa, equilibrar esses dois aspectos garante que o negócio continue evoluindo com base no feedback do consumidor e nas expectativas do mercado, e isso pode significar uma vantagem competitiva significativa.
Um ponto importante é que a análise não deve se limitar ao movimento de entrada no mercado. Esses aspectos devem ser monitorados regularmente para identificar tendências, tomar decisões baseadas em dados e garantir que o negócio tenha uma cultura de melhoria contínua. Essa abordagem iterativa permite um ciclo de feedback que impulsiona o crescimento e a satisfação do consumidor.
Compreender quem são seus clientes de alta expectativa, suas necessidades e desejos e, em seguida, desenvolver produtos, serviços e experiências que os encantem é uma estratégia vencedora. Isso vai otimizar o ajuste do negócio para a atuação em novos mercados, cultivar uma base de consumidores leais e se preparar para o crescimento sustentável!
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT, Consultoria especializada no desenvolvimento, expansão e gestão de redes de negócios e franquias. www.grupobittencourt.com
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Quando falo das oportunidades do modelo de DTC (direct-to-consumer) para as indústrias que estão habituadas a lidar com o mercado consumidor por meio de intermediários, fico tão entusiasmada com as novas possibilidades que se abrem para a marca que, no mínimo, consigo plantar uma semente do “e se” em quem me ouve.
Uma das possibilidades mais importantes que gosto de ressaltar é a de construir um relacionamento individual com o cliente e uma compreensão mais completa do seu perfil. Por meio do acesso direto aos dados e insights dos consumidores, as marcas conseguem trabalhar e adaptar seus produtos e serviços, ações de marketing e relacionamento e construir uma experiencia geral do consumidor otimizada para atender às suas necessidades e preferências específicas.
Esse relacionamento além de todos esses benefícios, impulsionam a inovação pois acabam encurtando o caminho entre a voz do cliente a gestão da marca. E isso culmina em uma maior fidelidade e lealdade do cliente, melhores resultados para o negócio, além de um aumento do lifetime value do consumidor.
Hoje em dia as pessoas que pensam que esse movimento está presente apenas naquelas empresas nascidas digitais, que desenvolviam seus produtos e vendiam online são mais raras, porém existem. Afinal, essa foi uma primeira onda do DTC, há mais de uma década. Nesse período, os modelos de negócios estavam baseados em construir uma presença online que significou uma verdadeira disrupção no modelo tradicional do varejo. Havia o discurso, “não pagam aluguel, não precisam de equipe de loja, treinamento para contato com o consumidor etc, etc e, por isso, são tão interessantes e valiosas…”. Muitas delas abriram capital ou foram compradas e viram seu valor de mercado decrescer com o passar do tempo.
E, no final das contas, com a evolução do modelo e da concorrência, três coisas aconteceram.
Mas quero ressaltar que isso não aconteceu porque a estratégia de atuar direto com o consumidor não era vencedora. Mas o modelo de negócio, assim como toda inovação que passa pela fase de pivotagem, precisou ser revisto, realinhado e redesenhado tendo o varejo físico como suporte para toda a estratégia digital.
E hoje falo com muitas indústrias que atuam no digital, mas que já se convenceram do valor do varejo físico. E os ajudamos a pensar seus modelos de negócios e conceitos para que interajam de forma memorável com o consumidor.
Nesses projetos o mindset é sempre de que esse modelo de negócio traga autenticidade e materialize o propósito, a cultura e os valores da marca por meio de experiências de consumo que se adequem às estratégias da empresa e gerem resultados.
Muitas vezes, os modelos já são pensados para ganharem escala e serem expandidos com o sistema de franquias. Essa acaba sendo uma conclusão natural quando avaliamos a manutenção da consistência da marca, o controle do canal e ainda os investimentos necessários para fazer dar certo.
Afinal, como é nesses espaços os que os consumidores vão efetivamente enxergar valor no relacionamento que estabelece com as marcas, por que não fazê-los chegar onde ele está e expandir mercado? E você? Já avaliou como está o relacionamento com o consumidor final e até onde ele pode levar sua marca? Quem sabe a resposta seja com operações no país inteiro e além!
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT, consultoria especializada no desenvolvimento, gestão e expansão de redes de negócios e franquias.
Se você ainda está achando que Inteligência Artificial está distante do seu negócio, é bom saber que quem está ficando distante da realidade é o seu negócio.
Explico por quê. Apesar da IA estar no mapa das tendências há alguns anos, somente agora ela está sendo efetivamente aplicada nas mais diferentes frentes com apoio do machine learning (que de fato aprende e evolui) e o grande diferencial, está democratizada.
Não é mais algo de grandes corporações ou gigantes da tecnologia. É real, acessível e já está sendo utilizada para que as equipes ganhem eficiência em seu dia a dia.
Se você estiver atento ao que está borbulhando em torno da IA, você certamente já tem uma gama de ferramentas para testar e colocar à prova. São muitas e com as mais diferentes aplicações – desde geração de imagens exclusivas, textos e respostas a comandos cada vez mais específicos.
A IA generativa é que mais tem deslumbrado os executivos dos mais diferentes mercados, inclusive do franchising. Ela é capaz de criar conteúdo original, como imagens, textos, músicas e além.
O ChatGPT (a mais difundida até o momento) levou apenas 2 meses para atingir 100 milhões de usuários. O Instagram, por exemplo, levou 2 anos e meio para atingir a mesma marca. E por isso, realmente a afirmação de que é uma tecnologia democratizada é real. Apesar de sua base de dados ser referente a 2021, a quantidade de informações é tão grande que ela oferece respostas precisas e continua aprendendo com as interações com os usuários.
Um dos principais benefícios da IA no franchising é a capacidade de personalizar os esforços de marketing e vendas, usando análise de dados para atingir os clientes certos no momento certo.
A IA também pode ajudar os franqueados na geração de leads, simplificando o processo de vendas e fornecendo previsões de vendas mais precisas. Como? Utilizando o apoio da IA para criar mensagens realmente atrativas que irão engajar e ampliam a propensão de um candidato à franquia se interessar por uma marca.
A IA pode ser usada para automatizar tarefas rotineiras, liberando os franqueados para se concentrarem em atividades mais estratégicas. Um bom exemplo é a elaboração das análises de desempenho das franquias a partir de dados enviados pelas unidades e oferecer recomendações.
Da mesma forma, a criação de conteúdo para treinamentos se torna mais fácil e acelerada. Outro exemplo é a possibilidade de os franqueados responderem às avaliações dos clientes em redes sociais ou apps de recomendações de forma mais assertiva e menos emocional. Muitas vezes o franqueado não tem uma estrutura ou mesmo a expertise para fazer isso, e a IA pode dar um salto nesse retorno.
Já pensou na evolução do SAF? O serviço de atendimento ao franqueado ficará ainda mais eficaz e acurado. E principalmente rápido. Oferecendo respostas imediatas a dúvidas que muitas vezes podem ser essenciais para condução do negócio na ponta.
E para as áreas de RH, nunca ficou tão fácil escrever um job description e buscar candidatos que tenham fit com a oportunidade.
E num mundo em que a geração de conteúdo começa a ficar mais homogenia como as marcas vão se diferenciar? Com posicionamento, com adoção de pontos de vista claros. As avaliações humanas e emocionais não podem ser geradas por IA (pelo menos por enquanto!).
No entanto, há alguns riscos potenciais para o franchising com o uso da IA incluindo a necessidade de proteger a propriedade intelectual e questões de privacidade. Além disso, apesar de muito coerente as ferramentas atuais ainda erram. E ouvi esses dias uma frase que fez muito sentido: da mesma forma que as ferramentas tem acertado com convicção, elas também erram com convicção. Então uma dose de cautela é crucial. As marcas devem se manter atualizadas sobre a evolução da tecnologia da IA e participar de comunidades para se manterem informados.
Vale lembrar que isso é só o começo do que está por vir. Pela velocidade da adoção e da evolução da tecnologia as possibilidades serão infinitas. Aquela preocupação de que “será que meu negócio sobrevive à Inteligência Artificial?” A resposta é sim. Mas somente se o seu negócio souber fazer bom uso dela.
E a conclusão é simples. A IA oferece grandes oportunidades para o setor de varejo e franquias, e aqueles que a adotarem cedo terão uma grande vantagem competitiva.
No mundo atual, já não é segredo que a influência se tornou um dos maiores direcionadores de venda no varejo. Do consumidor satisfeito aos influenciadores iniciantes ou profissionais, todos tem um papel importante nesse contexto da digitalização do varejo. E, na prática, as marcas que investem em reputação e influência veem a relação direta com a mudança do comportamento de compra dos consumidores e no aumento das vendas.
Tanto que cada vez mais as marcas estão investindo na colaboração com influenciadores ou microinfluenciadores e desenvolvem estratégias de acordo com o perfil dessas pessoas como por exemplo, lançamento de coleções inteiras, até ações mais pontuais para direcionar tráfego para as lojas. Benefício para a marca que atrai uma nova audiência e benefício para o influenciador que ganha exposição e reputação nas redes.
Esse movimento tem sido visto como uma completa convergência de varejo, mídia e criação de conteúdo. Imagine a seguinte situação: um consumidor entra numa loja incrível, em que ele percebe que uma foto ou um vídeo realizado ali poderia gerar uma série de likes nas redes sociais e, de quebra, mostrar que ele é uma pessoa que tem experiências exclusivas. Alguns de seus seguidores, assistem ao vídeo e passam a desejar também viver essa experiência. Eles vão também na loja e, além de checar o ambiente, compram algum produto. Em paralelo, o algoritmo da rede social, por sua vez, percebe o interesse dessa pessoa e começa a entregar mais e mais conteúdo sinérgico, gerando assim um looping infinito de awareness de marca, produção de conteúdo e conversões de vendas. O varejista por sua vez, coleta os dados desses consumidores para estreitar a relação criando um programa de fidelidade… e a história não tem fim, ela continua das mais diferentes formas.
Além da influência e convergência um novo caminho encontrado para se manter relevante é a colaboração.
Isso acontece com outras marcas que podem agregar valor e reputação para os negócios. Trabalhando juntas e explorando o que cada uma tem de melhor, o potencial que alcançam é muito superior à capacidade que teriam de forma isolada. Essa estratégia tem se provado eficaz para aumentar o awareness além de permitir atrair novos públicos pela simples colaboração entre marcas complementares. Tudo para garantir o intercâmbio de consumidores e permitir que eles fiquem mais tempo na operação, vivendo de fato o negócio e claro, comprando.
Mais uma estratégia não é exatamente novidade, uma vez que há bastante tempo marcas têm se associado para criar produtos em colaboração. A diferença agora, é que os negócios passam a se unir de forma deliberada e estratégica. Exemplos são a inclusão de operações de foodservice em lojas de vestuário ou ainda, em supermercados. Outro exemplo possível é a de pequenos varejistas que se unem para criar uma loja para expor os produtos para mais pessoas e diluindo os custos de fazer isso acontecer.
A colaboração não para por ai. Já vemos marcas trabalhando de forma colaborativa para unir seus processos logísticos e garantir eficiência e redução nos custos de distribuição.
Modelos de negócios inteligentes já nascem com a incorporação dessas possibilidades. Seja por meio de um design com propósito claro, pela estratégia de relacionamento com o consumidor, ou principalmente ainda pelas diversas funções que a loja pode ter. Temos implantado e cocriado com nossos clientes projetos viáveis, escaláveis e flexíveis que integram influência, colaboração e outras ferramentas poderosas de relacionamento com foco em ganhar vantagem competitiva, aumentar as vendas e alcançar novos públicos. E os resultados, são no mínimo surpreendentes.
Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT consultoria especializada no desenvolvimento, gestão e expansão de redes de negócios e franquias.




