Grupo Bittencourt
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A gestão de franquias inclui uma série de variáveis a serem consideradas, tanto do ponto de vista do franqueador, quanto do ponto de vista do franqueado.

É importante ter uma proximidade forte com a  rede de franquias, com as pessoas, da estrutura e da operação das unidades franqueadas; por outro lado, é necessário oferecer suporte para a gestão de cada franquia com ferramentas de gestão e consultoria especializada e claro, estabelecendo uma relação de confiança e proximidade entre franqueado e franqueadora.

Ou seja, para o franqueador, a gestão envolve não envolve somente a orientação de todas as unidades como um todo, mas também toda a capacitação e o treinamento para que cada franqueado seja capaz de administrar bem a sua franquia.

Por isso, é preciso encarar o a gestão da rede com o devido cuidado, com a análise de todas as atividades que a franqueadora deve desempenhar para garantir o sucesso da expansão da marca, bem como o sucesso de cada franquia implantada. 

Neste conteúdo, vamos analisar a gestão de franquias, de modo a ponderar sobre essas perspectivas. Confira!

O que é gestão de franquias?

Trata-se de toda a estrutura que o franqueador deve montar para apoiar as unidades franqueadas da marca, com uma visão holística  da maturidade de cada unidade, fornecendo capacitação e treinamento, gestão da comunicação monitoramento de indicadores e performance, acompanhamento próximo por meio de uma consultoria de negócios capacitada e muito mais.

É uma visão geral da administração que a franqueadora tem que ter da rede que já está formada ou ainda em formação. Dessa forma, é possível avaliar e gerir as demandas de uma rede de franquias e apoiar o sucesso do franqueado e consequentemente da rede como um todo.

Um dos pontos a serem acompanhados durante a gestão da rede é justamente o acompanhamento da performance de desempenho de cada franquia.

Nesse sentido, a franqueadora acompanha indicadores como processos de vendas, faturamento, custos, satisfação de clientes, turnover e outros dados das unidades, fazendo uma análise crítica apoiando o franqueado na definição de planos de ação com metas e objetivos de curto, médio e longo prazos para que a unidade possa evoluir e crescer, quem sabe chegando até mesmo ao patamar de internacionlização da franquia.

Com uma visão dos objetivos alcançados de cada franqueado, é possível observar os indicadores de sucesso nas estratégias traçadas em conjunto, além de entender quais podem ser incorporadas por outras unidades como benchmarks a serem seguidos.

A gestão de uma rede de franquias inclui também capacitação e treinamento constantes, de forma a gerenciar a necessidade de reciclagem, seja em aspectos da operação ou de gestão da unidade.

Além dos treinamentos já realizados durante o início do processo de expansão, é preciso, sobretudo, manter a reciclagem do conhecimento com novos direcionamentos sempre que necessário.

Após a implantação da franquia, uma gestão da rede eficaz é o que vai apoiar a sustentação da base de franqueados e na geração de resultados para o crescimento do negócio.

Vale também destacar a necessidade de monitoramento e cuidado com a utilização e aplicação da marca e de seu posicionamento na comunicação local do franqueado. Expandir uma marca com a estratégia do franchising requer um cuidado extra para que a consistência da marca e sua reputação sejam devidamente preservadas mesmo que com a atuação em diferentes mercados.

Nesse sentido, a gestão da rede deve incluir um perfeito equilíbrio entre manter a identidade e padrões de atuação da empresa e da marca, com a possibilidade de adaptação de produtos e serviços às necessidades específicas e locais.

É preciso assegurar o alinhamento com a visão, a missão, os valores além do propósito típicos da marca além dos padrões de operação. A gestão de uma rede deve considerar isso como uma atividade-chave, por meio de um monitoramento constante com apoio de consultores de campo, que podem apontar pontos de adequação.

A avaliação da qualidade de uma gestão também inclui a análise da estrutura de suporte aos franqueados, com observância dos pontos importantes, como a tecnologia, a gestão de pessoas, a estrutura organizacional, os processos definidos pelo manual da franquia, etc.

Gestão de franquias eficiente: entenda a importância

Com uma gestão de franquias eficiente, é possível oferecer o suporte devido para que franqueados alcancem seus objetivos e a devida lucratividade que desejam. Por outro lado, o franqueador também é beneficiado com o crescimento de sua empresa.

Uma boa gestão garante que seja possível expandir de forma eficiente o franchising, sem que a franqueadora perca o controle da rede. Por isso, existe a necessidade de estruturar de mapear processos e padrões de operação e suporte.

importância de uma boa gestão de franquias

Benefícios da gestão de franquias

Veremos a seguir os pontos positivos associados com uma boa gestão de franquias. 

Fortalecimento da marca

Ao expandir a marca com uma estratégia sólida de gestão, a franqueadora ganha notoriedade, reputação e mercado, o que por fim, fortalece a própria marca. Cada unidade de franquia passa a ser parte do processo de multiplicação da marca e sua forma de atuação. 

Ou seja, é possível de fato otimizar a presença em diversas regiões com uma voz forte e um posicionamento forte.

Você também pode se interessar: entenda como a influência e as vendas se relacionam.

Expansão da marca

A gestão inteligente das franquias favorece a expansão segura de uma empresa, de modo a tornar o projeto de crescimento consistente. 

Ao gerenciar a rede, a empresa consegue também manter a constante evolução do modelo de negócios por contar com diversos parceiros locais que podem oferecer novos pontos de vista com base em feedbacks reais de clientes que podem servir para inovar e aprimorar o modelo.

Isso tudo ao mesmo tempo que apoia os franqueados a atingirem seus objetivos. Afinal, o franchising deve funcionar numa relação de interdependência, em que dois elos fortes, franqueado e franqueador, se unem para um único objetivo – crescer e sustentar a rede.

Como fazer uma gestão de franquias de sucesso?

Agora, vamos entender melhor como fazer uma boa gestão de franquias. 

Estruturar bem o processo de franchising

A gestão de uma rede de franquias envolve uma série de fatores importantes, tais como a gestão de pessoas, a distribuição e abastecimento, a análise financeira, a gestão administrativa, a gestão da divulgação da marca, comunicação institucional e local, gestão de contratos e taxas do sistema, treinamento, etc.

Por isso, é importante estruturar bem a franqueadora para oferecer o devido apoio aos franqueados. Isso inclui definir muito bem a governança, com divisão de papéis, regras e políticas bem organizadas.

Como fazer uma gestão de franquias de sucesso

Quanto mais estruturada for a franqueadora, melhor será o processo de ingresso e sustentação do franqueado na rede.

Desenvolver manuais

Os manuais são documentos importantes para ajudar a transmitir o know-how para franqueados. Permitem garantir o controle da qualidade, a sustentabilidade da rede, bem como um treinamento eficiente.

Um manual deve concentrar os aspectos mais importantes da operação, da aplicação da identidade da marca e da forma como os processos são executados, de forma a auxiliar na operação do negócio pelo franqueado  replicando o modelo de sucesso atingido pela franqueadora.

Controle os indicadores

É importante definir as métricas que serão acompanhadas para mensurar a qualidade na sua rede de franquias e instigar na rede a busca pela melhoria contínua e o atingimento das metas.

A partir do monitoramento constante dos resultados, a liderança é capaz de desenvolver insights e pontos de melhoria para outras unidades que forem adicionadas à rede. 

Usar a tecnologia

A tecnologia é sempre uma solução auxiliar importante para as franqueadoras. Com seu apoio, é possível otimizar a comunicação com as unidades, bem como monitorar desempenho e identificar pontos de melhoria. 

É importante que a tecnologia esteja presente também no dia a dia dos franqueados, de modo a oferecer um suporte inteligente para os processos e ganho de eficiência no dia a dia do negócio. 

Conclusão

A gestão de franquias é uma necessidade para organizações em processo de expansão e de sustentação de uma rede de franchising. 

Recomendamos que leia também sobre compliance.

É preciso estar atento aos pontos mais importantes e entender que uma boa gestão passa por uma avaliação da estrutura organizacional, pela adoção de ferramentas de gestão e pelo uso da tecnologia.

Para quem precisa de um plano para expansão, desenvolvimento ou para otimização da experiência de seus clientes, a análise estratégica é uma ótima ferramenta metodológica. Fornece as respostas necessárias para as dúvidas conhecidas e ainda ajuda a identificar quais perguntas fazer em um futuro próximo.

Assim, antes de um grande passo, é importante olhar para os dados, reestruturar a visão e buscar um embasamento com essa análise. A empresa ganha e reforça sua capacidade de lidar com possíveis riscos, bem como de aproveitar as oportunidades visíveis e implícitas.

Saiba mais sobre o assunto e entenda suas implicações com este conteúdo feito exclusivamente para você.

O que é Análise Estratégica?

A análise estratégica é uma avaliação das condições internas e externas da empresa para identificar oportunidades e riscos. É um diagnóstico que visa entender como a empresa pode implementar a expansão da forma mais eficiente e segura possível.

É geralmente feita antes de grandes passos, como a expansão da empresa, internacionalização, iniciação em um modelo de franquias, entre outros.

Faz parte de uma avaliação estratégica que considera diversos aspectos, como canais de comunicação e vendas, pontos da jornada do consumidor, qualidade dos produtos/serviços, etc

Em suma, uma análise estratégica parte, sobretudo, de uma visão sistêmica, em que a empresa considera fatores internos e externos que impulsionam e prejudicam suas operações.

Diante disso, é preciso projetar o impacto desses fatores em um novo cenário, como um novo mercado, por exemplo.

Por outro lado, também tenta entender como a empresa pode devolver ao ambiente externo e como se posicionar para amplificar os bons resultados.

Podemos dividir em 5 ângulos de análise para exemplificar melhor:

  • avaliação da estrutura organizacional.  
  • revisão de processos para ganho de eficiência
  • gestão e análise de dados;
  • análise em gestão de pessoas;
  • análise de mercado

Avaliação da estrutura organizacional

Consiste em uma avaliação de processos, ferramentas, papéis e sistemas para que seja viável expandir e desenvolver a organização com segurança.

Ou seja, é trabalhar a estrutura para ganhar agilidade e flexibilidade, de modo que isso facilite replicar o modelo quando a empresa ingressar no franchising, por exemplo.

O importante é pensar em adaptar a estrutura para atingir os objetivos da estratégia, entender como a tecnologia impacta nisso (e como pode ajudar), bem como considerar possíveis interferências do meio externo.

Revisão de processos para ganho de eficiência

A revisão de processos corresponde a uma visão crítica acerca das operações para buscar falhas e possíveis oportunidades de melhoria.

Nesse sentido, mantém-se o olhar fixo nos objetivos de desenvolvimento e nas metas organizacionais para reajustar as atividades do cotidiano.

Gestão e análise estratégica de dados

Os dados são ativos fundamentais para uma análise estratégica. Eles permitem buscar respostas para perguntas que a empresa já tem, bem como identificar possíveis questionamentos relevantes para encontrar novas respostas.

Ou seja, é fundamental para um ciclo de autoconhecimento e de investigação, de modo a estruturar decisões seguras e inteligentes.

Por isso, é preciso cuidar da qualidade e da relevância dos dados, uma vez que esses aspectos influenciam diretamente nas decisões.

Gestão e análise estratégica

O esforço nesse sentido envolve filtrar melhor os dados, controlar seu ciclo de vida e estruturar novos modelos de armazenamento para garantir a utilidade dos mesmos.

Assim, esses ativos podem cooperar para a descoberta de novas oportunidades, riscos e pontos de atenção.

Análise estratégica em gestão de pessoas

A gestão de pessoas também é um fator importante quando falamos na análise estratégica.

É preciso pensar em treinamento, em novos requisitos para promoção e em um cuidado global com os componentes que fazem parte dos times.

Quando se pensa em franquias, por exemplo, isso se torna ainda mais relevante.

Há uma preocupação em garantir que franqueados estejam alinhados com a empresa, com a marca e com o posicionamento.

Análise estratégica de mercado

A análise de mercado ou benchmarking consiste em uma metodologia de análise das condições do mercado, especialmente avaliando a concorrência, o poder de impacto de organizações concorrentes e as oportunidades possíveis.

O benchmarking alimenta a análise estratégica e o planejamento, uma vez que oferece novos ângulos que podem ser explorados pela empresa em sua jornada de desenvolvimento. 

Uma das conclusões pode abranger novos posicionamentos em busca de suprir uma certa necessidade que o mercado não supre atualmente, por exemplo.

Isso também inclui certos riscos de mudanças radicais dentro de um nicho.

A chegada de uma nova tecnologia pode introduzir um fator de perturbação no ambiente, gerando novas variáveis e tendências. Por isso, a empresa deve conseguir prever isso e se preparar para ajustar sua estratégia.

Nesse sentido, é necessário reforçar a visão sistêmica, com um padrão holístico que entende a organização como um organismo dinâmico e suscetível a mudanças.

Como a Análise Estratégica auxilia na Avaliação Estratégica?

A análise faz parte da avaliação. Ajuda a comparar os cenários atuais com os possíveis resultados, de modo que seja possível efetuar uma operação de expansão com agilidade e segurança.

Desse modo, a capacidade de exame e perícia das condições internas e externas se torna mais apurada, o que oferece maior segurança nas decisões.

Podemos, inclusive, pensar na avaliação como um momento final do processo de análise

O momento de finalmente tecer conclusões sobre o que foi investigado, em que a empresa finalmente aprende sobre o tema analisado e traça novos planos e metas a partir desse aprendizado.

A Avaliação Estratégica de Canais se torna importante para alcançar o cliente da melhor forma, de acordo com seu perfil. Sendo assim, descubra os pontos fortes e fracos da sua estratégia atual e identifique oportunidades de melhoria

O que é uma Análise de Cenários?

A análise de cenários é uma análise preditiva que tenta racionalizar cenários possíveis a partir de um dado ponto do tempo. Ou seja, tenta prever situações prováveis, de riscos e pontos de exploração, de modo a traçar planos de resposta.

 

Na gestão de projetos, por exemplo, corresponde ao entendimento acerca dos possíveis obstáculos à finalização de um projeto, com uma verificação ponderada de riscos internos e externos

Em um projeto de expansão e desenvolvimento de uma organização, a análise de cenários se faz essencial para oferecer uma visão além do que já se sabe. Além disso, verifica os impactos de cada acontecimento nesses cenários estudados.

Em casos de riscos e de concretização dos pontos negativos, a corporação deve pensar em como contornar esses cenários, a partir de ações estratégicas de recuperação e contenção de danos. Um reajuste de rota, para continuar e evoluir no projeto.

Já em casos de oportunidades e pontos positivos, o objetivo é aproveitar as situações e explorá-las ao máximo para amplificar os bons resultados.

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Por que fazer uma Análise Estratégica?

Um dos principais motivos que fundamentam a necessidade de uma análise sob um viés estratégico é a redução de riscos.

Como já falamos, a avaliação de cenários e das condições em que a empresa se encontra ajuda a planejar ações de crescimento para minimizar a interferência de impactos negativos.

Ou seja, reduz-se a porcentagem de riscos e seus impactos em todos os processos.

Por outro lado, temos a vantagem da expansão segura, com maior controle de todos os pontos importantes

A análise estratégica ajuda a estabelecer um planejamento que facilita a avaliação diante de um momento de decisão

Por que fazer uma Análise Estratégica

Logo, funciona como um framework a ser aplicado sempre que a empresa precisa se organizar para fazer grandes escolhas. Inclui ferramentas, metodologias e etapas que mencionaremos nos tópicos seguintes, inclusive.

Com isso, a empresa consegue expandir, impulsionar e acelerar o crescimento e gerar vantagem competitiva. Consegue penetrar em mercados novos, por exemplo, de modo a se posicionar bem entre os concorrentes e garantir o seu sucesso. 

Como a análise estratégica se encaixa no plano de negócios

A análise estratégica gera novos insights que auxiliam no planejamento de negócios. A partir do que foi identificado na análise de cenários, a empresa consegue desenhar um plano mais efetivo e realista, com metas de qualidade.

Como a análise estratégica se encaixa no plano de negócios

Também é mais fácil integrar todos os times e departamentos para que todos trabalhem de acordo com os novos objetivos.

A Avaliação Estratégica de Canais se torna importante para alcançar o cliente da melhor forma, de acordo com seu perfil. Sendo assim, descubra os pontos fortes e fracos da sua estratégia atual e identifique oportunidades de melhoria:

Conclusão

A análise estratégica, como vimos, consiste em uma avaliação completa de condições internas e externas da organização, de modo a viabilizar a criação de planos de ação para aproveitar oportunidades e mitigar riscos. 

Diante da necessidade de fazer uma boa análise e uma avaliação estratégica focada em objetivos de expansão, uma consultoria de qualidade é crucial.

O Grupo BITTENCOURT oferece uma solução de avaliação estratégica para sua empresa identificar os canais de venda e distribuição mais úteis em um plano de crescimento. Conheça a nossa solução!

Cada vez mais os brasileiros estão tendo experiências no que passou a ser conhecido como metaverso, uma terceira dimensão estruturada pela confluência entre o mundo físico e o virtual. De acordo com uma pesquisa da Kantar Ibope Media, cerca de 6% dos brasileiros (5 milhões de pessoas) já transitam por alguma versão do metaverso. Marcas nacionais e internacionais já estão operando de diversas formas no ambiente.

Ainda, segundo a Gartner, um em cada quatro usuários de internet vai gastar ao menos uma hora por dia nesses mundos virtuais até 2026. Esses dados acabam por nos mostrar o grande potencial que marcas e empresas de diversos setores podem aproveitar por meio dessa revolução digital, que já ocorre por meio da Realidade Virtual, blockchain, Inteligência Artificial, conectividade, assistentes de voz, programas de tradução simultânea de idiomas, ambiente 3D e gamificação, entre outros, e deve convergir para o ambiente do metaverso.

Entender a nova lógica de vendas do varejo, por exemplo, neste tipo de espaço, passa por saber que, segundo a Bloomberg Intelligence, em dois anos o metaverso deve transacionar US$ 800 bilhões. Por hora, existe muita movimentação de negócios via NFTs, que também já começa ser utilizado no mundo físico para aquisição e pagamentos.

Múltiplas possibilidades para o varejo

Isso é algo que já citei em artigo recente, apontando o metaverso como uma terceira dimensão, um outro lugar que passaremos a ocupar e que passa a ser também um terceiro canal de vendas. Se hoje falamos da importância do elemento humano nas vendas do e-commerce, os avatares multiplicam de forma significativa a possibilidade de presença humana, quebrando a barreira física de espaço e tempo.

Isso muda tudo no varejo e também para as redes de franquia, que podem utilizar a tecnologia para o treinamento de equipes, auxílio com a gestão, imersão de candidatos a franquia, a apresentação de novos produtos, interação com influenciadores, entre outros, criando novas experiências no metaverso sem a necessidade de sair do lugar.

O metaverso que se apresentava como o futuro já começa a ganhar corpo hoje, quando as suas funcionalidades já podem ser vistas como muito mais eficientes e produtivas para o varejo. No Brasil, a chegada do 5G fomenta ainda mais a consolidação das práticas nesse ambiente, oferecendo uma internet muito mais veloz e de qualidade para essas novas práticas que vão ampliar de maneira exponencial o jeito de se fazer negócios.

Nota: O metaverso será um dos temas em um painel dentro do BConnected, que ocorre nos dias 4 e 5 de outubro, no Teatro Santander.

Lyana Bittencourt é CEO do Grupo Bittencourt.

Entre em contato conosco para dar o próximo passo rumo ao desenvolvimento do seu negócio!

Nos últimos dois anos as mudanças têm sido uma constante e exigiram uma adaptação tanto dos consumidores como das industrias. Hoje, os consumidores são globais e quando se fala de comportamento de consumo percebemos que a distância entre o consumidor e as marcas precisa de ser encurtada. 

As empresas que não forem capazes de dar este salto, ficarão numa posição mais fragilizada, para fazer face às necessidades dos consumidores do presente e dos consumidores do futuro.

O consumo, que sempre foi visto como um ato egoísta, é agora uma ação que está diretamente conectada com o posicionamento e ideais das empresas. Os consumidores estão mais conscientes dos impactos que as marcas deixam no meio ambiente ao longo da cadeia produtiva, já não procuram a melhor empresa do mundo, mas sim a melhor empresa para o mundo.

Questões como a diversidade, a inclusão e a voz ativa dos líderes na defesa de valores com os quais os consumidores se identifiquem tornaram-se tão importantes quanto o produto em si. E isto, a par do crescimento exponencial das vendas online, que pressionou as empresas a se reformularem bem como a aprofundarem o relacionamento com os seus consumidores.

No fundo, o grande desafio é entender qual será o comportamento do consumidor do futuro. Já sabemos que o consumidor vai exigir das empresas mais flexibilidade, mais resiliência e mais criatividade e que as novas gerações são tridimensionais e se uma empresa mantiver o seu pensamento binário vai ter mais dificuldade em comunicar para estes novos consumidores.

Os últimos dois anos aceleraram os processos, porque não havia alternativa, ou seja ou as empresas se adaptavam e abraçavam a tecnologia ou fechavam portas. As empresas foram obrigadas a apostar numa presença digital forte, mesmo aquelas que estavam mais reticentes em dar esse passo.

E essa necessidade, que surgiu sem aviso prévio impulsionou aquilo a que se chama de direct-to-consumer (DTC) que, como o nome indica, tem na sua génese comunicar diretamente com os consumidores, sem a existência de intermediários.

A vantagem do DTC é óbvia: O foco nos clientes. O objetivo deste foco é criar a tão almejada lealdade dos clientes para com as marcas. Quanto melhor for a experiência do consumidor mais longa será a sua ligação para com a marca.

Algumas marcas já nasceram nativamente digitais e com esse acesso direto ao consumidor, outras escolheram o varejo, com operações próprias ou franqueadas criando modelos de negócios inovadores e focados em traduzir o conceito da marca além do portfólio completo da indústria numa relação direta e de valor com os consumidores.

O Direct-To-consumer permite que empresas mais pequenas consigam competir com empresas maiores e que consigam crescer mais rapidamente através deste modelo. 

A proximidade e a relação desenvolvida entre marca e consumidor originam uma sensação de se sentir acarinhado e respeitado, criando uma conexão emocional com a marca e essa conexão é muito mais difícil de quebrar. Exigem mais experiência com a marca, mais transparência e customização no atendimento.

Se tivesse de projetar o futuro, diria que a familiarização com o Direct-To-Consumer é um ponto de partida essencial para dar o passo para o Direct-to-Avatar – olá, metaverso! -, do qual já se fala e que vai continuar a crescer. Mas uma coisa de cada vez.

Mesmo em um cenário desafiador, alguns dados divulgados sobre o varejo, nas últimas duas semanas, revelam um crescimento acentuado do setor, assim como também do setor de serviços nos primeiros três meses do ano. O que mostra a força do varejo nacional e o quanto ele tende a contribuir ainda mais para a retomada da economia em 2022, apesar de muitas incertezas no cenário global. O significado disso é que as pessoas pretendem e querem continuar a sonhar e retomar, cada vez mais suas vidas, depois de alguns anos de sofrimento e de perdas intensas.

A maravilha de trabalhar para o setor de varejo no Brasil é saber o quanto ele é termômetro dos anseios das pessoas e o quanto, a cada bom resultado, vemos refletida a esperança e confiança de dias melhores, que todos nós merecemos. Mas todo esse desempenho não foi à toa.

Momentos desafiadores exigem de nós criatividade e ações inovadoras, por isso, os empreendedores do varejo não descansaram e foram responsáveis por utilizar a crise para inovar e transformá-la em oportunidades, que acabaram por impulsionar suas vendas. Investindo em tecnologia para agilizar e mapear processos internos para que as entregas para os consumidores fossem cada vez mais eficientes, principalmente em Supermercados e Hipermercados, que demandam uma maior eficiência logística.

Isso se refletiu num aumento de 2,3% no varejo, impactando diretamente em um PIB perto dos 1,5%, de acordo com dados divulgados pelos órgãos oficiais. Mesmo com inflação e alta taxa de desemprego, as famílias conseguiram manter o consumo graças a algumas iniciativas públicas.

Para se ter uma ideia da força do varejo, em abril o varejo cresceu 20,5%, de acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado. Dentre os setores, que impulsionaram o crescimento, estão Bens Não Duráveis e Serviços, puxados pelos segmentos de Supermercados e Hipermercados e Turismo e Transporte, respectivamente.

Embora estejamos vivendo tempos difíceis, as iniciativas criativas e a resiliência tendem a fazer, eu acredito, com que possamos chegar do outro lado do túnel de forma melhor de quando entramos. Estamos cada vez mais maduros, sendo responsáveis por processos, colocando propósitos maiores em nossos negócios e que geram lucros e, acima de tudo, oportunidades de uma sociedade cada vez mais independente e preparada para os momentos de crises e turbulências. 

Entre em contato conosco para dar o próximo passo rumo ao desenvolvimento do seu negócio!

São Paulo, abril de 2022 – O avanço da digitalização dos negócios durante a pandemia fez com que o varejo se transformasse e ficasse muito mais dinâmico. Neste cenário, de acordo com o Grupo BITTENCOURT, as empresas precisam expandir seus negócios e garantir ao consumidor todas as formas possíveis de se adquirir um produto e isso está diretamente ligado a diferentes tecnologias como o metaverso ou até mesmo plataformas de live commerce. Esse fenômeno é conhecido como Alt Commerce, termo oriundo de Alternative Commerce, em inglês ou Comércio Alternativo na tradução literal).

 

“Essa tendência pode parecer complexa para alguns empreendedores, mas a ideia é que a entrega seja ‘simples’ aos olhos dos consumidores e muito bem estruturada e com tecnologia empregada para se chegar ao objetivo final. O grande desafio aqui é aprender a lidar com a forma antiga de se fazer as coisas e abraçar uma nova mentalidade, que empregue mais inovação, tecnologia e entretenimento”, comenta Lyana Bittencourt, CEO do Grupo BITTENCOURT.

 

O desafio começa em estruturar um modelo de abastecimento que abrace todos os canais, um passo fundamental, mas que não é o suficiente quando o assunto é Alt Commerce. Na modalidade é preciso haver uma automatização da distribuição dos produtos, integrar diferentes meios de pagamento, além de promover modelos híbridos de entrega. Chegamos em um ponto em que comprar no online e retirar na loja física ou comprar na loja e receber em casa não é mais o desejado, é o mínimo esperado pelo consumidor. Agora temos situações em que um produto é vendido numa dimensão como o metaverso e utilizado apenas no mundo virtual – compras reais mas que estão apenas na dimensão digita, ou ainda compras feitas por voz via inteligência artificial. O Alt Commerce então se apresenta com uma gama inimaginável de opções inclusive para que a experiência de compra se assemelhe a um show, seja com a gamificação ou com influenciadores testando e vendendo produtos através do vídeo.

 

Metaverso

O Metaverso foi o tema mais discutido no início do ano com as previsões sobre as tendências do varejo para 2022. O mundo inteiro passou a pensar em possibilidades de venda em ambientes imersivos, algo que já deixou de ser futurista e entrou na agenda das grandes marcas. No mercado de luxo, por exemplo, a Ralph Lauren e Balenciaga estão olhando para as lojas virtuais do metaverso como uma forma de testar coleções, construir reconhecimento de marca e vender!

 

Live Commerce

A modalidade de vendas por vídeo é uma das opções quando pensamos em Alt Commerce, isso porque há uma entrega completa de experiência e relacionamento com conexão real e instantânea com os consumidores, além de levar para dentro de casa a humanização vista nas lojas físicas. Isso porque por meio de uma plataforma de live commerce, a marca consegue  apresentar seus produtos, interagir com os clientes e converter novas vendas em um só lugar. E além do formato único e das possibilidades de interação da marca com o público, o live commerce também possibilita que o consumidor participe diretamente da construção da ação, fazendo parte de tudo que acontece. 

 

Para Marcio Machado, CEO e fundador da StreamShop, plataforma pioneira em live commerce no país, esse modelo é um importante braço do Alt Commerce, já que une a tecnologia e o entretenimento para diferentes públicos em um só lugar ao estilo de cada marca. “A modalidade de vendas possibilita uma variedade de possibilidades de navegação em um catálogo completo de produtos sem restrição de skus, além de diferentes meios de pagamento, destaque promocional na tela enquanto o vendedor ou influenciador está falando sobre determinado produto, além de inclusão e navegação por vídeos, sejam eles ao vivo ou gravados. Acreditamos que o live commerce é o ponto alto, junto ao metaverso, quando falamos de Alt Commerce, pensando justamente na essência do conceito”, complementa o especialista.

 

Omnifulfillment

Muitos especialistas afirmam que o omnichannel é coisa do passado, e que está na hora de abandonarmos o pensamento binário do online e offline e abraçar o mundo ‘não-linear’. As novas gerações estão em busca do ‘omnifulfillment’, um modelo formado por lojas que funcionarão praticamente como um hub para entrega de produtos. O ‘ship from store’ vai tratar as lojas como mini centros de distribuição, ou ainda, como pontos de retirada de produtos. Afinal, a linearidade não combina com os novos hábitos dos consumidores, que estão cada vez mais conectados e fugindo de caminhos tradicionais.

 

“As cadeias de abastecimento ganham papel ainda mais relevante nas empresas por conta da diversidade de canais e suas intersecções, além do olhar para a conveniência do consumidor. Como estar com produtos disponíveis em todos os lugares e ainda fazer uma entrega cada vez mais rápida? Desenha-se no mundo todo uma nova jornada de compras que passa por uma junção da loja física com o universo online, uma vez que os consumidores já estão muito mais maduros digitalmente do que eram no passado”, finaliza Lyana Bittencourt.

Os negócios no Brasil e no mundo passaram por mudanças drásticas de cenários nos últimos anos, quando houve também um aumento nas possibilidades de modelos de negócios para se chegar ao consumidor. Essa diversificação dos contextos dos negócios tornou-se fundamental para que muitas marcas e empresas pudessem se manter relevantes ou mesmo aumentar as chances de seguir num mercado cada vez mais competitivo.

Um grande exemplo desse processo tem sido a grande transformação da Dexco (ex Duratex), para se tornar ainda mais moderna e próxima do consumidor. A indústria de mais de 70 anos de pisos, revestimentos e materiais hidráulicos ao longo do tempo se especializou em soluções em design de ambientes – ou seja, um olhar claro de transformação e inovação com foco em quem realmente importa – o consumidor.

Além de toda a mudança de olhar para o negócio, diversas frentes estão sendo desenvolvidas como criação de um fundo para investimento em startups e scale ups, além de uma abordagem clara em sustentabilidade e a sustentação da companhia por meio de uma governança forte.

Esse case é um retrato da história do processo realizado pela indústria nos últimos anos, desde quando ela começou a vislumbrar que seu produto poderia chegar no consumidor final não apenas por meio de intermediários, mas ampliando esse escopo para canais próprios – sejam eles físicos ou digitais.

Alguns outros pontos importantes dos últimos tempos, especialmente a aceleração da transformação digital, contribuíram para que o caminho do D2C (diretc-to-consumer) fosse mais visto como complementar, do que como um concorrente no qual a indústria colidiria com seus stakeholders. Para isso, essa evolução das plataformas de relacionamento com estes parceiros, com um avanço no B2B nos moldes digitais, trouxe tranquilidade e transparência necessária para que os canais estabelecidos não precisem ser sacrificados nesse novo modelo.

Segundo a empresa de pesquisas Grand View Research, o B2B eletrônico movimentou US$6,88 trilhões em 2021, sendo que a média de crescimento desse setor deve ser de 19,7% até 2030. O chamado marketplace B2B, outro ponto importante dessa transformação digital na relação das empresas, deve movimentar US$3,5 trilhões em 2024.

Essa nova era permite agora que o consumidor possa continuar usando o varejo para realizar suas compras, porém com uma experiência de compra ampliada pela marca – que passa a poder efetivamente mostrar sua proposta de valor, seu jeito de ser com maior consistência, e também seu portfólio completo dos produtos sem intermediários. Ou seja, criando um novo canal de receita e de ampliação do seu market share.

Isso torna a jornada do consumidor ainda mais importante de ser observada. Agora a jornada passa a não ter um final, ela não é mais linear uma vez que hora a indústria faz o contato direto, hora o produto impacta o cliente via parceiros.

Há ainda, principalmente para a indústria, a possibilidade desse contato com o consumidor fazê-la enxergar de forma mais clara quem é seu público, permitindo ainda que se reúna dados cruciais sobre o comportamento desse cliente, suas preferências e desejos não atendidos.

Além desse aumento de participação no mercado, a indústria que faz do D2C uma estratégia,  reforça o relacionamento do público com sua marca, consegue ampliar margens pelo fato de realizar transações diretas, ganha maior entendimento sobre sua atuação e o que realmente significa sua relação com seu cliente.

Se você se interessou pelo tema, nos dias 4 e 5 de outubro, o Grupo BITTENCOURT vai realizar o BCONNECTED um grande evento que vai tratar sobre Imprevisibilidade e Inovabilidade nos negócios. Nele vamos ter o case que citei da Dex.co compartilhado pelo seu Diretor Vice Presidente, Marcelo Izzo. Se quiser saber mais é só acessar www.bconnected.com.br.

O atual cenário econômico brasileiro tem se mostrado desafiador, mesmo em meio a um paradoxo, por sermos uma economia que abriga uma complexidade e também uma maturidade em termos de negócios, capazes de superar os diversos obstáculos presentes à nossa realidade.

O empreendedor brasileiro tem se mostrado capaz de olhar as alternativas de seu próprio mercado, mas se mostra, como observamos nos últimos anos, cada vez mais preparado para embarcar na expansão de seus negócios para terras estrangeiras, especialmente para a Europa.

Nossa experiência como uma consultoria de trabalho internacional e parcerias estratégicas para ajudar o varejo de forma geral a ultrapassar qualquer tipo de fronteira, tem trazido uma experiência vivida especialmente na porta de entrada da Europa, em terras como Portugal, onde temos escritório e um parceiro de negócios, e Espanha, por ser um ambiente de negócios já acostumado a trocar experiências com o Brasil.

Se há cerca de duas décadas e meia iniciava um movimento de empresas ibéricas, especialmente espanholas vindo ao Brasil realizar investimentos em setores como bancos, estradas e infraestrutura, hoje a capacidade de negócios do Brasil em setores do varejo, permite pensarmos num cenário de expansão de negócios via franquias na Europa, a começar pela Espanha, por exemplo.

Levar negócios de sucesso para o velho continente implica ter acesso a um contingente de mais de 500 milhões de habitantes, com taxas de crescimento bem mais expressivas que a do Brasil, com crescimento médio acima de 5%, como constatado em 2021. Enquanto por aqui a economia e a incerteza política não dão muito espaço para uma certa previsibilidade, estabelecer uma meta de aterrissar na Europa com um modelo de negócio no estilo franquia, pode garantir uma alavancagem que aqui duraria algum tempo a mais.

Não podemos esquecer que, há muito tempo também, empresas brasileiras fizeram o caminho inverso para Portugal, caso de consagradas marcas como Boticário e Havaianas, que já atuam também em seu modelo de franquias.

Como fazer para começar o processo de internacionalização?

Realizado por meio da expansão de suas operações e da concessão do direito de uso de sua marca para os mercados externos, vem sendo considerado uma questão ligada à própria sobrevivência das organizações em mercados cada vez mais competitivos. 

A crescente interligação entre nações induziu o aumento do comércio internacional e a expansão do investimento intercontinental.

Dessa maneira, para que as empresas possam desfrutar das novas oportunidades e, ao mesmo tempo, reduzir ou eliminar as eventuais ameaças inerentes a este novo ambiente competitivo, surge também o grande desafio da internacionalização de negócios.

No Brasil já são 163 marcas franqueadoras operando em 106 países em diferentes formatos, seja com exportação de produtos ou mesmo com unidades franqueadas. Já nosso mercado tem 205 marcas de franquias estrangeiras vindas de 30 países diferentes, segundo dados do último ano da ABF – Associação Brasileira de Franchising.

Algumas vantagens em expandir as fronteiras de seu modelo de negócio:

– Potencial de aumentar a escala produtiva e lucratividade

– Incentivo à inovação e desenvolvimento de produtos mais competitivos
Aperfeiçoamento de processos

– Acesso à novas tecnologias

– Mais segurança diante das oscilações de demanda interna

O planejamento a ser realizado envolve muita pesquisa, e as pesquisas jamais poderão ser vistas como um gasto. Na verdade, elas são investimentos que vão contribuir para que você não perca dinheiro, nem tempo.

Quer saber como fazer para expandir o seu negócio? Entre em contato conosco!

Se por um lado a Europa surge como um chamariz a investimento devido à estabilidade de que goza e aos seus 500 milhões de habitantes. Por outro, pelas suas dimensões, pelas recentes privatizações e reformas estruturais, o Brasil tem suscitado o interesse por parte de investidores quer portugueses quer espanhóis.  

Ao longo do tempo as economias emergentes tornaram-se numa nova possibilidade para mercados mais tradicionais por diferentes fatores, que se converteram em oportunidades para quem deseja expandir, criar escala, seja no mercado local ou no mercado internacional

A diversidade e a multidisciplinaridade étnica e social muito presentes no mercado brasileiro, são cada vez mais relevantes nas empresas, não só pela questão social, mas também pela questão de inovação. Ter pessoas com histórico de vida diferente, com visões de mundo diferentes, é fundamental para inovar. Além de estarmos a falar de um mercado de grande dimensão e com muitos recursos. 

Há uma proximidade cultural importante entre o mercado brasileiro e o mercado ibérico, além da facilidade de comunicação que a língua permite, mesmo no caso da Espanha. São mercados bastante abertos a novos modelos de negócios.  

As relações entre Portugal e Brasil dispensam apresentações, mas recentemente o interesse de Espanha pelo Brasil tem vindo a crescer, tal como o mercado ibérico se constitui uma porta de entrada dos empresários brasileiros para a Europa. Espanha é uma grande investidora na economia brasileira, em setores tão diversificados como banca, indústria e tecnologia ligada a start ups, só para citar algumas áreas. Em 2020, Espanha tornou-se o terceiro país do mundo com mais investimento no Brasil. (1)

O mercado português atrai pela inexistência de barreira linguística, acesso a contactos internacionais, obtenção de ativos estratégicos, incentivos do governo e pela receita concentrada que existe no país. De salientar, que o Brasil ocupa um lugar cimeiro no que diz respeito a investimento direto em Portugal e as relações entre ambos têm uma densidade incomparável a qualquer outro país com o qual Portugal tenha relações. Com a internacionalização das empresas brasileiras, Portugal vê um crescimento económico e a possibilidade de criação de mais postos de trabalho.  

Se formos a olhar para empresas brasileiras que estão há muitos anos em Portugal, o caso d’O Boticário, que é a maior rede de franquias de perfumarias e cosméticos do mundo, ou das Havaianas, por exemplo, é fácil perceber o valor agregado que trouxeram à economia nacional, mas mais do que isso, são marcas que passaram a fazer parte da própria identidade portuguesa. 

Atualmente, um aumento de produtividade por via tecnológica, uma valorização dos ativos das empresas, um crescente know how qualificado e a consolidação de Portugal como principal ‘hub’ para tecnológicas da Península Ibérica, tem atraído ainda mais investimento de fora. Tal como as relações comerciais com Espanha que, historicamente, são parceiros comerciais. Esta relação advém de uma afinidade cultural e evidente proximidade geográfica, que se constitui no mercado ibérico. 

Só no primeiro trimestre de 2021, o investimento feito por brasileiros em Portugal ascendeu aos 33,39 milhões de euros(2). Estas transações incluem investimentos diretos de empresas ou investidores do Brasil em ações e mercado imobiliário. 

Portugal é uma plataforma para outros mercados, Espanha é a consolidação dessa presença na Europa. Já em 2012, Mariano Rajoy, na altura primeiro-ministro espanhol, apelou à expansão das empresas brasileiras em Espanha, como forma de ultrapassar a grave crise económica que Espanha (e outros países europeus), atravessavam na altura.  

Com a pandemia o interesse mútuo de investimento entre estes três países e a vontade de fomentar o intercâmbio, não parece ter abrandado. Intercâmbio esse que não é unicamente financeiro, é igualmente uma troca de conhecimento, de criatividade, de vivências. Portugal apresenta-se como uma porta de entrada para a Europa e graças ao programa “Portugal 2030”, que tem várias linhas de incentivos tanto para se iniciar um projeto, como para fazer a ampliação da empresa, a tração de investimento continua a crescer.  

E encarar Portugal como uma porta de entrada para a Europa não se prende unicamente com a posição geográfica do país. Mas também, com o aumento dos espaços de co-work, grande atração para os nómadas digitais, tornando desta forma possível a proximidade entre empresas de todos os pontos do globo. Um cenário que não só potencia a troca de conhecimento especializado, como o conhecimento de como outros países europeus funcionam. Marcando assim, o início da globalização da uma empresa. É comum os empreendedores considerarem Portugal uma “escola” onde aprendem como se internacionalizar.  

A relação entre Espanha e Brasil, embora não tão longa, tem vindo a ser estreitada de ano para ano. Os dois países vêem-se como grandes aliados para o investimento e a atual situação pandémica marca um tempo de aproximação. A união de Brasil, Portugal e Espanha, que culturalmente são bastante próximos, visa um maior desenvolvimento e expansão dos mercados.

Em 2020, Espanha sofreu uma contração do PIB de 10,8%(3) como resultado do impacto da pandemia de Covid-19. Esta situação refletiu as principais fragilidades da economia espanhola, como as elevadas taxas de desemprego e de dívida pública, bem como uma estrutura produtiva muito dependente do turismo. Já em 2021 assistimos a um crescimento de 5%, a taxa mais elevada dos últimos 21 anos, que contrasta com a queda de 10,8% registada em 2020, segundo os últimos dados publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) espanhol. Esta recuperação da atividade económica, sobretudo a partir do segundo semestre, foi grandemente impulsionada pelo investimento e pelo consumo, em consequência do plano nacional de recuperação.

Espanha é o principal parceiro comercial de Portugal, sendo a proximidade um valor essencial para o aprofundamento das relações bilaterais. É importante potenciar os relacionamentos de complementaridade e de integração das cadeias de produção, aproveitar a tendência para uma maior diferenciação, customização e personalização do produto e acompanhar as oportunidades nas plataformas de e-commerce

Além disso, este é o tempo certo para garantir que os negócios cresçam de forma sustentável e com canais integrados para atender a uma procura cada vez maior por conveniência do consumidor, a título de exemplo. 

O mercado brasileiro tem um bom track record em internacionalização das suas empresas, na modernização do ponto de venda, é um dos países mais desenvolvidos do mundo em termos de expansão de redes de negócios, inovação de soluções que potenciem a fidelização do consumidor às marcas e tem muito a contribuir para o mercado ibérico, em termos de profissionalização e boas práticas.  

O país está bastante avançado em tudo o que é a experiência do consumidor ao longo de todo o processo de compra, o ponto de venda e até mesmo a melhor forma de expandir negócios.  Com processos e ferramentas que podem trazer um elevado nível de especialização ao mercado ibérico, como sendo o desenvolvimento de novas soluções integradas para marketplaces, Live commerce, novas parcerias estratégicas entre empresas, boas praticas de gestão e governança, ou seja, o ESG aplicado na prática. 

A importância da união dos três mercados vai além da expansão económica, é uma partilha de conhecimentos e de informação que a todos beneficia. Vai desde o imobiliário, às startups tecnológicas, passando pelo marketing digital e e-commerce, ao mundo das artes, à música, à literatura e à pintura. Simboliza um olhar novo sobre as realidades que cada país vive.

(1) Relatório de Investimento Mundial 2020 (ONU)

(2) Banco de Portugal

(3) INE (Instituto Nacional de Estatística)

Entre em contato conosco para dar o próximo passo rumo ao desenvolvimento do seu negócio!

A expansão com franquias é sinônimo de crescimento, ganho de escala e de que a empresa está está se estruturando para alcançar novos públicos e mercados.

São vários benefícios, porém, não é algo simples, afinal, a expansão com franquias exige alguns esforços para que aconteça da melhor maneira. E é justamente sobre isso que vamos falar neste artigo.

Então, siga a leitura com a gente e fique por dentro de tudo sobre esse assunto!

O que é franquia?

A franquia é um modelo de expansão de negócios em que o proprietário de uma marca fornece direito de uso dessa marca a um empreendedor/ investidor para operar esse negócio em território pré determinado e seguindo padrões definidos contratualmente pela franqueadora, além da transferência de todo o know how para a gestão e operação da franquia pelo franqueado.

Em contrapartida, o franqueado paga taxas como royalties e fundo de propaganda por exemplo. A principal característica de uma franquia é que o franqueado segue o padrão estabelecido pela franqueadora em seus processos (manual da franquia) e forma de atuação no mercado para manter a consistência da marca e percepção unificada para o mercado consumidor.

O que é expansão de franquias?

A expansão com franquias é replicar um modelo negócio já testado e de sucesso para outros mercados, utilizando o sistema de franquias para esse fim, o que significa conceder o direito de uso da marca e de operação de um negócio formatado e preparado para essa expansão para franqueados, empreendedores ou investidores que têm capital e o interesse de investir e operar o modelo de negócio.

Isso significa que o franqueador (dono da marca) por meio de um contrato (regulamentado por lei específica) estabelece por exemplo, território de atuação, obrigatoriedades de pagamentos, suporte oferecido, listagem de franqueados e ex-franqueados, entre outros. Ainda no processo de expansão, o franqueado recebe o direito de poder explorar os recursos e estruturas da marca em sua unidade.

Quais são os modelos de franquias

 

Conheça alguns dos tipos de contratos existentes em franquias, além de modelos e formatos de negócios.

Alguns dos contratos de franquias que podem ser estabelecidos são: franquia unitária, master franquia, franquia  de desenvolvimento de área. Há ainda diferentes formatos e modelos como micro franquia, shop in shop, de conversão, combinada e social. Confira um breve resumo sobre eles na sequência.

Franquia unitária

O franqueador assina o contrato de franquia com um franqueado para atuar em uma determinada região com o modelo de negócio que foi estruturado para a expansão com franquias.

Via de regra o franqueador também aprova o ponto para a instalação dessa unidade. O franqueado tem o direito de receber suporte da franqueadora para a operação e gestão do negócio enquanto durar a relação contratual com a marca.

 

Master Franquia

Master franquia é quando o franqueador concede o direito a um franqueado master de explorar a marca em determinada região, com o direito de subfranquear a franquia explorando ainda mais o potencial da região. O Master Franqueado é o responsável por selecionar e dar o suporte aos franqueados dessa região e, por consequência, recebe também um percentual do valor dos royalties e taxas do sistema.

 

Franquia de desenvolvimento de área

Nesse modelo de contrato de franquia, a franqueadora concede o direito a um franqueado para ele desenvolver uma determinada região, sem direito de subfranquear, porém cabe a ele prospectar e selecionar novos franqueados nesse região, e os contratos com esses franqueados são assinados diretamente com franqueadora.

Nesse modelo o franqueado desenvolvedor de área é remunerado com parte da taxa inicial de franquia pelo serviço de seleção de franqueado que realiza e um percentual dos royalties pelo suporte prestado aos franqueado da região sob seu comando.

E um fato interessante sobre o franchising é que o setor permite a inovação nos modelos e formatos de negócios. Assim, as marcas conseguem atrair diferentes tipos de investidores, com diferentes pefis de investimento. A inovação constante é uma das premissas para as marcas que desejam se manter relevantes no mercado.

 

Microfranquia

A microfranquia tem como sua característica investimentos de até R$ 105 mil.

No entanto, exige assim como uma franquia de maior porte, dedicação do franqueado à operação. Muitas vezes, na microfranquia, o franqueado acumula todas as funções ligadas à operação, gestão e vendas da unidade que opera. Para a franqueadora, é uma forma de criar um modelo de menor investimento e capaz de atrair mais investidores.

 

Shop in shop

A franquia shop in shop é um modelo em que a franquia pode ser implantada dentro de operações já estabelecidas como lojas, universidades, supermercados. A unidade acaba se beneficiando do fluxo do público que já frequenta o local para gerar receita.

 

Franquia de conversão

A franquia de conversão acontece quando uma operação geralmente de uma marca independente “se converte” para a marca do franqueador. Ela  passa a atuar com a marca do franqueador e a utilizar todo a padrão estabelecido para a franquia além de seguir as regras do negócio e assina um contrato de franquia.

 

Franquia combinada

Nessa franquia o empresário aproveita o espaço de um único ponto comercial para explorar duas ou mais marcas franqueadas de sua propriedade ou de marcas parceiras.

 

Franquia social

A franquia social tem como característica a de se beneficiar de todo o modelo do franchising, suas técnicas e legislação para expandir projetos sociais.

 

Benefícios da expansão de franquias

A expansão de franquias apresenta diversos benefícios, como aumento na velocidade de crescimento da empresa, menores riscos para a marca e para o franqueado, sem investimento em implantação das unidades franqueadas para o dono da marca, cooperação da rede para inovação e renovação dos negócios, estruturação do crescimento, entre outros benefícos.

Abaixo, explicamos melhor os mais relevantes desses benefícios, sem que os demais sejam menos importantes. Acompanhe!

 

Aumento na velocidade de expansão

A expansão de um negócio acontece muito mais rápido com as franquias, o que dá a condição para a marca ocupar mercados não explorados  e criar barreiras para a concorrência, além da capilaridade e o aumento do valor da marca.

 

Eliminação de riscos

Como o franqueado é quem faz o investimento para a implantação e instalação física das novas unidades e atuará seguindo padrões e regras definidas pela franqueadora recebendo todo o suporte da franqueadora para operar bem o negócio, os riscos são menores para a marca como também para o investimento do franqueado.

A seleção do franqueado é um ponto importante para reduzir o risco de uma unidade franqueada não dar resultado ou vir a fechar, como também o quanto ele será preparado para a gestão e operação do negócio.

Ter capital suficiente para investir e suportar o negócio até que gere caixa positivo também é outro fator de eliminação de riscos no sistema de franquia.

 

Como realizar um plano de expansão de franquias

Agora é hora de colocar a mão na massa e começar a entender como é feito, na prática, um plano para expandir com franquias. 

 

Faça um plano de expansão que é viável financeiramente

Expandir com franquias exige um planejamento consistente e uma avaliação do quanto a empresa está preparada e em que áreas vai precisar se estruturar melhor para suportar um plano de expansão.

A viabilidade financeira do negócio que será replicado e da franqueadora, são dois pontos fundamentais. Sem geração de resultado para as partes, franqueador e franqueado, não tem modelo de franquias que se sustenta.

No Grupo BITTENCOURT esse planejamento é feito por uma equipe multidisciplinar que analisa com muita profundidade como a empresa pode expandir com franquias e sustentar esse crescimento de forma segura para a marca e para o empreendedor que vai investir no negócio.

O plano de expansão determina em que mercado a empresa pode atuar com franquias, quantas unidades vai abrir em um determinado período de tempo. Para isso a BITTENCOURT utiliza ferramentas de mercado para levantar o potencial de consumo dos produtos ou serviços da marca franqueadora nos mais de 5.000 municípios brasileiros, além de outros indicadores que complementam as informações dos mercados e que vão embasar a definição do plano de expansão.

 

Conheça os instrumentos jurídicos necessários para a expansão de franquia

O sistema de franquias é regulamentado pela Lei 13.966/19, que define algumas obrigações para o franqueador quando da aplicação do sistema de franquias para a expansão de sua marca.

O conjunto dessas obrigações tem o objetivo  de que a franqueadora exponha as características e as obrigações do modelo  de negócio que pretende franquear para os futuros candidatos,  antes que estes façam qualquer investimento na marca.

O Grupo BITTENCOURT conta com um corpo de advogados especializados no sistema de franquias para a elaboração desses instrumentos e para prestar toda a assessoria ao franqueador para que seus contratos tragam segurança para a marca e para o franqueado.

 

Aperfeiçoe a sua capacidade de transmissão de know-how

Uma forte característica da expansão de franquias é a padronização das unidades de uma rede, o que faz com que o atendimento e a qualidade dos produtos e serviços seja a mesma em todas as unidades instaladas, independentemente da região em que estão localizadas.

A  “mágica” para que a empresa replique esse modelo de sucesso para muitos mercados está na capacidade que terá de transferir know how para os franqueados da rede, por meio de treinamentos constantes para os franqueados e seu time em todas as áreas de uma unidade franqueada como: operação, gestão de pessoas, atendimento ao cliente, elaboração de produtos etc.

O Grupo BITTENCOURT tem uma área especializada para ajudar os franqueadores na estruturação e definição dos programas de capacitação para os franqueados, além de toda formação para a equipe da franqueadora, com objetivo de que a expansão com franquias seja um sucesso e que os franqueados se remunerem e a franqueadora também.

Então, invista no desenvolvimento e repasse do know-how em seu plano de expandir franquias.

 

Conte com bons canais de comunicação para franqueados

Uma boa comunicação, clara e assertiva, é a chave para fazer a sua gestão de rede de franquias ter sucesso, sem atritos e colaborativa.

A franqueadora deve estruturar os canais de comunicação com a rede para as diversas necessidades da rede. O importante é que os franqueados tenham respostas e  suas dúvidas sejam resolvidas e as necessidades atendidas no tempo ideal.  E essa boa comunicação é uma via de mão dupla, ou seja, precisa acontecer tanto por parte do franqueador, como por parte do franqueado, e envolver todos que de alguma forma participam da rede, como os colaboradores e fornecedores, para que a colaboração aconteça entre todos.

O Grupo BITTENCOURT ajuda a franqueadora a estruturar esses canais bem como formalizar os processos para que ela aconteça de forma fluida e sem atritos, no processo de expansão com franquias.

 

Capacite constantemente os franqueados

Um dos principais pontos da expansão de franquias é manter o padrão da marca. E para isso, a capacitação constante dos franqueados é fundamental.

Essa capacitação pode ser presencial e imersiva, como pode ser repassado através de um manual em que o franqueado poderá recorrer sempre que precisar.

 

Incentive seus franqueados a estudarem seus mercados de atuação

Incentivar os seus franqueados a estudar o mercado de atuação em que a franquia está inserida é ótimo para que eles consigam analisar melhor a concorrência e entender com mais profundidade o público-alvo da franquia.

Isso não só traz benefícios para a hora do atendimento, como também pode auxiliar o time de Marketing a criar campanhas mais segmentadas.

 

Acompanhe o bem-estar das unidades da rede

Acompanhar o bem-estar das unidades da rede é mandatório para as empresas que fazem a expansão com franquias.

Uma rede saudável é o que vai fazer a marca continuar crescendo e se sustentar no mercado.  Além de capacitar os franqueados e seu time, com programas que melhorem a sua performance, a franqueadora devem acompanhar de perto os resultados financeiros dessas unidades e, se necessário, estruturar planos de recuperação a partir do primeiro sinal de problemas para que a expansão com franquias seja um sucesso.

No Grupo BITTENCOURT temos programas voltados para os consultores de campo e para os Gerentes de franquias além de ferramentas para fazer esse acompanhamento.

E aí, gostou do conteúdo? Entre em contato com a gente e saiba mais sobre expansão com franquias!

 

Conclusão

Neste artigo, explicamos que a expansão de franquias trata-se de dar aos investidores a concessão do direito de replicarem a sua marca.

Os benefícios dessa prática envolvem o aumento na velocidade de expansão de negócios, mitigação de riscos e mais facilidade na supervisão das operações.

E mostramos que para que isto aconteça na prática, você precisa realizar um plano para expandir a sua franquia. E para dar início a esse plano, basta seguir as dicas que passamos, que vão desde fazer um plano viável financeiramente até aperfeiçoar a sua capacidade de transmissão de know-how!

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Já falei recentemente em outro artigo que o conceito de inovabilidade é algo que está unindo o melhor do que tivemos em termos de inovação e sustentabilidade nos últimos anos, e hoje é um tema indissociável quando se fala de negócios, já que estamos falando de um ecossistema que produziu nos últimos anos mais de uma dezena de milhares de startups, além de ter trazido de vez a pauta do ESG para as mesas de desenvolvimento de negócios.

Para acompanhar essa movimentação e seguir inovando, todas as cadeias precisam continuar a investir nessas duas frentes, e as startups têm se mostrado fundamentais para essa continuidade, especialmente no varejo, como se provou nesse último mês de abril, quando registrou quatro aportes consideráveis, incluindo um unicórnio – como é conhecida uma startup com valuation de mais de R$ 1 bilhão.

As inovações possíveis trazidas pelas startups têm tudo para reabilitar setores que perderam nos últimos anos, ajudando a otimizar deliveries, logística, armazenamento e outros pontos do balcão para dentro. Além de levar para o universo online experiências ainda inéditas e que estavam presentes no varejo físico.

As “retailtechs”, como são conhecidas as companhias de tecnologia do varejo, chegaram a levantar pomposos cheques de investidores, com algumas delas atraindo quantias que variam de US$ 40 milhões a US$ 100 milhões. Isso significa que, para além da aceleração dos investimentos, há um horizonte ainda grande para o crescimento da inovação, já que temos visto muitos aportes realizados no crescimento de empresas que estão promovendo a transformação digital do nosso setor varejista.

Não à toa também é que os grandes players do setor têm promovido a aceleração destas startups, que colaboram para que eles elevem a curva de inovação. Um nome de peso internacional, como Jeff Bezos, fundador da Amazon e segundo homem mais rico do mundo, foi também um dos recentes investidores nessas startups de atuação no varejo brasileiro, o que mostra o quão avançados estamos em termos de ver e sermos vistos em nossos potenciais.

Nós do Grupo BITTENCOURT também apostamos nos últimos anos em investimentos e parcerias que hoje se consolidam como um sucesso, como no caso da StreamShop, que foi acelerada por nós e atualmente é responsável pelo live commerce e ações de social selling de grandes marcas. A companhia trouxe tanta inovação que foi capaz de atrair produtos e serviços de bancos e outros players para um modo de venda até então inédito no país e que hoje caminha para a consolidação.

Investir no ecossistema de startups hoje não é mais uma inovação em si ou um passo à frente, é apenas o caminho mais rápido para acessar novas formas de fazer e testar mercados. De fato, a inovabilidade será acelerada.

Participe do mega evento BConnected, uma nova roupagem para o Fórum Internacional do Grupo BITTENCOURT que acontece há mais de 10 anos e que passa a acontecer em duas dimensões – presencial e virtual pela plataforma da StreamShop. Dias 4 e 5 de outubro no Teatro Santander em São Paulo. O evento vai tratar sobre Imprevisibilidade e Inovabilidade, temas tão presentes e relevantes no mundo dos negócios da atualidade. 

Quer saber mais sobre o BCONNECTED? Clique em SAIBA MAIS e conheça nossos palestrantes confirmados!

 

Energia solar, indústria de brinquedos, calçados e tantos outros, que acompanhamos e desenvolvemos projetos aqui no Grupo BITTENCOURT há anos, ao colocar suas operações diretamente para os consumidores estão tendo a possibilidade de comprovar que ideias cercadas das demandas atuais, que incluem experiência, usabilidade, tecnologia e propósito é o que tem feito o sucesso de suas iniciativas.

Se antes era preciso uma movimentação intensa e mobilização de uma grande cadeia de stakeholders que fizessem seus produtos chegarem ao público final, muitas vezes mais complexos, o que tem sido comprovado é que quando a própria indústria decide iniciar uma operação direta de seu produto ou serviço para o consumidor, a mensagem chega mais verdadeiramente às pessoas e o engajamento tende a ser maior.

Nos últimos anos temos trabalhado com nossos clientes nessa jornada, que passa por entender o desejo de como esse produto que a indústria faz está carregado de signos, seja de história ou de inovação, e de como eles podem se conectar com uma linguagem mais atualizada, sem perder a essência do seu legado.

Quando, por exemplo, nos prontificamos a fazer o projeto do Portal Solar, um marketplace de equipamentos e serviços para projetos de energia solar, lançamos uma operação de franquias que permite a qualquer empreendedor atuar no segmento investindo R$ 25 mil reais. Com um  cenário no qual o número crescente de consumidores enxergando a produção própria de energia como alternativa para reduzir a conta de luz, aumentou a possibilidade de opções para os diferentes tipos de empreendedores que querem atuar num modelo de negócio que, além de rentável, é também ambientalmente responsável.

O franchising tem sido uma possibilidade para escalar esses negócios e também outros tipos, como no caso da Pampili, com quem começamos um trabalho em 2019, quando fizemos uma imersão completa no universo Pampili e seus canais de distribuição. A proposta era identificar qual seria a estratégia ideal para fazer com que a marca crescesse de forma sustentável por meio de uma rede de lojas de marca própria. A ideia do franchising era uma possibilidade mas ainda não uma certeza.

Ao longo de diversos estudos avaliando as alternativas mais adequadas para a Pampili, olhando para o mercado, as oportunidades de expansão, pesquisas com vários stakeholders, e levando muito em consideração a necessidade de proteger a marca e a sua essência, o caminho ficou mais claro e decidiu-se de forma definitiva pela expansão com franquias.

Preparado para inovar? Clique em saiba mais e venha conversar conosco.